Enchei-vos do Espírito Santo!

A PLENITUDE DO ESPíRITO SANTO

A Plenitude do Espírito Santo é a vida idealizada por Deus para todos os crentes, ela é o segredo do sucesso espiritual e a garantia da vida de santidade. Deus sempre quis um relacionamento íntimo com o homem e o fez a sua imagem e semelhança esse relacionamento, primeiramente idealizado, se quebrou devido ao pecado.
Jesus Cristo veio restaurar essa união do homem com Deus, mas de uma forma muito mais elevada pois o próprio Espírito Santo passa a morar dentro do homem definitivamente. Agora o homem desfruta de um benefício nunca antes imaginado, a plenitude do Espírito Santo nos torna pessoas verdadeiramente diferentes.
Muitas vezes, as pessoas têm confundido o Batismo do Espírito Santo com a Plenitude do Espírito Santo. Devemos entender que o batismo é uma obra única realizada na vida do crente no momento da conversão e a plenitude não. No batismo Jesus vem ao nosso encontro e nos faz nascer de novo, Na plenitude nós vamos ao encontro de Deus e buscamos ser enchidos por ele. Esse processo de "enchimento" pode ser realizado inúmeras vezes na vida do cristão.
No dia de pentecoste os discípulos foram batizados e cheios do Espírito Santo. O batismo nunca mais se repetiu, mas a plenitude sim. Em atos 4 é registrado a primeira perseguição da Igreja de Jesus. Os sacerdotes prenderam os apóstolos (At 4:1-3) e lhes fizeram ameaças (At 4:21). Quando foram soltos, os crentes se reuniram e clamaram pela soberania divina (At 4:29-30) e o que aconteceu? Verso 31 nos diz: Atos 4:31 31 E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.
Eles já haviam sido batizados e agora foram cheios, foram plenos do poder do Espírito Santo para testemunhar e em efésios 5:18 Paulo nos adverte:18 E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito,
O verbo está no imperativo, é uma ordem que todos os crentes se encham do Espírito Santo. O verbo está no plural, portanto, não existe uma classe especial de crentes mas todos podem e devem ser Cheios.
Uma idéia muito interessante é a da caixa d'água. Uma reservatório pode conter água mas não estar cheio e pode ter muita água ao ponto de transbordar! E também esse mesmo reservatório pode conter furos que deixam vazar a tão preciosa água. (1 Tessalonicenses 5:19
19 Não apagueis o Espírito.)
O que devemos fazer para ter sempre dessa água?
Essa também foi a pergunta da mulher samaritana. João 4:13-15
13 Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; 14 aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. 15 Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la.

Ela não discernia as coisas espirituais e achava que Jesus estava falando de uma água física. Mas sabemos que Jesus se referia a plenitude do Espírito Santo, a comunhão plena e restaurada da criatura com o criador.
Precisamos, antes de mais nada, termos sede para bebermos dessa água e ir buscar na fonte. Muitas vezes não temos sede e sabe que o acontece? Adoecemos, viramos terras secas. Lembremos de terras do sertão nordestino. Como elas se apresentam? Feias, rachadas, cheias de espinheiros, sufocantes, sem vida, assim é a história do crente que não tem a plenitude do Espírito Santo.
Apocalipse 22:17
17 O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida. Mas é preciso ir!
Tem sede meu amado irmão então vá e beba! E se não tiver peça para ter! João 4:10
0 Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva
.
E por que devemos ser cheios do Espírito Santo?
Além da bênção que é ter uma vida íntima com o Senhor Jesus, devemos buscar o enchimento do Espírito para:
1-serviço. Devemos ser cheios para servir e não para sermos orgulhosos ou nos acharmos uma classe de super crentes! O poder é para servir e não ser servido! Atos 1:8 mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
o que diz mesmo esse verso? Receber poder para que? Para sermos super crentes? Para sermos vasos especiais? Ah sim! recebemos o poder para testemunhar de Cristo!
2- Maturidade. A Bíblia usa a metáfora para conversão do novo nascimento. E realmente somos assim. Nascemos no mundo espiritual e devemos crescer só que alguns preferem ser crianças espirituais a vida toda. É só notarmos as atitudes de uma criança e comparar com a Igreja dos dias atuais. Como age uma criança? Birras, ciuminhos, etc. e o pior não temos o lado bom das crianças que é brigar e perdoar facilmente, somos crianças na versão piorada. É por isso vemos o verdadeiro jardim da infância nas igrejas. Birras e briguinhas das mais tolas e se constroem verdadeiros muros teológicos, mas, no fundo são todos crianças na fé. Quando temos uma criança que não cresce fisicamente ficamos logo preocupados e talvez até precisemos fazer um tratamento a base de hormônios para que ela cresça. E na vida espiritual deveríamos usar o mesmo principio criança que não cresce inspira cuidados! Deveríamos ficar preocupados com os crentes que não crescem e como nós mesmo quando não crescemos. Deveríamos tomar o remedinho crescimento tanto físico quanto mental! É simples: confessar os pecados, orar clamando a plenitude, estudo sério e diligente da Palavra= Vida Cheia do Espírito e Crescimento mais e mais saudável até que alcancemos a estatura do varão perfeito! Efésios 4:13 13 até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,
Lembremos que sem a plenitude do Espírito nunca chegaremos a entender perfeitamente a Cruz, nem a graça e muito menos chegaremos a estatura do varão perfeito que é Cristo. Nunca atingiremos a altura de um adulto se formos crianças na fé Paulo também chamou esse tipo de "carnais"
1 Coríntios 3:1-7 1 Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. 2 Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. 3 Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? 4 Quando, pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é evidente que andais segundo os homens? 5 Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. 6 Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. 7 De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
Assim, desejamos encerrar esse breve estudo suplicando a Deus que desejemos mais e mais sermos cheios do espírito santo muitas vezes e passemos a crescer fortes e saudáveis para a gloria de Cristo.
Senhor nos ilumine
Amém.

