Armínio x Calvino- Origem da TULIP


OS CINCO PONTOS DO CALVINISMO

I. A ORIGEM DOS "CINCO PONTOS"

A. O PROTESTO DO PARTIDO ARMINIANO, NA HOLANDA

Os Cinco Pontos do Calvinismo tiveram sua origem a partir de um protesto que os seguidores de James Arminius (um professor de seminário holandês) apresentaram ao "Estado da Holanda" em 1610, um ano após a morte de seu líder. O protesto consistia de "cinco artigos de fé", baseados nos ensinos de Armínio, e ficou conhecido na história como a "Remonstrance", ou seja, "O Protesto". O partido arminiano insistia que os símbolos oficiais de doutrina das Igrejas da Holanda (Confissão Belga e Catecismo de Heidelberg) fossem mudados para se conformar com os pontos de vista doutrinários contidos no Protesto. As doutrinas às quais os arminianos fizeram objeção eram as relacionadas com a soberania divina, a inabilidade humana, a eleição incondicional ou predestinação, a redenção particular (ou expiação limitada), a graça irresistível (chamada eficaz) e a perseverança dos santos. Essas são doutrinas ensinadas nesses símbolos da Igreja Holandesa, e os arminianos queriam que elas fossem revistas.


B. OS "CINCO PONTOS DO ARMINIANISMO"

Os cinco artigos de fé contidos na "Remonstrance" podem ser resumidos no seguinte:

1. Deus elege ou reprova na base da fé prevista ou da incredulidade.

2. Cristo morreu por todos os homens, em geral, e em favor de cada um, em particular, embora somente os que crêem sejam salvos.

3. Devido à depravação do homem, a graça divina é necessária para a fé ou qualquer boa obra.

4. Essa graça pode ser resistida.

5. Se todos os que são verdadeiramente regenerados vão seguramente perseverar na fé é um ponto que necessita de maior investigação.

Esse último ponto foi depois alterado para ensinar definitivamente a possibilidade de os realmente regenerados perderem sua fé, e, por conseguinte, a sua salvação. Todavia, nem todos os arminianos estão de acordo, nesse ponto. Há muitos que acreditam que os verdadeiramente regenerados não podem perder a salvação e estão eternamente salvos.



C. A BASE FILOSÓFICA DO ARMINIANISMO

Conforme expõe J.I.Packer (O "Antigo" Evangelho, pp. 5, 6) a teologia contida nessa "Remonstrance" (ou Representação) "originou-se de dois princípios filosóficos: primeiro, que a soberania de Deus é incompatível com a liberdade humana, e, portanto, também com a responsabilidade humana; em segundo lugar, que habilidade é algo que limita a obrigação... Com bases nesses princípios, os arminianos extraíram duas deduções: primeira, visto que a Bíblia considera a fé como um ato humano livre e responsável, ela não pode ser causada por Deus, mas é exercida independentemente dEle; segunda, visto que a Bíblia considera a fé como obrigatória da parte de todos quantos ouvem o Evangelho, a capacidade de crer deve ser universal. Portanto, eles afirmam, as Escrituras devem ser interpretadas como ensinando as seguintes posições:

1. O homem nunca é de tal modo corrompido pelo pecado que não possa crer salvaticiamente (salvificamente) no Evangelho, uma vez que este lhe seja apresentado;

2. O homem nunca é de tal modo controlado por Deus que não possa rejeitá-lo;

3. A eleição divina daqueles que serão salvos alicerça-se sobre o fato da previsão divina de que eles haverão de crer, por sua própria deliberação;

4. A morte de Cristo não garantiu a salvação para ninguém, pois não garantiu o dom da fé para ninguém (e nem mesmo existe tal dom); o que ela fez foi criar a possibilidade de salvação para todo aquele que crê;

5. Depende inteiramente dos crentes manterem-se em um estado de graça, conservando a sua fé; aqueles que falham nesse ponto, desviam-se e se perdem.

Dessa maneira, o arminianismo faz a salvação do indivíduo depender, em última análise, do próprio homem, pois a fé salvadora é encarada, do princípio ao fim, como obra do homem, pertencente ao homem e nunca a Deus".


D. A REJEIÇÃO DO ARMINIANISMO PELO SÍNODO DE DORT E A FORMULACÃO DOS CINCO PONTOS DO CALVINISMO

Em 1618 foi convocado um Sínodo nacional para reunir-se em Dort, a fim de examinar os pontos de vista de Armínio à luz das Escrituras. Essa convocação foi feita pelos Estados Gerais da Holanda para o dia 13 de novembro de 1618. Constou de 84 membros e 18 representantes seculares. Entre esses estavam 27 delegados da Alemanha, Suíça, Inglaterra e de outros países da Europa. Durante os sete meses de duração do Sínodo houve 154 sessões para tratar desses artigos.

Após um exame minucioso e detalhado de cada ponto, feito pelos maiores teólogos da época, representando a maioria das Igrejas Reformadas da Europa, o Sínodo concluiu que, à luz do ensino claro das Escrituras, esses artigos tinham que ser rejeitados como não bíblicos. Isso foi feito por unanimidade. Não somente isso, mas o Concílio impôs censura eclesiástica aos "remonstrantes", - depondo-os de seus cargos, e a autoridade civil (governo) os baniu do país por cerca de seis anos. Além de rejeitar os cinco artigos de fé dos arminianos, o Sínodo formulou o ensino bíblico a respeito desse assunto na forma de cinco capítulos que têm sido, desde então, conhecidos como "os cinco pontos do Calvinismo", pelo fato de Calvino ter sido grande defensor e expositor desse assunto.

Embora cause estranheza a muitos essa posição, devido à mudança teológica que as igrejas têm sofrido desde vários séculos, os reformadores eram unânimes em condenar o arminianismo como uma heresia ou quase isso. A salvação era vista como uma obra da graça de Deus, do começo ao fim, sem qualquer contribuição do homem. Essa posição pode ser resumida na seguinte proposição: Deus salva pecadores.

Quem é Jesus?- Análise Evangelho de João

João 1: 1, 14
" PRÓLOGO DE JOÃO: UMA MENSAGEM ESSENCIAL DO SEU EVANGELHO".


