O pecado, a violência e o Evangelho


Cada vez mais a violência tem sido a manchete de muitos veículos de comunicação de massa. Já houve até uma pesquisa apresentando o Estado de Pernambuco como um dos mais violentos do Brasil, concorrendo para que o governo criasse um projeto intitulado "Pacto pela Vida". Este seria um conjunto de ações cuja finalidade era reduzir os índices de criminalidade.


A temática é geralmente analisada por diversos prismas: antropológico, psicológico, sociológico etc. De fato, todos eles têm contribuído como instrumentos de análise. Etretanto, à luz da cosmovisão cristã, existem outros fatores os quais, juntamente com os elencados, explicam o crescimento da maldade humana.


As Escrituras mostram como o homem ficou degradado após a queda (Rm5.12;3.10-17). O pecado está enraizado no coração humano de forma tal que, quando estimulado, suscita uma pluralidade de mazelas (Gl 5.19-21). E é exatamente isso que tem ocorrido no Brasil.


A apologia que a mídia faz à promiscuidade sexual e à quebra do conceito de família tem concorrido, por exemplo, para o aumento dos índices de gravidez precoce. Ora, até empiricamente se percebe que uma adolescente pobre, sem estrutura familiar, não susterá seu filho devidamente. Essa criança crescerá na rua, exposta à criminalidade, alimentando os bolsões de violência. Mas a mídia continua pregando a imoralidade inconseqüente e somente os "cegos funcionais" não vêem os elos que formam a cadeia APOLOGIA À LASCÍVIA/GRAVIDEZ PRECOCE/CRIANÇAS MARGINALIZADAS/VIOLÊNCIA.


Que os eleitos de Deus, a despeito da hostilidade, continuem defendendo os princípios ético-cristãos, os quais têm eficazmente funcionado como elementos de libertação espiritual, moral e social.
Por Anderson José Teixeira Cavalcanti de Barros, Oficial da Polícia Militar de Pernambuco e membro da Igreja Presbiteriana em Beberibe.

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