Educadores de Sodoma

EDUCADORES DA NOVA SODOMA
 Com a colaboração do Sem. Jorge José Pereira
No passado haviam duas cidades onde a prática homossexual era lei. Era algo tão arraigado na população que Deus mandou dois anjos destruírem essas cidades e Ló, sobrinho do patriarca Abraão, ao receber estes anjos teve sua casa cercada pela população tanto de velhos quanto de jovens para "liberar" esses anjos para que fossem abusados sexualmente. Genesis 19:4-5 4 Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; 5 e chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles. Ló e sua família eram os únicos heterossexuais da cidade e foram poupados por Deus antes da destruição completa das mesmas. Genesis 19:12-13 12 Então, disseram os homens a Ló: Tens aqui alguém mais dos teus? Genro, e teus filhos, e tuas filhas, todos quantos tens na cidade, faze-os sair deste lugar; 13 pois vamos destruir este lugar, porque o seu clamor se tem aumentado, chegando até à presença do SENHOR; e o SENHOR nos enviou a destruí-lo.
A nossa sociedade pós-moderna não está se tornando tão diferente da socidade sodomita pois os defensores da sexualidade liberal, em sua maioria, são ativistas da homossexualidade. Ambos trabalham por um mundo sem homofobia. Pelas vias constitucionais, sempre requerem o direito de escolha e opção sexual legal, mas pelas vias institucionais, educam e reprimem a sociedade a serem verdadeiros homossexuais ativos. 
Inibem o conservadorismo moral e tradicional, ativam a estimulação do sexo precoce entre nossas crianças e adolescentes. Os Pais passam a ter uma didática liberal com os seus filhos, sodomizados pela orientação dos educadores da sexualidade pagos com os nossos impostos. O liberalismo internacionalizado do Governo atual, proporciona este conceito: o homem acima de Deus e das escrituras Sagradas e a condenação do moralismo e do conservadorismo humano religioso.
Leiam abaixo uma notícia vinculada amplamente pela internet sobre sexualidade da "Sodoma" atual.


CARTILHA DA SEXUALIDADE - CURTINDO A VIDA

Atitude para curtir a vida - este é o tema pela reeducação sexual, promovida pelo Governo Federal nas escolas Públicas do Brasil. Este pacote mostra uma certa aparência de piedade e preocupação política com a saúde pública e o bem estar sexual infanto-juvenil. Enquanto nos hospitais públicos a falta de recursos produz uma situação de caos, o Governo Federal gasta dinheiro distribuindo cartilhas de educação sexual para crianças de classe média baixa. Uma instrução para lá de metódica e sexualizada, de acordo com as normas estabelecidas da UNESCO, UNICEF e o MEC.
A cartilha tem por método de educação sexual a "VIRAÇÂO" ( com o "R" em sentido oposto) representando a homossexualidade como algo normal entre adolescentes e podendo ser até algo prazeroso dar uma "viradinha" para seu amigo de colégio. O tal manual ensina como fazer, é só seguir as orientações deste livrinho ilustrado.


Caros Irmãos e leitores, Nada é novo debaixo do sol Ecclesiastes 1:9 9 O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol.. E o nosso Senhor na muda Hebreus 13:8 8 Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente.,

Nos levantemos como arautos do rei e denunciemos esses verdadeiros abusos e supliquemos a Deus por seu juízo para acabar de vez com esse sistema totalmente depravado e herege.

Senhor nos Ilumine. Amém.

Jornal Mostra Trabalho Dos Evangélicos No Brasil

Essa semana o jornal nacional está exibindo uma série de reportagens sobre o trabalho das igrejas evangélicas no Brasil.
Sabemos obviamente que a Globo não passou de ser uma ferrenha  perseguidora a uma bondosa protetora das Igrejas de fé evangélica mas tudo é uma questão financeira, ela precisa urgentemente de resultados e Tudo é uma questão de Marketing. A emissora viu que era mau negócio lutar contra uma parcela da população que só faz crescer. A Rede Globo foi desbancada várias vezes pela Record ficando em segundo lugar na audiência, percebeu que Macumba não dá IBOPE. Entretanto sejam por quais motivos forem, deveríamos nos alegrar e pensar como Paulo. filipenses 1:15  Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade;
filipenses 1:18  Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.