Sem. Rogério Mattos
"Vs. 1 - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Vs. 14 - E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" – Edição Revista e Atualizada.
    O versículo 14 funciona como um divisor das águas no primeiro capítulo deste evangelho e, também, como uma introdução de toda a obra cristológica que vem a seguir. Este texto - 14a - é muito semelhante ao final do verso 1 quanto a sua forma gramatical. No fim do vs. 1 encontramos uma estrutura composta por uma conjunção, um nominativo, um verbo e um nominativo seguido de artigo - kai. qeo.j h=n o` lo,goj (kai Théos en hó Logos - e o verbo era Deus). No verso 14a temos a mesma estrutura: uma conjunção, um nominativo, um verbo e um nominativo seguido de artigo (embora não apareçam na mesma ordem) -
Kai. o` lo,goj sa.rx evge,neto
(kai hó Lógos sarks egeneto - e o verbo se fez carne). Neste primeiro versículo temos a eternidade do
lo,goj, sua relação com o Pai e sua divindade. A diferença entre os versos um e catorze não está a quem se referem, pois os dois falam da mesma pessoa, mas na ênfase dada; No vs 1 a ênfase recai sobre a divindade do lo,goj. Este Lógos é o próprio Deus.
    O vs. 14 está relacionado, intimamente, com o verso 1, visto que esse lo,goj , descrito por João, é o Deus que se fez carne - o` lo,goj sa.rx evge,neto
(hó Lógos sarks egeneto - e o verbo se fez carne). João nos apresenta o Deus-Conosco, o Emanuel, o Deus-homem, o Deus de carne e osso. A ênfase agora está na humanidade do
lo,goj. Ao fazer isso, João ataca, violentamente, mas de forma sutil, a idéia gnóstica, expressa pelo docetismo, de que Cristo tinha apenas a aparência de homem, mas que não tinha corpo físico, real, de um homem.
    A encarnação do lo,goj (que é Cristo) não se limitou apenas ao seu nascimento, mas por toda a sua vida enquanto esteve entre nós e nesta mesma condição na qual ele, Cristo, continua subsistindo com a mesma natureza (cf. At 1: 6-11; Ap 1: 7). A encarnação de Jesus é o próprio Deus manifestado na carne: E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne... (1Tm 3.16a, Texto Bizantino).
    Esse fato de se manifestar na carne nos remonta para o ato de Deus se fazer presente no meio de seu povo no deserto, porém não fisicamente como Jesus. João ao escrever "... habitou entre nós..." faz uso da palavra grega (evskh,nwsen – eskénosen) cujo substantivo se deriva de uma palavra que quer dizer tenda, fazendo, assim, uma alusão ao passado do judeu onde o seu Deus veio habitar no meio deles enquanto peregrinavam pelo deserto.
    Dessa maneira, a presença de Deus conduzindo o seu povo no período mosaico é testemunhada e lembrada na pessoa física do lo,goj, mostrando que o Deus do AT presente no meio daquela congregação é o mesmo Deus que se revelara por meio do Senhor Jesus Cristo; fato, este, que acaba por manifestar a glória de Deus como nos diz o restante do versículo - ...vimos a sua glória. Essa glória não era uma visão como foi no caso de Isaías e na transfiguração, por exemplo. Mas João e alguns de seu tempo puderam ver a glória de Deus através de Jesus numa série de eventos a partir de seu nascimento, batismo, morte, e até sua ressurreição.
    O próprio evangelista, ao escrever sua primeira epístola universal, capítulo primeiro e verso 3a, testifica deste fato quando diz: kai. h` zwh. evfanerw,qh kai. e`wra,kamen kai. marturou/men
(kai He zoe efaneróthe kai eorákamen kai martyrumen - Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos…). O verbo e`wra,kamen (eorákamen) traduzido por vimos – encontra-se no Perfeito Indicativo Ativo cuja qualidade da ação quer dizer algo que aconteceu no passado e tem a sua validade ainda para o tempo presente. Com isso, João diz que eles viram o lo,goj encarnado e o testemunho que tem sido dado pela igreja no presente se baseia nesta verdade. Deus se encarnou, continua encarnado e por isso nós testemunhamos, continuamente, acerca desse Deus, visto que o verbo marturou/men (martyrumen - testemunhar) encontra-se no Presente do Indicativo Ativo, indicando uma ação, preferencialmente, linear, contínua. A proclamação contínua da realidade da encarnação do verbo é o conteúdo da pregação apostólica.
    Para ratificar esta mensagem, João se utiliza de um empirismo teológico. Ele começa o verso de número 1, do capítulo 1, da primeira epístola de João, com a seguinte frase: ai` cei/rej h`mw/n evyhla,fhsan
peri. tou/ lo,gou th/j zwh/j
(hai chereis hemon epseláfesan peri tu logu tes zoes – e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida). O verbo evyhla,fhsan (epseláfesan - traduzido por apalparam) encontra-se no Aoristo Indicativo Ativo, mostrando uma ação pontilear, uma ação vista como um todo, completa e definitiva, pois não se repete. Sendo assim, João quis dizer que, enquanto o lo,goj – encarnado para sempre – esteve no meio deles, verdadeiramente, as próprias mãos dos apóstolos tocaram, fisicamente, o lo,goj
de Deus,
o unigênito do Pai (
monogenou/j para. patro,j – monogenus pará patrós).
    Esta frase monogenou/j para. patro,j é mais do que uma simples metáfora. Jesus não recebe uma glória como se fosse apenas o unigênito do pai, mas a recebe porque ele reflete plenamente, ou melhor, perfeitamente, essa realidade.
    O termo unigênito (monogenh,j) não focaliza o seu nascimento, mas enfatiza o fato de ser ele o objeto do amor do Pai. Há entre o Deus-Pai e o Deus-Filho uma relação filial diferenciada de tudo que temos em relacionamentos, humanamente, conhecidos. João tem a intenção de fazer uma distinção entre o relacionamento exclusivo de Jesus com o Pai e entre aqueles que viriam a ser filhos de Deus por meio dele. João nos mostra que Cristo se relaciona diretamente com o Pai e os demais filhos de Deus se relacionariam com o Pai por intermédio de Jesus Cristo, o mediador desta relação. Esta expressão, também, nos faz lembrar o batismo de Jesus.
    É uma expressão empregada com o mesmo sentido, por assim dizer, da palavra amado (avgaphto,j – agapetós) nos evangelhos sinóticos por ocasião da voz que veio do céu dizendo: "...Este é o meu Filho amado..." (Mt 3.17; Mc 1.11; Lc 3.22). João dá o testemunho que a partir da encarnação do lo,goj, ele, João, e os outros que estavam presentes naquela ocasião, viram a glória de Deus, em Cristo Jesus. Uma glória que só Cristo poderia ter e expressá-la. Única.
    Para concluir, nesta parte do evangelho de João chamado: prólogo, encontramos a divindade e a humanidade de Cristo descritas nestes dois versos. O versículo que faz a separação das narrativas entre essas duas naturezas é o vs. 14. Antes do verso 14 temos a ênfase na divindade e depois deste versículo a humanidade; e no restante do livro joanino toda esta parte (o prólogo) pode ser vista. Como bem disse Champlin: "Este vs. 14 faz parte integral da seção que cobre os versículos catorze a dezoito, e que serve de coroa da doutrina do Lógos, parte essa que contém a mesma mensagem essencial do evangelho inteiro de João."
    Isso nos traz algumas implicações para a nossa vida :



  1. Com relação a aquilo que muitas vezes nos assalta – o nosso sofrimento – podemos descansar e confiar em Cristo porque ele sabe exatamente o que é padecer, pois experimentou, no seu próprio corpo, todas as nossas mazelas físico-emocionais porque se fez carne e habitou entre nós;



  2. Como Deus-Homem ofereceu um perfeito sacrifício a Deus-Pai em favor dos seus eleitos, a tal ponto de poder dizer para o próprio Deus, nos momentos finais de sua vida, pregado naquela cruz: "Está consumado". Tudo que era necessário fazer para o eleito receber a salvação foi feito e sem falta alguma;



  3. Como Deus-Homem oferece uma perfeita intercessão por seus eleitos diante de Deus-Pai; o nosso Sumo-sacerdote, diariamente, advoga as nossas causas perante Deus-Pai que nos ouve as orações e nos abençoa mediante Cristo Jesus;



  4. O amor de Deus-Pai, por seus filhos, se evidencia no amor que ele tem por seu eterno Filho Jesus. O amor de Deus jamais acaba;
A encarnação, definitiva, de Cristo serve de base para a nossa contínua pregação do evangelho. Nós pregamos aquilo que Jesus fez por nós, desde a sua encarnação até a sua morte, ressurreição e ascensão aos céus.

A Biblia Gay?

Leiam essa notícia e reflitam bastante realmente os dias estão cada vez mais tenebrosos para os verdadeiros Cristãos.


Chegou mais essa no Brasil, a primeira bíblia homossexual. Escrita por um "pastor" da igreja cristã contemporânea (uma igreja "evangélica" gay). Para a venda da bíblia, o "pastor" usa o seguinte texto:

"O livro que está mudando o destino de centenas de homossexuais que antes pensavam ser abomináveis para Deus. De autoria do Pr. Marcos Gladstone, ele revela os segredos de Deus para os gays mostrando que a Bíblia realmente não condena a homossexualidade."