E também que essas reportagens sirvam de alerta e incentivo às nossas Igrejas, para que sejam mais presentes na comunidade em que estão inseridas,com fé e boas obras.Lembremos do que nos diz as Escrituras:Mateus 5:16 16 Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
Tito 3:14 14 Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos.

 tiago2:26 Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.

O trabalho dos Presbiterianos e Assembleianos


O Trabalho dos Metodistas


CASO NAO CONSIGA VISUALIZAR OS VÍDEOS BAIXE AQUI O FLASH PLAYER DE ACORDO COM SEU NAVEGADOR

A carta de Clemente de Roma



RESENHA
Por Frank de Melo Penha

ROMA, Clemente de. Carta aos Coríntios. Padres Apostólicos. São Paulo: Paulus, 1995, 360pp – Patrística. Tradução de Ivo Storniolo, Euclides M. Balancin.

Esta obra se reveste de caráter relevante para nós a começar pelo fato de ter sido o primeiro escrito original pós-apostólico a chegar a nossos dias, além desta importância histórica, do ponto de vista teológico e prático da igreja também existem pontos importantíssimos que são tratados quase que de forma incidental, que aproxima quase todo cristão que detém para si uma ótica evangélica e reformada. Ainda em consulta eletrônica feita ao Rev. Alderi de Sousa Matos, historiador oficial da IPB, o mesmo entre outros comentários salienta a relevância de tal carta: “A importância desse documento é óbvia: é o mais antigo documento cristão ortodoxo posterior ao Novo Testamento; sendo escrito a uma igreja Apostólica (Corinto)”.
O Autor se apresenta como Clemente e este falando em nome da Igreja de Roma (p.21), sobre o autor um grande Historiador da Igreja, Philip Schaff, em sua obra magma, Historia da Igreja Cristã, volume 2, pg. 637, apresenta duas teses principais sobre quem era este Clemente Romano, a primeira seria que ele era o Clemente citado na Carta de Paulo aos Filipenses (Fp 4:3); a segunda, que era um membro da distinta família da casa imperial, a família Flaviana. A igreja católica romana coloca-o como sucessor de Anacleto como quarto papa, porém cremos que na época em questão (ano 81-96) esta divisão que futuramente ocorrerá entre os ofícios de bispo e presbítero ainda não estava consolidada dada a proximidade com os escritos apostólicos onde essa divisão não se perfaz, veja que ao citar os oficiais instituídos pelos apóstolos Clemente fala apenas de Bispos e diáconos, inclusive Shaff ao comentar essa questão afirma que Clemente era provavelmente um co-presbítero junto com Lino e Anacleto. Um coisa que se pode dizer do autor com certeza é que ele era um grande discípulo de Pedro e Paulo, citando como exemplos a serem seguidos (p.27).
Provavelmente esta carta foi escrita no ano (81-96 d.c), no reinado de Domiciano, o qual moveu grande perseguição da igreja, o autor pode estar se referindo a isso logo no ínicio da sua carta ao falar que “desgraças e adversidades imprevistas...nos aconteceram uma após outra...”(p.23).
Quanto a motivação da Carta vemos que as divisões que Paulo tanto combateu (1Co 1:10-12) se arvoraram outra vez na Igreja de Corinto. Clemente parece indicar que tais divisões passaram ausentes por um período ao falar que no passado os coríntios consideravam “toda briga e divisão eram abomináveis” e eles “choravam por causa das faltas do próximo...”(p.25).
Fato é que esses partidos voltaram a aflorar e Clemente como movido por um sentimento fraterno escreve exortando aqueles irmãos a unidade citando virtudes a serem praticadas, para isso ele cita exemplos do velho e novo testamento (p.26,27) exorta contra a inveja (p.26), ao arrependimento (p.28), a obediência e a fé (p.29), a humildade e mansidão (p.32) e a paz e a concórdia (p.38). Daí traça-se uma segunda divisão na Carta onde o Autor procura demonstrar a fidelidade de Deus para com os Retos (pg.40), onde ele afirma que os desejos de Deus sempre se cumprem (pg.41), fala do poder de Deus na ressurreição de Cristo (pg. 41). Voltando a temática da unidade e subordinação mútua numa terceira divisão que na realidade se estende por todo o restante do livro. (pg. 50), importante se faz notar que esta unidade apresentada por Clemente, não é uma unidade que deve ser realizada a qualquer preço, pois ele afirma que é “melhor estar em conflito com homens sem bom senso, soberbos e jactanciosos em seus arrogantes discursos, do que estar em conflito com Deus” (p.39).
Entre os pontos importantes que vemos aqueles que seguem um linha evangelical reformada não podemos deixar de notar a ênfase dada pelo autor na graça e soberania de Deus, vemos um constante uso que clemente faz da designação “eleitos de Deus” para se referir aos coríntios (p.23,24,27, 57 duas vezes,58,59,60,64, 65, 70), afirmando que eles foram escolhidos por meio de Jesus Cristo (p.59), sendo eleitos para sermos o seu povo particular dentre todos os espíritos e seres vivos (p.70). Necessário se faz também observar a primeira declaração pós-apostólica sobre a Justificação, uma declaração que mostra como a teologia bíblica da salvação e justificação enviada a Roma por meio de Paulo quando escreve a sua Carta aos Romanos, estava latente, cristalina e brilhante aos olhos de Clemente, quando fala que a origem última de nossa justificação, ele declara que esta justificação não é alcançada “por nós mesmos, nem pela nossa sabedoria, inteligência, nem nas obras que realizamos com pureza de coração, mas pela fé e é por ela que Deus justificou todos os homens desde as origens “(p.46).
Diante de tais temas e do espírito evangelical e apostólico do autor poderíamos argüir porque a igreja posteriormente não inseriu no cânon tal escrito. Certamente a Soberania de Deus quanto a escolha e inspiração se faz essencial, do ponto de vista do texto em si geralmente os escritores mencionam que Clemente faz alusão a uma lenda mitológica, a da fênix, e acreditando nesta lenda, usa-a como base de argumentação para o que Deus irá fazer na ressurreição dos seus servos (p.42), não sabemos ao certo, fato é que apesar da igreja reconhecer a relevância deste escrito o tal não foi inserido no cânon oficial e posterior da Igreja.
Não poderíamos também deixar de lançar um pequeno alerta para o estudante de teologia e história que lança mão desta tradução da editora Paulus para o seu estudo, sempre quando possível importante se faz consultar a versão inglesa dos Pais Anti-Nicenos pela Hendrickson Publishers, pois notamos que em algumas partes as traduções se diferenciaram, o que parece ser influência da teologia católica do tradutor. Por exemplo na p.28, a tradução da Editora Paulus afirma que :”O Senhor deu a possibilidade de arrependimento a todos aqueles que queriam converter-se a ele”, ao passo que a tradução da Editora Hendrickson, p.7 coloca : “O Senhor concedeu local de arrependimento para todos aqueles que seriam convertidos a Ele”. A primeira tradução enfatiza o homem como agente e a segunda enfatiza Deus como agente.
Mesmo não sendo canônica esta carta de Clemente aos Coríntios ficará para sempre marcada na história como um testemunho privemo de que a Comunidade Cristã entendeu e adotou os postulados e doutrinas apostólicas, servindo para nós que somos seus descendentes, de memorial à fé que eles e nós abraçamos, o Evangelho da Soberana Graça de Jesus Cristo.