O livro que abalará as estruturas religiosas homofóbicas. Conheça os segredos de Deus para os gays e saiba provar que tudo o que já se ouviu falar relacionado à homossexualidade dentro das igrejas, não passa de tradições, traduções, informações e doutrinas falsificadas pela homofobia religiosa.

Imaginar homossexuais servindo ao Senhor e aceitos dentro de uma comunidade cristã, simplesmente como são, pode parecer um sonho, mas já é uma realidade cada vez mais acessível. Nesta obra você compreenderá que as diferenças foram feitas por Deus e que o conhecimento destas diferenças dentro da bíblia é a chave para se libertar da opressão que tenta privar muitas vidas do livre acesso ao rebanho do Pastor Jesus.

O pastor Marcos Gladstone é determinado a pregar o evangelho do amor de Deus a todos sem preconceitos. É pioneiro no ministério de inclusão no Brasil e fundador da Igreja Cristã Contemporânea em 10/09/2006. Luta pelo esclarecimento e libertação de muitos homossexuais que, como ele, devido a mentira religiosa, foram oprimidos por líderes homofóbicos. Pós-graduado em Teologia pela Universidade Metodista Bennett do RJ. Publicou a primeira página de internet em idioma português do mundo sobre a bíblia e a homossexualidade na visão de aceitação aos homossexuais no ano de 2002.

Lançamento na sede da Igreja Cristã Contemporânea

O que Deus mais advertiu tanto no Novo Testamento quanto no Velho Testamento, foi a prática homossexual. Veremos alguns textos da VERDADEIRA BÍBLIA:

Antigo Testamento:

Levíticos: 18:22 - Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.

Levíticos: 20:13 - Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles.

Novo Testamento:

I Corintios: 6:9 - Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,

I Timóteo: 1:8 - Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usar legitimamente,
1:9 - reconhecendo que a lei não é feita para o justo, mas para os transgressores e insubordinados, os irreverentes e pecadores, os ímpios e profanos, para os parricidas, matricidas e homicidas,1:10
- para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina,

Os sodomitas eram aqueles que tinham práticas homossexuais.

Romanos 1:26-27 “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.”

Para o "pastor" que escreveu a "nova" "bíblia":

Há condenação para aqueles que acrescentam ou diminuam a bíblia:

” Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro” (Ap. 22-18).

“Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do senhor, vosso Deus, que eu vos mando” = (Dt 4.2).

Lembrem-se SEMPRE:

1 Coríntios 10:13 “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar.”

Você está na prática do homossexualismo?

Primeiro, reconhecer o seu pecado. A Bíblia diz em Salmos 51:2-4 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.”

Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. A Bíblia diz em Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.”

Terceiro, acreditar que Deus lhe perdoou deveras e parar de se sentir culpado. A Bíblia diz em Salmos 32:1-6 “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão.”

fontes: [http://www.igrejacontemporanea.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=189&Itemid=47]

[http://novoevangelho.webnode.com/news/biblia-homossexual/]


Louve ao Senhor no Salmo 100 Parte Final.

II - ANÁLISE LITERÁRIA

2.1 Os paralelismos do Salmo

    Nesta primeira parte do salmo, observamos que o elemento A (Salmo de ações de graça) faz parte de uma expressão que indica gratidão. O elemento A', na segunda cola, é a palavra traduzida por "celebrai com júbilo". Estes dois elementos se relacionam por um paralelismo sintético, ou seja, quando a primeira parte da linha poética é completada pela segunda, ampliando a idéia daquilo que o salmista queria dizer.
Com isto, a melodia para ações de graça pode ser entendida como aquele cântico de
gratidão
dado ou celebrado
com júbilo.
    Na segunda linha poética (vs. 2) os elementos encontrados, nesta parte do salmo, se relacionam de uma forma construta ou sintética; Vejamos: O elemento A (Servi ao Senhor) nos transmite a idéia de um serviço a Deus. A expressão "com alegria" completa a idéia do imperativo encontrado na palavra servir.
    O elemento B (apresentai-vos diante dele com cântico) nos mostra que aquele que serve com alegria, se apresenta diante de Deus com cântico; quando o salmista escreve este verso, percebemos que há uma progressão de idéia nos fazendo compreender que o servo de Deus o serve com alegria se apresentando diante dele, para tal tarefa, com cântico.
    Na terceira linha poética (vs. 3) temos o nome impronunciável de Deus geralmente traduzido por SENHOR. Temos um segundo nome para se referir ao Deus de Israel. Neste verso não temos duas pessoas diferentes, mas uma pessoa só, todavia expressa com nomes diferentes. O objetivo do salmista é expressar duas verdades a partir dos nomes dados a Deus, como veremos mais adiante.
    Na quarta linha poética (vs. 4) temos o elemento A (entrai); o elemento B (porta); o elemento C (com ações de graças). Numa outra linha poética encontramos o elemento B' (átrios) e o elemento C' (hino de louvor). Neste caso, as duas linhas poéticas formam um paralelo sinonímico, quase, perfeito se não fosse à omissão do elemento A na segunda parte; ainda sim, o elemento B está ligado com o elemento B' por transmitirem a mesma idéia (porta e átrio) e o elemento C está ligado com o elemento C', por terem, também, a mesma idéia (ações de graça e hino de louvor).
Vejamos:
Entrai por suas portas com ações de graças



Nos seus átrios com hinos de louvor

Na outra parte poética do versículo 4 temos o elemento D (rendei-lhe graças) e o elemento D' ((bendizei-lhe) formando um paralelismo sinonímico perfeito, onde todos os elementos se relacionam entre si; repetindo a mesma idéia, mas usando palavras diferentes: "rendei-lhe e bendizei-lhe".
    A quinta linha poética (vs. 5), na primeira parte do versículo, observamos o elemento A (bom), fazendo parte de uma estrutura chamada de posição predicativa, onde, na opinião do salmista, o SENHOR é bom (como de fato é). No fim do versículo temos a palavra que forma o elemento B (bondade). Desta maneira, na última linha poética, contemplamos um paralelismo sintético ou construtivo porque há um complemento de idéia. O Deus que é bom manifesta a sua bondade para sempre.
    2.2 A Estrutura do Salmo
    Como o próprio nome diz, este salmo se enquadra dentro do que chamamos de Salmos de ações de graça. Cássio Murilo apresenta este salmo como um hino a YHWH salvador. Sellin o apresenta como estando enquadrado na categoria dos salmos hínicos.
    Embora os nomes sejam diferentes, ambos apresentam a mesma estrutura para classificar este salmo como hino. Ele é composto de: a) convite ao louvor; b) motivação – "porque"; e c) novo convite ao louvor. Todos estes elementos encontramos no Salmo 100; todavia não na ordem descrita.
A palavra traduzida por ações de graça, pode se referir a um sacrifício de ação de graça oferecido num contexto de culto. No versículo 1, esta palavra introduz o salmo nos convocando para adorarmos por meio de ações de graça o SENHOR.
    Este salmo possui uma particularidade: é formado por sete imperativos em quatro versículos. É uma forma singular para exortar ou chamar a atenção para a singularidade da adoração ao Senhor. O salmista queria deixar muito claro a importância de adorar a Deus por aquilo que o SENHOR é e fez
    Nestes primeiros quatro versículos encontramos sete imperativos que são escritos numa sequência progressiva: Celebrar a Deus. O que celebra serve a Deus como forma de adoração. Sabe quem é Deus (o criador e o Deus presente na vida de seu povo). Entra na sua presença e lhe dá graças e lhe bendiz o nome (adorando-O).
    Esta sequência de imperativos é uma preparação para o real motivo desta adoração. Tudo o que foi dito, anteriormente, já é suficiente para rendermos uma adoração imensurável. Mas o principal motivador desta adoração é o que se encontra no último versículo. É nesta parte que está à razão de adorarmos a Deus.
O versículo 5 começa com a conjunção "porque". Nos salmos de ações de graça esta expressão indica o motivo da adoração ou a parte central do poema. Normalmente esta parte dos salmos de ações de graça se liga à introdução, porém neste caso, o versículo vem no fim por causa da estrutura montada pelo salmista por intermédio da sequência progressiva dos imperativos. É a liberdade que a poesia nos dá, transgredir a sequência lógica da escrita.
III – ANÁLISE TEOLÓGICA
    3.1 Comentário do Texto
    O salmo a ser discutido, começa fazendo uma convocação aos moradores da terra para uma adoração que se manifesta por ações de graça. A palavra traduzida por ações de graça, é uma palavra "que corresponde à necessidade espontânea de dar expressão material e pública à ação de graças por qualquer tipo de auxílio ou de benefício. Para a qual tinham por hábito se utilizar os tipos correntes de holocausto ou de imolação (Gn 46.1; Sl 50.14; 56.13; 107.22)". Dentro de um contexto de culto era oferecido esse sacrifício de ação de graça.
    De acordo com a afirmação de Eichrodt, há um motivo para se prestar essa ação de graça: qualquer tipo de auxílio ou benefício; O salmo 100 nos mostrará um benefício para a prática desse tipo de gratidão. Em particular, o salmo aponta à bondade de Deus. Este benefício, gracioso, de Deus em nós é o real motivo para adorarmos ao SENHOR.
    De acordo com Sellin e Càssio Murilo Dias, o salmo de ações de graça é constituído por alguns elementos que, por sua vez, formam uma estrutura, a saber:

  1. Convite ao louvor;

  2. Motivação – "porque"; e

  3. Novo convite ao louvor (geralmente na conclusão).
Entretanto, estes elementos nem sempre aparecem na mesma ordem dada acima, mas se fazem presente.
O salmo começa com o primeiro elemento – convite ao louvor – quando diz: "Celebrai ao SENHOR toda a terra". Contudo, o motivo para adorarmos não aparece como o segundo elemento, mas, apenas, no fim. A conjunção "porque", responsável por introduzir, nestes tipos de salmos, o motivo para a adoração, é encontrada na última linha poética, onde está escrito: "Porque o SENHOR é bom. O salmista nos diz que a razão da nossa adoração, em forma de gratidão, é pela bondade de Deus.
A expressão "o SENHOR é bom", que se encontra na posição predicativa, tem a sua idéia repetida, na sequência, quando o salmista diz que a sua bondade e a sua fidelidade duram para sempre. Desse modo a frase tem o significado de 'bondade verdadeira' ou algo do gênero. A bondade de Deus é fiel e jamais acaba e também nunca falha é algo verdadeiro na vida do seu povo. Com isso, o salmista nos ensina a louvar a Deus consoante ao fato dele ser bom e usar de bondade e de fidelidade para conosco. O versículo poderia ficar assim traduzido: "Porque o Senhor é bom e a sua bondade verdadeira dura para sempre".
    A palavra traduzida por "bondade" é ds,x, (hesed). De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia (DAT), o melhor caminho para entendermos o significado desta palavra é seguir o conceito secular, ou seja, a relação entre uma pessoa e outra.
O ponto central está ligado a atitude de uma pessoa para com a outra, onde aquele que se encontra numa posição de ajudar o faz com base na sua liberdade de querer usar de bondade para com a outra pessoa. Por exemplo: Boaz reconheceu a atitude de Rute para com a sua sogra como sendo um ato de bondade. Rute não tinha a obrigação de ajudar e nem estava presa por uma aliança, mas tomou tal atitude com base na sua liberdade de agir e por um ato de bondade com a sua sogra. Isto é ds,x, (hesed).
Quando chegamos a bondade (ds,x,) divina, ela se refere à sua aliança ou aos seus atos de bondade provenientes do seu próprio Ser? Deus é obrigado a ser bom conosco?
De acordo com o DAT

é óbvio que Deus encontrava-se numa aliança com Israel, que ele também expressava essa relação em hesed, que a hesed de Deus era eterna (observe-se o refrão do Sl 136). Está claro que a hesed não envolve necessariamente uma aliança e nem significa fidelidade a uma aliança...