Sinceros Porém Errados


Além do mundo, ouvimos nas próprias igrejas evangélicas as pessoas dizerem que o importante não é a maneira de como nos aproximamos de Deus, desde que nos aproximemos. Há uma grande confusão onde muitas vozes são ouvidas, mas uma coisa é certa: a busca pelas experiências místicas e pela religiosidade tem aumentado de uma forma espantosa. Vi recentemente uma crente comentando a respeito de uma determinada novela completamente idólatra e politeísta do horário nobre. Ela me disse que a novela e o hinduísmo diziam muitas coisas certas e que estavam na Bíblia! Vejam o nível que chegamos. Na era atual tudo é verdadeiro e todo caminho dá na venda, Ou seja, tudo é válido para nos aproximarmos de Deus e experimentarmos um contato com ele desde de que sejamos sinceros. Será mesmo que essa é a perspectiva bíblica? Será que Deus não se importa da forma de como nos aproximemos dele contanto que nos aproximemos? Cremos que não. Vejamos alguns relatos das Escrituras.
Éden.

No relato do Éden sabemos bem o que aconteceu e como nossos pais caíram (a história é relatada capítulo 3 de Gênesis) Com a ajuda do Enganador, Adão e Eva foram levados à idéia de que se pudessem conquistar a independência de Deus e desenvolver sua própria sabedoria, sua própria experiência, seus próprios caminhos para a felicidade, eles se tornariam de fato como Deus (Gn 3.1-5). Não apenas eles desejavam estar próximos de Deus, mas eles queriam ser Deus! Eles ambicionavam ser capazes de escolher para si em que acreditar e como viver.

Ao fazerem sua desastrosa escolha eles reconheceram imediatamente que passaram a ser pecadores - rebeldes contra o reino de justiça divino. Envergonhados, eles tentaram se cobrir cosendo folhas de figueira para esconder sua nudez física. Essa é a essência da espiritualidade, de acordo com a sabedoria do mundo. É o processo de procurar remendar, encobrindo a culpa, o desespero e a vergonha. A espiritualidade oferece a auto-recuperação e a auto-ajuda ao invés da confissão do pecado e a total dependência de Deus para obter a completa redenção.
De fato, Adão e Eva fugiram da presença de Deus: "Quando ouviram a
voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?" (vs. 8-9).
Eles ainda estavam em fuga quando Deus alcançou o pobre casal. Que liberdade haviam eles alcançado? A mesma de um peixe fora d'água! É-nos relatado que seus olhos foram abertos (v. 7), mas o que viam? Nudez e vergonha. Adão explicou porque ele estava fugindo da presença de Deus: "Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi". Que confissão fazia alguém que havia acabado de descobrir que era um deus! Mas, obviamente, Adão percebeu que ele não era um deus. Na realidade, agora ele não era nem mesmo aquilo que tinha sido antes - uma criatura fiel e amiga de Deus.
Satanás havia mentido. Seu método de autodescobrimento, auto-deificação e de independência havia terminado em ruína total. Ainda assim, Deus não desejou que o pecado e a morte viessem a reinar. "Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu", (v.2 1) cobrindo-os com a justiça de Cristo em antecipação ao seu sacrifício. Mesmo tendo feito isso, todavia, Deus os expulsou do jardim, e colocou um querubim à porta do jardim para que nao comessem da árvore da vida e ficassem nesse estado de miséria e afastamento DELE eternamente.