Portanto a bondade verdadeira de Deus atua na nossa vida não porque Deus está obrigado a fazer isso por causa da aliança, mas porque ele nos ama e tem prazer em agir, bondosamente, em nosso favor. O SENHOR é o Deus de Israel (referindo-se a todos os que lhe pertencem por meio de Cristo) para sempre e a sua bondade (ds,x,), para com o seu povo, também, dura para sempre. Por esta razão o salmista nos convida a aclamar, celebrar este maravilhoso Deus.
Compreendendo o motivo de louvarmos ao SENHOR de todo o nosso coração, fica mais fácil de entendermos o porquê do salmista, antes de dizer o motivo do louvor, escreve a sequência de imperativos progressivos.
O versículo um começa com o imperativo "celebrai". Esta palavra hebraica era usada no contexto de guerra e traduzida por "gritar" (cf. Js 6.5; 1Sm 17.52). Por isso, a tradução da Bíblia de Jerusalém e da NVI, que usam a palavra "aclamai", parece uma melhor opção de tradução. Neste primeiro versículo encontramos o convite para que todos louvem a Deus.
Esta afirmação é embasada pela qualidade da ação verbal encontrada no salmo 100 que indica uma causa para este convite. O verbo está no hifil, isto é, existe uma causa para que este aclamar aconteça; neste caso, é a bondade de Deus. O salmista ordena que todos os povos explodam em louvor, deem gritos de vitórias para louvar a Deus porque ele é bom. A causa deste convite é a bondade de Deus.
O versículo dois nos mostra que estes adoradores da terra são os seus servos e que estes deveriam servir ao seu Deus apresentando-se diante dele para este serviço, como retribuição a sua bondade. Com a presença da expressão com alegria, isso nos indica que este serviço não era algo pesado e, sim, prazeroso na vida daquele que serve ao SENHOR. A segunda parte reforça a idéia da primeira ao dizer: "apresentai-vos diante dele com cântico".
Este tipo de serviço, quando oferecido a Deus, ele consistirá de uma obediência ao SENHOR. Eu obedeço a Deus, e demonstro isso, o servindo com alegria e me apresentando diante dele com cântico de louvor porque eu sei que Deus é bom e a sua bondade verdadeira dura para sempre.
No versículo 3 encontramos um jogo de idéias muito interessante. Na primeira parte da linha poética o salmista apresenta Deus como sendo a força criadora e o Ser que sempre está presente. Ele se utiliza dos nomes hwhy (Yaveh) e ~yhiîl{a,< (elohim).
O salmista diz que nós somos obra das mãos de Deus porque foi ele quem nos fez; neste caso, esta afirmação tem ligação com a palavra ~yhiîl{a>, .
Esta é a mesma palavra usada em Gênesis, no capítulo um, para mostrar Deus como criador de todas as coisas, inclusive do homem. A força criadora do universo é a mesma força que fez o homem a partir do pó da terra e a mulher de sua costela.   
Nesta mesma linha poética temos a afirmação que não somos apenas feitura de Deus, mas constituído seu povo, onde ele é feito nosso pastor. Somos parte do seu pastoreio. Isso denota a idéia de um Deus presente e que cuida de seu povo. A declaração está relacionada com o primeiro nome
que aparece; o nome impronunciável de Deus hwhy, o Deus presente; aquele que se faz presente.
É o mesmo nome que Deus se apresentou a Moisés em Êx 3 e o mesmo nome que esteve presente na vida de Israel em toda a sua história e o nome da Aliança com este povo. O Deus que se faz presente e que criou todas as coisas age de maneira bondosa com a sua criação e com o seu povo escolhido.
    O versículo quatro nos mostra que os adoradores deveriam entrar por suas portas. Parece que o salmista, neste caso, faz uma referência ao Templo, o símbolo da presença de Deus no meio do seu povo. O Templo é tido como o centro religioso da nação de Israel. Entrar pelas portas do Templo, ou como a outra cola poética nos diz: "no seu pátio", era, simbolicamente, entrar na presença deste Deus, visto que a Arca da aliança estava no Templo.
Eles, na presença deste Deus, deveriam dar graças e bendizer. O verbo dar enfatiza o reconhecimento e a declaração de um fato, seja ele bom ou mal; o salmista usa este verbo, pois o salmo é um cântico de louvor pelo aspecto real da bondade de Deus.
O verbo encontra-se no hifil, logo existe uma causa para este louvor, neste caso, como já vimos, a bondade de Deus. Por causa desta bondade, aqueles que vinham ao Templo para adorar, o faziam declarando esse fato na vida deles.
O verbo bendizer encontra-se no piel (uso mais comum deste verbo bendizer). A raiz deste verbo é traduzida por "abençoar". Normalmente, a bênção era transmitida de uma pessoa que estava numa posição maior para uma na posição inferior.
Tal tratamento tornou-se um meio formal de expressar agradecimento e louvor a uma pessoa por ter compartilhado um benefício de sua vida. É bastante comum que o SENHOR seja tratado dessa forma. A bênção no AT está diretamente ligada à natureza bondosa de Deus. Por esta razão Deus deveria ser bendito.
Portanto, no caso do salmo 100, essas palavras não aparecem como duas ações distintas, mas elas formam um paralelismo sinonímico (transmitem uma mesma idéia). Com isso, Aqueles que entram na presença do SENHOR, dão graças a ele porque realmente Deus tem sido bondoso com a vida de seu povo e lhe bendizem o nome por saberem que Deus, infinitamente superior ao seu povo, tem usado de bondade para com eles.
    Resumidamente, poderíamos dizer:
"Aquele que celebra ao SENHOR o faz porque Deus é bom!
Aquele que serve com alegria o faz porque o SENHOR é bom!
Aquele que tem conhecimento que faz parte do povo e é cuidado por este Deus, sabe que o SENHOR o faz porque ele é bom!
Aquele que entra na sua presença tem a certeza de que está na presença do maravilhoso Deus, porque o SENHOR é bom!
Aquele que glorifica o seu bendito nome, o faz porque o SENHOR é bom!"
3.2 Implicações do Salmo 100 para a vida do Cristão
1. Deus é o único alvo da nossa adoração. Não há outro Deus que importa ser adorado que não seja o nosso SENHOR;
2. O nosso serviço a Deus demonstra uma forma de adorarmos ao SENHOR por causa da sua bondade.
3. Chegamos à conclusão que Deus não é apenas o Ser criador de todas as coisas, inclusive do homem, mas é o Ser sustentador de tudo – a natureza e o seu povo.
4. Toda a nossa gratidão e hino de louvor são motivados pela bondade verdadeira de Deus na vida de seu povo. Assim como Deus é eterno; eterna é a sua bondade para conosco, então como não adorá-lo.
CONCLUSÃO
O Salmo 100 apresenta-nos uma oportunidade de pensar sobre a teologia e a prática de adoração. Nos cinco versículos deste hino, encontramos uma breve, mas poderosa expressão de adoração aceitável ao Senhor. Nos versos que o salmista apresentou, nestas poucas palavras líricas, podemos ver um modelo de culto que une alguns dos atos e atitudes mais importantes de adoração bíblica: o culto na presença do SENHOR e para o SENHOR; louvar a Deus por aquilo que ele fez e por aquilo que ele é; reconhecimento da grandeza de Deus no universo e na vida pessoal; entoar-lhe cânticos de adoração; etc.
Em uma única frase poderíamos descrever tudo aquilo que desejávamos transmitir na análise do poema:
De maneira simples e viva este Salmo diz para nós, Deus é Deus, somos dele. Ele é eternamente bom; adoremo-lo e louvemo-lo. É mensagem que qualquer um pode entender e mensagem a que todos devem obedecer.
A esse Deus seja dada toda a gratidão desde agora e para todo o sempre!
Amém!

Estudo Bíblico- Os Nomes de Deus

Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Respondeu Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. (Êxodo 3:13-14)


Na cultura judaica, o nome refere-se àquela parte que define a identidade, a natureza e a essência de cada ser. Para cada judeu, o nome é o seu chamado espiritual, um título que reflete seus traços particulares de caráter.

Nomes de Deus no Antigo Testamento

Elohim : Deus poderoso

El´- aquele que é forte – Elohim : plural
Uso ligado à soberania de Deus
Gn 1:1; Dt 5:23, 8:15; Sl 68:7; Is 45:18, 54:5; Jr 32:27

a) El´Shaddai – Deus todo-poderoso – importância pactual
Gn 17:1-2; 28:3;43:14;48:3 Ex 6:1-5; 17:1 Sl 91:1-2
b) El´Elyom : Deus altíssimo – majestade e possuidor de tudo
Gn 14:18-24; Dt 32:8 Sl 92-8
c) El´Olam – Deus Eterno – imutabilidade
Gn 21:33 Is 40:28

Adonai : Deus governador – superioridade Dt 10:17

Iavé (YHWH) : Deus Redentor Ex 3:1-4

a) Iavé Jireh – Deus proverá : Gn 22:14
b) Iavé Mecadishken – Deus santifica : Ex 31:13 Lv 21: 8,23
c) Iavé Nissi – Deus minha bandeira : Ex 17:15
d) Iavé Rohi – Deus pastor : Sl 23:1 => 1Pe 2:25, 5:4
e) Iavé Shalom – Deus é paz : Jz 6:24 => Rm 15:33 1 Ts 5:23
f) Iavé Tsidkenu – Deus é justiça : Jr 23:6 Lv 19:35-36
g) Iavé shamah – Deus ali – Ez 48:35
h) Iavé Elohim Israel : Senhor Deus de Israel : Jz 5:3; Is 17:6

Nomes de Deus no Novo Testamento

Théos : Deus – Jo 10:34; 1 Co 1:18-24, 15:18

Kyrios : Senhor , que possui poder : Lc 10:2, Fp 2:11

Atribuído também ao Filho e ao Espírito Santo : Fp 2:9-10 ; 2 Co 3:17-18

Páter (ou Abba em aramaico) – Pai : Ef 1:3, Jo 5:17-23 , Gl 4:17





fonte: http://adironteologia.blogspot.com

Premio para Equipe dos Plugados







Nosso irmão Presbítero Gleison Elias Pereira, usou de grande bondade para conosco e indicou nosso blog para receber a indicação deste reconhecimento da internet brasileira. Agradecemos primeiramente a Deus por ter nos permitido caminhar até aqui e também aos nossos mais de 11.000 visitantes e leitores.

precisamos ainda divulgar algumas regras para manutenção deste prêmio e dessa corrente de blogs de qualidade na Net.

Vamos às regras:

1. Exiba a imagem do selo "Olha Que Blog Maneiro" que você acabou de ganhar!

2. Poste o link do blog que te indicou.

3. Indique 10 blogs de sua preferência.

4. Avise seus indicados.

5. Publique as regras.

6. Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.