O seu culto agrada a Deus?

Deus havia prometido um descendente de mulher que esmagaria a cabeça da serpente (satanás) e Eva certamente pensou que logo seu primogênito seria o Cristo, pois, ela chamou o menino de Caim "Aqui está ele" em hebraico. Na verdade ele foi o primeiro anticristo e peserguidor da verdadeira Igreja na história da humanidade. Caim tentou cultuar mas da sua maneira, do seu jeito, possivelmente ele fora ate sincero nos seus atos mas não fez segundo o que Deus havia determinado, sincero mas errado. Vemos no decorrer da narrativa que por perseguição religiosa ele matou o irmão chamado Abel, que fez segundo aquilo que Deus preceituara.
Abel achava que era perigoso se aproximar de Deus de maneira aceitável àquele que o busca. Abel sabia que deveria sacrificar das primícias do seu rebanho e sabia também que sem derramamento de sangue não haveria remissão de pecados, isso tudo apontava para Cristo que seria o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Talvez seu irmão Caim nao entendesse o porquê daquele sacrificio horrível! E fosse criativo fazendo o que desse na cabeça, já que era sincero de coração, e com a mesma percepção errada de hoje, de que todo caminho dá na venda, Caim foi rejeitado porque não fez o que Deus mandou que fizesse.
Séculos mais tarde temos a intrigante história de Nadabe e Abiú. Eles eram sobrinhos de Moisés, eram homens zelosos e dedicados e decidiram num belo dia "inovar" no culto ao SENHOR. Sabem o que aconteceu? Foram consumidos por fogo do céu. Interessante notar que muitas pessoas nos dias atuais pedem fogo, sem saber que na grande maioria das vezes fogo do céu significa castigo divino.
A mensagem é clara de Gênesis ao Apocalipse, vá para o inferno com sua própria justiça, isso inclui aquilo que você acha correto com relação à forma de culto ou aproximação de Deus, ou vá para o céu com a justiça de Cristo, que não é por obras mas por graça somente, creditada em sua conta unicamente pela fé.
Apenas quando nos achegamos a Deus da forma estabelecida por ELE, pelo mediador designado por ELE, podemos ter nossa mente e coração renovados e poderemos desfrutar doce comunhão e paz atraves DELE. Respeitemos as palavras de sua boca e sejamos iluminados.
Amém.

Cristo no Pentateuco Livro Números

Esta é a continuação dos estudos no livro de Números.
Estudos anteriores no livro de números clique aqui
O Nazireado
No capítulo seis temos a lei do nazireado. Fala-nos de consagração e devoção especial a Deus,o nazireu separava-se a si próprio. Cristo é o exemplo perfeito do nazireado. O voto era de um caráter todo especial, mas não devemos pensar que o que esta figura no cristianismo é uma coisa só para alguns. O sacerdócio, por exemplo, era privilégio de uma parte especial do povo de Israel, porém no cristianismo representa privilégio de todos. O nazireado fala-nos, sem duvida, de uma vocação especial, isto é, uma devoção e dedicação notáveis, porém isto agora pode ser um privilégio de todos que o desejem.
Haviam três coisas ligadas ao voto de nazireu: não podia beber nem vinho nem bebida forte; não deveria cortar o cabelo; e não podia entrar onde houvesse algum morto.
O vinho representa aquilo que alegra o coração do homem (Sal. 104:15), e aqui representa esses prazeres terrestres que, embora não tendo nada de mal em si, corrompem muitas vezes o coração, afastando-o em certa medida de Deus e das coisas de Deus. «A bebida forte» representa aquilo que tem ainda em maior grau esse caráter.
Ora, o nazireu era um homem que se consagrava a Deus ou se separava para Ele, e assim hoje é nosso privilegio supremo consagrarmo-nos de um modo especial e definitivo ao Senhor, para achar n'Ele o nosso pleno e suficiente prazer aqui na terra.
O fato de o nazireu deixar crescer o cabelo indicava que ele negava-se a si próprio, renunciando a sua dignidade e os seus direitos como homem para se consagrar inteiramente a Deus.
O terceiro ponto indicado do nazireu, não entrar onde houvesse um morto, nos aponta para impossibilidade e a incompatibilidade de Deus, do qual procede toda vida, com a morte. Lembremos depois que o homem pecou ficou sob o dominio de satanás recebendo como o salário a morte. Morte é algo antinatural o ser humano não foi feito para morrer. Mas nosso Deus é a fonte de toda a vida e é incompatível tanto com a morte quanto com o pecado. Então precisamos nos separar de tudo que tenha caído no poder da morte, em outras palavras, necessitamos urgentemente nos separar do pecado! Precisamos andar em santidade íntima e constante com ele.
Para nós, os dias do nosso nazierado só terminarão quando deixarmos este mundo. Nós somos exortados a apresentarmos nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Assim precisamos andar no poder da cruz negando-se a nós mesmos, subjugando os nossos corpos, e nos santificando sempre.
A VARA DE AARÃO
Na vara de Aarão que floresceu, sobre a qual lemos no cap 19, temos a figura de Cristo ressurreto, reconhecido por Deus como sumo-sacerdote. No cap. 16 vemos como o sacerdócio de Aarão foi posto em dúvida por alguns, de maneira que Deus o confirmou de um modo notável.
Moises recebeu dos filhos de Israel uma vara por cada tribo, doze varas de todos os príncipes das tribos, e sobre elas deveria escrever os nomes das respectivas tribos.
Sendo que o nome de Aarão estava escrito sobre a vara da tribo de Levi. As varas foram em seguida postas no templo da congregação diante do Senhor, determinando Ele que a vara do homem que tivesse escolhido floresceria. Assim, no dia seguinte, quando Moises entrou na tenda do testemunho eis que a vara de Aarão florescera; e brotara renovos e dera amêndoas. As doze varas eram secas, sem vida; mas Deus, o Deus vivo, entrou em cena e pelo seu grande poder Ele, deu vida à vara de Aarão e Moises trouxe-a para fora e mostrou ao povo. De uma madeira morta e inerte Deus agora trás fruto e vida. O sacerdócio fundava-se nessa graça divina e preciosa que da morte tirava a vida, e a vara de Aarão foi uma linda expressão dessa graça que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem.
A vara de Moises era o símbolo de poder e autoridade e não era suficiente em si para conduzir a congregação através do deserto. O poder podia destruir os rebeldes, mas só a graça e a misericórdia podiam sustentar um povo rebelde e pecador e conduzi-lo ao fim desejado. Foi em relação à vara de Aarão que o SENHOR disse: ACF Números 17:10 Então o SENHOR disse a Moisés: Torna a pôr a vara de Arão perante o testemunho, para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes; assim farás acabar as suas murmurações contra mim, e não morrerão.
No capítulo nove da Epístola aos Hebreus lemos em relação à arca da aliança, que nela estava "o vaso de ouro que continha o maná, a vara de Aarão que tinha florescido, e as tábuas da Lei" (ver. 4). Isto foi no tempo em que estavam no deserto. O maná e a vara foram a provisão da graça divina para Israel durante as atribulações do deserto. O maná o alimento, que falava de Cristo e a vara a graça sacerdotal. Mas quando tinham acabado as peregrinações no deserto e o povo já se achava na terra, muito tempo mais tarde, sob o domínio de Salomão e na glória do deste, lemos que "1 Reis 8:9 9 Na arca, nada havia, senão só as duas tábuas de pedra que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o SENHOR fez aliança com os filhos de Israel, saindo eles da terra do Egito"
Passadas para sempre as tribulações do deserto, permanecia somente aquilo que era o fundamento do governo do Senhor no meio do Seu povo.
Continua no próximo estudo.

Por Que Deus Permite Que Uma Bala Perdida Mate Gente Inocente?

• Por que Deus permite que uma bala perdida mate gente inocente?


Uma vez que acreditamos que Deus é o autor desse planeta e é soberano sobre ele, é inevitável perguntarmos onde ele está quando essas coisas ter-íveis acontecem.
Creio que a Bíblia responde a essas perguntas muitas e muitas vezes a partir de diversos pontos de vista e de muitas formas diferentes. Encontramos nossa primeira resposta, sem dúvida, no livro de Gênesis no qual aprendemos sobre a queda da humanidade.
A reação imediata de Deus à transgressão da raça humana contra sua determinação e autoridade foi amaldiçoar a terra e a vida humana. Morte e sofrimento entraram no mundo como resultado direto do pecado. Vemos a manifestação concreta disso no âmbito da natureza onde espinhos se tornam parte do jardim e a vida humana é agora caracterizada pelo suor da testa e pela dor que está presente até mesmo no nascimento de uma criança.
Isso ilustra o fato de que o mundo em que vivemos é um lugar que está cheio de tristezas e tragédias. Mas não devemos nunca concluir que exista uma correlação absoluta nessa vida entre o sofrimento e a culpa das pessoas vítimas de tragédias. Se não houvesse pecado no mundo, não haveria sofrimento. Não haveria acidentes fatais, nem balas perdidas. Porque o pecado está presente no mundo, o sofrimento está presente no mundo, mas não significa que se você tem dois quilos de culpa, vai receber dois quilos de sofrimento. Essa é a percepção que o livro de Jó tenta dissipar, assim como a resposta de Jesus à pergunta sobre o homem cego de nascença (Jo 9.1-11).
Por outro lado, a Bíblia deixa claro que Deus permite que tais coisas aconteçam e, de certa forma, ordena que tais eventos aconteçam como parte da situação presente que está sob julgamento. Ele não removeu a morte desse mundo. Mesmo que seja algo que pudéssemos considerar como uma morte prematura ou violenta, a morte faz parte da natureza das coisas. A única promessa é que haverá um dia quando o sofrimento cessará completamente.
Os discípulos de Jesus fizeram perguntas sobre situações semelhantes - por exemplo, o sangue dos galileus que se misturou com os sacrifícios feitos por Pilatos ou as dezoito pessoas que morreram quando um templo desabou. Os discípulos perguntaram como isso poderia acontecer. A resposta de Jesus foi quase severa. Ele disse: "se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis", outra vez trazendo a questão de volta ao fato de que a impiedade moral torna possível para Deus permitir que tais coisas horríveis aconteçam num mundo decaído.