7. Envie sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com, juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá 1 caricatura em P&amp;B.

blogs indicados para receber o prêmio:



1  http://confeitariacrista.blogspot.com

2  http://gritosinocentes.blogspot.com

3  http://despertaiceifeiros.blogspot.com

4  http://jcsorg.blogspot.com/

5  http://membrodebanco.blogspot.com

6  http://bereianos.blogspot.com/

7  http://bereiano.blogspot.com/

8  http://direitoreformacional.blogspot.com/

9  http://doutrinacalvinista.blogspot.com/

10 http://juninhoacura.blogspot.com/

Louve ao Senhor no Salmo 100- Parte I


TEXTO: SALMO 100

Salmo de ações de graças. Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras. 2 Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. 3 Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio. 4 Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome. 5 Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.
INTRODUÇÃO
Seminarista Rogério Mattos
O ser humano, por natureza, é um ser religioso. O seu interesse nas coisas divinas é uma prova disso. Uma maneira em que esse interesse se expressa é no culto que ele oferece ao deus da sua vida. O povo de Israel não era diferente. O que distinguiu o povo de Israel dos demais povos não foi o fato de adorar um único Deus, mas as características da sua adoração.
Cultuar ou adorar significa dar honra a. É o ato de reconhecer a grandeza e a majestade de uma divindade. É uma expressão externa de uma atitude interna; é a convicção de que a divindade merece a nossa devoção. Assim, no Antigo Testamento, para os judeus, cultuar o seu Deus YHWH (IAVÉ) era tanto um ato como uma atitude
Esses dois aspectos do culto de Israel são evidentes na linguagem que o Antigo Testamento usa para descrever a adoração. O Salmo 100 é reconhecido como um hino de louvor e um convite para adorar a Deus. Este Salmo se destaca tanto pela simplicidade de linguagem como a profundidade das suas expressões teológicas.
Entre todos os salmos, este é um convite para entrar na presença do SENHOR com a única intenção de adorá-lo. A linguagem conduz os adoradores até os átrios do templo em Jerusalém onde podem contemplar a grandeza do SENHOR e oferecer uma resposta. É um Salmo que trata tanto das atitudes do adorador como suas ações. Assim, é um Salmo excelente para considerar a teologia de culto no Antigo Testamento e a sua análise teológica deve começar, estritamente, pelo texto.
Esta análise visa expor a situação histórica do Salmo e analisar algumas palavras chave que o autor escolheu para comunicar esta verdade, bem como a sintaxe das palavras no seu contexto gramatical.


I – ANÁLISE HISTÓRICO-CULTURAL

1.1 O Nome Salmos

A palavra salmo vem do grego psalmos que quer dizer um cântico ou um hino. A palavra hebraica para o livro é têhillím e significa louvores. O livro contém uma coleção de cento e cinqüenta cânticos da vida religiosa e da adoração hebraica – cânticos do coração do povo e que refletem suas experiências pessoais. Pode-se dizer que os salmos representam o antigo hinário do povo de Deus.
1.2 Autoria
Quem escreveu os salmos? Fazer esta pergunta é quase o mesmo que perguntar quem escreveu os nossos hinários modernos. A resposta pode ser – muitas pessoas. Muitos compositores contribuíram com a coleção de cânticos e poemas que conhecemos como o livro de salmos. A tese mais aceita é a de que alguém depois do cativeiro na Babilônia compilou esses salmos em um só volume, neste caso poderia ter sido o cronista Esdras.
Um problema para se estabelecer uma autoria dos salmos se deve ao fato de que "na maioria dos casos, o próprio texto dos salmos não indica o autor nominalmente.". Porém, quando encontramos alguma informação nos títulos dos salmos ele nos apresenta o "seguinte quadro tradicional: um salmo de Moisés (Sl 90); setenta e três de Davi (a maioria de acha nos livros I e II); doze de Asafe (50, 73-83); dez dos descendentes de Coré (42, 44-49, 87-88); um ou dois de Salomão (72? E 127); um de Hemã, o Ezraíta (88); um de Etã, o Ezraíta (89)".
1.3 A presença dos Salmos na Palavra de Deus
Os salmos têm um lugar singular na Bíblia, por dois motivos. Primeiro, ele nos dão uma visão de como era a adoração em Israel de maneira pessoal e congregacional. Certos salmos eram feitos para todos os "crentes". A congregação certamente usava, por exemplo, o salmo 136 como uma forma de leitura responsiva.
Outros salmos estão mais ligados às experiências do indivíduo. O salmo 3 descreve os sentimentos intensos de Davi enquanto ele fugia de seu filho Absalão. Muitos outros salmos revelam experiências pessoais de adoração.
Segundo, os salmos lidam com todos os aspectos da vida hebraica. O povo louvava a Deus por seus grandes feitos e por bênçãos especiais. Eles também agradeciam pelo perdão dos pecados. Algumas vezes, lamentavam as circunstâncias difíceis da vida e imploravam para que Deus amaldiçoasse os seus inimigos da fé. Os salmos conseguem abranger de maneira satisfatória a teologia e a vida diária das pessoas.
Paul House afirma que

nenhum outro livro do AT possui escopo histórico e teológico que se vê nos salmos. Como documento teológico o livro abrange toda uma gama de confissões bíblicas sobre o caráter, a atividade e os interesses do Senhor. Aqui Deus é chamado de criador, sustentador, protetor, salvador, juiz, estabelecedor de aliança e restaurador. Aqui se revela toda uma série de ações divinas que dão sentido a esses nomes, e aqui também se apresentam os ambientes históricos que fornecem o contexto para a realidade e reflexão teológica. Os principais acontecimentos da história de Israelita... são mencionados para dar sustentação às declarações do livro acerca do dia-a-dia das pessoas.

Os salmos declaram as verdades de Deus em um estilo cheio de beleza que fala tanto às nossas mentes quanto aos nossos corações.
1.4 A Divisão dos Salmos
Os salmos estão divididos em cinco livros. Esta divisão é feita para se fazer uma alusão aos cinco livros da Lei (hipótese bem aceita). Pensando nisso, o saltério ficou assim dividido:
Livro I – os salmos de número 1 ao 42;
Livro II – os salmos de número 43 a 72;
Livro III – os salmos de número 73 a 89;
Livro IV – os salmos de número 90 a 106;
Livro V – os salmos de número 107 a 150.
1.5 Os Tipos de Salmos
Os salmos estão classificados em 7 tipos de categorias, a saber:

  1. HINO – cânticos de louvor e ação de graças a Deus por aquilo que ele é e aquilo que ele fez;

  2. PENITÊNCIA – confissão do arrependimento pelo pecado, súplica pela graça e perdão de Deus;

  3. SABEDORIA – observações gerais sobre a vida, especialmente, acerca de Deus e de nosso relacionamento com ele;

  4. REALEZA – o tema principal é o rei como filho de Davi e instrumento especial de Deus para governar o povo;


  5. MESSIÂNICO –
    descreve alguns aspectos da pessoa ou do ministério do Messias;

  6. IMPRECATÓRIO – pedido a Deus por julgamento contra os inimigos de Deus e/ou os inimigos de seu povo;

  7. LAMENTO – lamento por uma situação; normalmente inclui declarações de lamento, confiança em Deus e afirmação de louvor a ele.
1.6 Data da Escrita
A data da escrita é muito difícil de precisar, visto que cada salmo fora escrito em tempos e épocas diferentes. Entretanto, Gagliardi tem uma opinião coerente a cerca da questão de data envolvendo os salmos com a qual nos ajudará a assumir uma posição quanto a esta questão.
Ele nos diz:

A data da composição é diferente da data da organização do livro, pois a maioria dos autores não pensava estar compondo para uma futura coletânea que serviria à liturgia do templo. As datas de composição são tão distantes quanto Moisés, cerca de 1440 a.C. (Sl 90) e talvez Esdras em torno de 450 a.C. (Sl 119) ou ainda o de número 126 e 137.