  • No Antigo Testamento, Deus trouxe julgamento sobre Israel e sobre outras nações através de acontecimentos catastróficos. Isso ainda acontece?



Deus ainda é Deus? Deus ainda é Senhor da História? A diferença é a seguinte: Quando Deus usava uma catástrofe como um meio de julgamento no Antigo Testamento, sabemos que seu julgamento estava por detrás da catástrofe porque temos o benefício da revelação escrita, dizendo-nos que ali estava a mão de Deus na História. Enquanto vivemos nossa vida e observamos nações sofrendo catástrofes e a calamidade atingindo muitas pessoas, não sabemos exatamente qual a relação entre essas catástrofes e o julgamento de Deus.
Permitam-me construir um paralelo bíblico aqui. No capítulo nono do Evangelho de João, os fariseus levantaram uma pergunta sobre o homem cego de nascença: "quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" A resposta de Jesus: "Nem ele pecou, nem seus pais". Ele nasceu cego por uma razão completamente diferente. Não acontecera, na realidade, como expressão do julgamento divino. Esse texto, e todo o livro de Jó deveriam nos coibir, como indivíduos, de assumir que a tragédia, catástrofe ou calamidade de uma pessoa seja um ato direto do julgamento divino. Mas é possível que seja. Vemos casos sem conta nas sagradas Escrituras em que Deus, de fato, traz calamidade sobre a casa de pessoas que estão em flagrante desobediência para com Deus.
A Bíblia diz que somos culpados. Deus pode retardar o julgamento ou podemos receber julgamento temporal de suas mãos agora mesmo nesse mundo. Nunca sabemos com certeza se a calamidade que experimentamos como indivíduos é um ato direto de julgamento ou não. O que é verdadeiro para os indivíduos também é verdadeiro para as nações.
Lembro-me de ouvir Billy Graham dizer, num sermão há alguns anos: "Se Deus não trouxer julgamento sobre os Estados Unidos da América, ele: de pedir desculpas a Sodoma e Gomorra." Lembrem-se, Jesus avisou cidades que ouviram sua mensagem, Corazim e Betsaida, de que no dia juízo haveria mais tolerância para Sodoma e Gomorra do que para elas. Embora ora não tenhamos mais interpretações proféticas sobre as razões de Deus para trazer julgamento, sabemos que nenhuma nação jamais ficará isenta do julgamento de Deus.

 
fonte: Boa pergunta! RC Sproul Cultura Cristã

Frases sobre o Orgulho

Sobre o Orgulho


"Eu tenho mais medo do papa do meu 'Ego' do que do Papa em Roma e todos os seus cardeais" - Martinho Lutero
"Eu sei se sou orgulhoso; e, todavia, eu não conheço metade desse orgulho" - Robert Murray M'Cheyne
"Quando o orgulho tiver escrito o sermão, ele irá conosco ao púlpito" Richard Baxter
"Os homens frequentemente me admiram, e eu fico satisfeito, mas eu abomino o prazer que eu sinto" - Henry Martyn
"Eu me esforçava para ter uma visão do meu orgulho como a própria imagem do Diabo, contrária à imagem e graça de Cristo; corno urna ofensa contra Deus, e entristecimento do Espírito Santo; como a coisa mais irracional e tola para alguém que não tem nada singularmente excelente e que tem uma natureza tão corrupta quanto a minha" -- Cotton Mather
"Eu me mantenho em privado para ver a plena glória do Evangelho... e para a conquista de todo o orgulho remanescente do coração" - Thomas Shepard.
"Deveria esse homem se orgulhar de ter pecado como tu tens pecado, e por viver como tu tens vivido, e gasto tanto tempo, e entediado de tanta misericórdia, e omitido tantos deveres, e negligenciado tão grandes meios? - que tem entristecido tanto 'o Espírito de Deus, violado tanto a lei de Deus, desonrado tanto o nome de Deus? Deveria esse homem que tem tal coração como tu tens, se orgulhar?" –Esse homem sou eu! - Puritano Richard Mayo

Qual prefácio dos 10 mandamentos e o que ele ensina?