Sendo assim, o melhor é afirmarmos que a data da escrita dos Salmos é incerta.
1.7 Os salmos e o Cristão
Os salmos continuam sendo um tesouro de auxílio espiritual para os cristãos. Suas palavras falam ao nosso coração assim como certamente falaram ao coração de outros desde os dias eu foram escritos. Seja qual for o nosso estado de espírito, seja qual dor nossa situação, as vozes antigas nos convidam ouvi-las. Elas também já passaram por alegria, tristeza, luto, pecado, ira, confissão, perdão e outras experiências que tocam tão profundamente em nossas vidas. Elas nos chamam a aprender delas enquanto o Espírito Santo usa essas palavras para nos trazer para mais perto do Senhor.

TEMPOS DIFÍCEIS

"Quando Deus olha para você, Ele vê algumas coisas que todas as outras pessoas ignoram".
Myles Munroe

A vitalidade não nos vem em função de tempos de refrigério ou pelos prazeres que esta vida possa nos proporcionar, mas sim pelos problemas, angústias e desafios com os quais temos que nos defrontar. Um alterofilista sabe que, para que os seus músculos cresçam fortes e rijos, eles devem ser exercitados. Da mesma maneira, os músculos do seu caráter e da sua personalidade são fortalecidos pelas dificuldades que você tem de suportar.
Se não existisse a dor, nós não poderíamos reconhecer o prazer e, muito menos, desfrutá-lo. Os tempos difíceis trazem à vida tanto significado quanto os tempos de refrigério. Cada obstáculo que você transpõe faz de você uma pessoa ainda mais forte. Cada desafio que você suporta faz com que os tempos de bonança sejam ainda mais significativamente desfrutados e valorizados.
Desafios nos tiram da letargia, convidam-nos à ação, mostram-nos um caminho de crescimento. Imagine quão opaca seria a vida se as coisas caminhassem exatamente da maneira como você planejou. Demonstre uma nova apreciação pelos tempos de dificuldade porque eles trazem consigo imensas oportunidades. Levante-se para enfrentar os grandes desafios à sua frente e saiba, então, que a vida será muito mais doce.
Pr. Nélio Da Silva.

Para Meditação:"... não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel". Isaías 41.10

Veja o que aconteceu aos Apóstolos

ARA Atos 7:59 E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito!



A história narra o que aconteceu há alguns dos seguidores de Jesus:

  • Filipe – Apedrejado até à morte, na Frígia, no ano 54
  • Barnabé- Queimado vivo em Chipre, ano 64
  • Paulo – Decapitado em Roma ano 69
  • André- Crucificado em Acaia, ano 70
  • Mateus- Decapitado na Etiópia, no ano 70
  • Lucas – Enforcado na Grécia, no ano 93
  • Tomé – Atingido por uma Lança em Calamino, ano 70
  • Marcos – Arrastado até a morte em Alexandria, ano 64
  • Tiago (o menor) Morto a pauladas em Jerusalém ano 63


  • João preso e enviado a uma ilha de segurança máxima até sua morte.


    Frases e acontecimentos de alguns discípulos de Cristo:



    Vocês podem até nos matar, mas jamais poderão nos causar algum dano real (Justino, o mártir ano 165 morto por sua fé)



    O sangue dos mártires é a semente dos cristãos (Tertuliano, um dos maiores teólogos do cristianismo)



ARA Atos 16:23 E, depois de lhes darem muitos açoites, os lançaram no cárcere, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança.

ARA Atos 16:25 Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam.



Martírio de Policarpo

Ao ouvir que as autoridades o procuravam, Policarpo escondeu-se. Porém, foi descoberto por um menino e preso. Depois de servir uma refeição aos guardas que o prenderam, pediu-lhes uma hora de oração, e foi atendido. Orou com tal fervor que os soldados se arrependeram de tê-lo prendido. Todavia, levaram ao prôconsul e ele foi condenado. Antes, o prôconsul o pressionou: "Jura e te darei a liberdade. Blasfema contra Cristo". Ao que Policarpo deu a célebre resposta: "Durante 86 anos o tenho servido, e nunca me fez mal algum. Como blasfemaria contra o meu Rei, que tem me salvado?" (Policarpo Discípulo de João e ferrenho defensor da fé foi bispo de lião na gália)



Parece que pelos exemplos acima há alguma coisa fora da ordem hoje em dia não? Oremos a Deus que tenha misericórdia da nossa Igreja hoje, que não tem coragem de testemunhar e fazer diferença nem na esquina onde se da rua que se localiza.



ARA Acts 1:8 mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.

A Religiao Inventada Pelo Homem - Calvino

As Institutas da Religião Cristã - Livro I, Capítulo 5
* * *

Neste Capítulo, Calvino fala da magnífica manifestação do conhecimento de Deus na obra da criação, enaltecendo o ser humano como evidência máxima da sabedoria divina. Fala da superstição humana e do engano dos filósofos, mostrando a perversidade de toda religião inventada pelo homem. Mostra que só a ordem natural é insuficiente para manifestar a plena natureza de Deus e considera a Bíblia como a fonte única do verdadeiro conhecimento de Deus, capaz de proteger o homem do erro na avaliação desse conhecimento. Conclui dizendo que o conhecimento que a Bíblia nos dá a respeito do conhecimento de Deus é superior ao conhecimento que dele nos oferece a obra da criação.

Agora é preciso sustentar também que se afastam do Deus único todos quantos adulteram a religião pura, como acontece, necessariamente, com todos os que se entregam à sua própria opinião (a respeito de religião). É bem verdade que se orgulharão de ter em mente coisa melhor. No entanto o que pretendem ou o de que se convençam não vem muito ao caso, porque o Espírito Santo trata como apóstatas a todos quantos, por causa da cegueira da própria mente, colocam o demônios no lugar de Deus (I Co.10:20).

Por esta razão, Paulo afirma que os Efésios (2:12) haviam estado sem Deus até que tivessem aprendido, pelo Evangelho, o que significa adorar ao Deus verdadeiro. E não se deve restringir esta verdade a uma só nação apenas porque, em outro lugar (Rm.1:21), Paulo afirma, em termos mais gerais, que depois de ter sido manifestado aos homens, na própria estrutura do universo, a majestade do Criador, todos os mortais se tornaram vãos em sua cogitações.
E, por isso, para dar lugar ao Deus verdadeiro e único, a Escritura (Hc.2:18-20) condena como falsidade e mentira tudo quanto outrora foi celebrado a respeito da Divindade, entre os povos, e nem reconhece qualquer outra divindade senão no Monte Sião, onde florescia o adequado conhecimento de Deus.
No tempo de Cristo, sem dúvida, os Samaritanos, dentre os gentios, pareceram estar bem próximos da verdadeira piedade. Entretanto, Cristo (Jo.4:22) disse que eles não sabiam o que adoravam. Conclui-se daí que os Samaritanos foram enganados por erros fúteis.
Afinal, mesmo que nem todos se tenham entregue à prática de vícios grosseiros, ou nem todos se tenham resvalado para abertas idolatrias, nem mesmo assim existiu qualquer religião pura e aprovada, que tivesse se fundamentado apenas no senso comum. Pois ainda que uns poucos não tenham cedido à loucura do vulgacho, ainda permanece firme o ensino de Paulo (I Co.2:8), que diz que a sabedoria de Deus não foi aprendida pelos príncipes deste mundo. Ora, se até os mais excelentes dentre os homens andaram todos ao sabor das trevas, quê se haverá de dizer da própria escória?
Por isso, nada há de surpreendente no fato de o Espírito Santo repudiar como degenerescências, a todos os cultos inventados pelo arbítrio dos homens, visto que, quando se trata dos mistérios celestes, a opinião humana é a mãe do erro, não obstante nem sempre gerar abundante amontado de erros! Quando nada pior aconteça, contudo, não é falta leve adorar, ao acaso, a um Deus desconhecido (At.17:23). Nesta culpa, entretanto, conforme o próprio Cristo sentencia (Jo.4:22), incorrem todos os que não foram ensinados pela lei a respeito de quê Deus se deve cultuar.
E, na verdade, os que têm sido conclamados como os mais excelentes legisladores, não foram além da idéia de que a religião teria nascido do consenso público. É assim que , no Xenofonte, Sócrates louva a resposta de Apolo, que preceituou que cada um deveria adorar aos deuses da mesma forma como o fizeram os antepassados, e de acordo com o costume da própria cidade. Porém, de onde vem, aos mortais, o direito de definir, por sua própria autoridade, (A divindade que se deve adorar), direito esse que ultrapassa os próprios limites do mundo? Ou quem poderia, a tal ponto, concordar com as determinações dos ancestrais, ou com as ordenanças do povo, para receber, sem hesitação, a um Deus que lhe seja imposto em bases puramente humanas? Ao invés de cada um sujeitar-se à opinião alheia (a respeito desta matéria), cada um persistirá no seu próprio parecer.
Portanto, uma vez que é excessivamente fraco e frágil - na adoração de Deus - o vinculo da piedade, quer seja ele baseado na praxe da cidade, quer seja ele baseado no consenso da antigüidade, resta-nos receber, do próprio Deus, o testemunho que Ele nos dá de Si Mesmo.

O Estudo Bíblico Efetivo Parte V

O ESTUDO BÍBLICO EFETIVO PARTE V- PARTE FINAL
A APLICAÇÃO DO TEXTO
Como enfatizamos no inicio do curso, o estudo da Bíblia tem como objetivo supremo, transformar nossas vidas em todas as suas dimensões e não nos fazer mais cultos e conhecedores. Chegar a esta conclusão em nosso estudo é imprescindível.

Vamos a mais alguns passos?

  1. Após ler o texto e interpretá-lo corretamente, anotando todas as suas conclusões, arrume-as de maneira a poder compartilhá-las na primeira oportunidade. Nunca esqueça que aprendemos melhor quando ensinamos, cada vez que nos dedicamos a ensinar uma verdade esta é solidificada em nossos corações e mentes.



  2. Separe algum tempo para orar sobre estas conclusões. Deus lhe dará compreensão maior sobre tudo que foi estudado. Pergunte-se:
    1. O que aprendi sobre Deus?
    2. Há algum exemplo a seguir?
    3. Há algum erro a evitar?
    4. Há alguma ordem a obedecer?
    5. Há algum pecado a abandonar?
    6. Há promessas a reivindicar?


  1. Anote o que a partir desta hora você fará de prático no sentido de ser transformado à luz do que aprender. Seja específico nisso. Não coloque em suas anotações generalidades, aprenda a ser específico. Ao invés de decidir "orar pela conversão das pessoas" porque não dizer "orar pela conversão do meu pai?"

    1. IMPORTANTE: A Bíblia é hábito e educação. À medida que você vai praticando neste maravilhoso hábito, criará certamente um estilo próprio e pessoal.
    Estes princípios todos aqui anotados não são originais nem esgotam o assunto, mas é uma tentativa de lhes ajudar.

    O nosso desejo e oração é que o Senhor lhe abençoe no estudo de sua palavra.


    Caso deseje ler estudo anterior clique aqui


Confissao Belga Parte I

ARTIGO 1 - O ÚNICO DEUS
Todos nós cremos com o coração e confessamos com a bocal que há um só Deus2, um único e simples ser espiritual3. Ele é eterno4, incompreensível5 invisível6, imutável7, infinito8, todo-poderoso9; totalmente sábiol0, justo11 e bom12, e uma fonte muito abundante de todo bem7.
1 Rm 10:10. 2 Dt 6:4; 1Co 8:4,6; 1Tm 2:5. 3 Jo 4:24. 4 S1 90:2. 5 Rm 11:33. 6 Cl ; 1Tm . 7 Tg 1:17. 8 1Rs ; Jr . 9 Gn 17:1; Mt 19:26; Ap 1:8. 10 Rm 16:27. 11 Rm 3:25,26; Rm 9:14; Ap 16:5,7. 12 Mt 19:17. Veja também Is 40, 44 e 46.
ARTIGO 2 - COMO CONHECEMOS A DEUS
Nós O conhecemos por dois meios. Primeiro: pela criação, manutenção e governo do mundo inteiro, visto que o mundo, perante nossos olhos, é como um livro formoso1, em que todas as criaturas, grandes e pequenas, servem de letras que nos fazem contemplar "os atributos invisíveis de Deus", isto é, "o seu eterno poder e a sua divindade", como diz o apóstolo Paulo (Romanos 1:20. Todos estes atributos são suficientes para convencer os homens e torná-los indesculpáveis.
Segundo: Deus se fez conhecer, ainda mais clara e plenamente, por sua sagrada e divina Palavra2, isto é, tanto quanto nos é necessário nesta vida, para sua glória e para a salvação dos que Lhe pertencem.
1 Sl 19:1-4. 2 Sl 19:7,8; 1Co 1:18-21.
ARTIGO 3 - A PALAVRA DE DEUS
Confessamos que a palavra de Deus não foi enviada nem produzida "por vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo", como diz o apóstolo Pedro (2 Pedro 1:21). Depois, Deus, por seu cuidado especial para conosco e para com a nossa salvação, mandou seus servos, os profetas e os apóstolos, escreverem sua palavra revelada1. Ele mesmo escreveu com o próprio dedo as duas tábuas da lei2.Por isso, chamamos estas escritas: sagradas e divinas Escrituras3.
1 Êx 34:27; Sl 102:18; Ap 1:11,19. 2 Êx 31:18. 3 2Tm .
ARTIGO 4 - OS LIVROS CANÔNICOS
A Sagrada Escritura consiste de dois volumes: O Antigo e o Novo Testamento, que são canônicos e não podem ser contraditos de forma alguma.
A Igreja de Deus reconhece a lista seguinte:
Os livros do Antigo Testamento:
Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio (os cinco livros de Moisés); Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Ester, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares; Isaías, Jeremias (com Lamentações), Ezequiel, Daniel (os quatro profetas maiores); Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias (os doze profetas menores);
Os livros do Novo Testamento:
Mateus, Marcos, Lucas, João (os quatro evangelistas); Atos dos Apóstolos; Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses,
Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito, Filemom (as treze epístolas do apóstolo Paulo); Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro,
1, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse.
ARTIGO 5 - A AUTORIDADE DA SAGRADA ESCRITURA
Recebemos1 todos estes livros, e somente estes, como sagrados e canônicos, para regular, fundamentar e confirmar nossa fé2. Acreditamos, sem dúvida nenhuma, em tudo que eles contêm, não tanto porque a igreja aceita e reconhece estes livros como canônicos, mas principalmente porque o Espírito Santo testifica em nossos corações que eles vêm de Deus3, como eles mesmos provam. Pois até os cegos podem sentir que as coisas, preditas neles, se cumprem4.
1 1Ts . 2 2Tm ,17. 3 1Co 12:3; 1Jo 4:6; 1Jo 5:6b. 4 Dt 18:21,22; 1Rs 22:28; Jr 28:9; Ez 33:33.
ARTIGO 6 - A DIFERENÇA ENTRE OS LIVROS CANÔNICOS E APÓCRIFOS
Distinguimos estes livros sagrados dos livros apócrifos que são os seguintes: 3 e 4 Esdras, Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, os Acréscimos ao livro de Ester e Daniel, a Oração de Manassés e 1 e 2 Macabeus.
A igreja pode, sim, ler estes livros e tirar deles ensino, na medida em que concordem com os livros canônicos. Porém, os apócrifos não tem tanto poder e autoridade que o testemunho deles possa confirmar qualquer artigo da fé ou da religião cristã; e muito menos podem eles diminuir a autoridade dos sagrados livros.