 
Continuando nossa série de estudos nos 10 mandamentos estudaremos as perguntas 43 e 44.
 
R: “O prefácio dos Dez Mandamentos está nestas palavras: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. E nos ensina que temos obrigação de guardar todos os mandamentos de Deus, por ser ele o Senhor nosso Deus e nosso Redentor”( Dt. 11. 1)( Ex 20.2 cf Dt 5.6)”

DA CASA DA SERVIDÃO

“O livramento de Israel da casa da servidão tipifica para o crente o livramento espiritual do pecado, de Satanás e do inferno. Nosso livramento espiritual é uma coisa maravilhosa, uma misericórdia pela qual deveríamos estar llouvando a Deus continuamento. A pergunta é relevante: por que não o louvamos mais por tal livramento? Por que nossa vida náo é um hino incessante de louvor a nosso Deus que nos libertou? Esse livramento é algo que repetidas vezes o cristão aceita sem pensar. Não parece existir o reconhecimento daquilo que ele fez por nós com respeito a isso. Cantamos:
Bondosa e amorosamente Jesus chegou; misericordiosamente me salvou;
E do abismo do pecado vergonhoso pela graça ele me levantou.
Da areia insustentável ele ergueu-me; bondosamente com a mão ergueu-me,
De sombras noturnas a campos de luz. Louvai e exaltai-o, ergueu-me Jesus!

Embora cantemos essas palavras, não percebemos tudo que está aí compreendido. Dizemos que percebemos tudo, sabemos dar resposta certas num teste de teologia, mas nossa maneira de vida muitas vezes demonstra uma falta de apreciação por nosso livramento. Pode nos ajudar nisso reconhecer mais uma vez do que é que fomos libertos. Pensemos no pecador por um momento. É um indivíduo que está preso ao pecado. Ele é escravo absoluto de sua própria vontade pecaminosa. O pecado reina sobre ele e não há nada que possa fazer para se livrar. É um indivíduo que está sob o comando de Satanás. Quem governa a mente do pecador é Satanás, e o individuo não pode fazer nada a respeito, porque está na ignorância. Satanás governa a vontade do pecador, e por isso o pecador estará obedecendo ao Tentador em cada situação. Satanás lhe coloca armadilhas, e cada passo tem no seu final uma mina satânica que não se pode contornar e que sempre irá destruir. É uma pessoa que está a caminho do inferno, do tormento eterno. Não há maneira pior de descrever o sofrimento, de retratá-lo, senão chamando-o pelo nome de inferno. A pior dificuldade da vida é fácil comparada aos terríveis castigos do inferno. Dessa servidão é que a pessoa redimida é liberta pela graça.
Como é possível nós não louvarmos nosso Senhor Deus por tal livramento? Como deixarmos de fazer todo esforço para agradecer-lhe por essa graça maravilhosa? Nada nos deverá deter de engrandecer o precioso nome de Jesus dando-lhe a posição preeminente em tudo que fazemos, dizemos e pensamos, tudo para a glória de Deus (Sl 111.1)”

HORN, Leonard T. Van. Estudo no Breve Catecismo.

Hinódia Cristã-Poesia Para Momentos Maus

Cristo estende sua forte mão!
Tens na tua vida mil problemas a enfrentar?
Tens desconfiança, já perdeste a esperança,
Sem nenhum amigo que te ajude a caminhar?
Cristo te estende sua forte mão.

Sempre perto está, sempre te ouvirá
Cristo, o Senhor. Não te deixará, nunca
falhará seu grande amor.
Lembra que nas horas de tristeza e aflição
Cristo te estende sua forte mão.

Tens só desespero, armagura e temor?
Andas inseguro, temeroso do futuro?
Sentes o cansaço de lutar em meio à dor?
Cristo estende a sua forte mão.

O Mito da Caverna, Sombras Sem Fim.

.
"O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol."
Eclesiastes 1:9

Vale a pena ver e pensar sobre esse vídeo

Bússola para dias desorientados- Credo Niceno

O Credo Niceno deriva-se do credo de Nicéia (composto pelo Concílio de Nicéia (325 AD), com pequenas modificações efetuadas pelo Concílio de Calcedônia (451 AD) e pelo Concílio de Toledo (Espanha, 589 AD). Este credo expressa mais precisamente a doutrina da Trindade, contra o arianismo. [1]  Eis o texto do Credo de Nicéia, conforme aceito por católicos e protestantes:

O Credo Niceno deriva-se do credo de Nicéia (composto pelo Concílio de Nicéia (325 AD), com pequenas modificações efetuadas pelo Concílio de Calcedônia (451 AD) e pelo Concílio de Toledo (Espanha, 589 AD). Este credo expressa mais precisamente a doutrina da Trindade, contra o arianismo. [1]  Eis o texto do Credo de Nicéia, conforme aceito por católicos e protestantes:

Creio em um só Deus, Pai Onipotente, criador do céu e da terra, e de todas as coisas visíveis e invisíveis.

Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos; Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus; gerado, não feito; consubstancial com o Pai, por quem todas as coisas foram feitas; que por nós e para nossa salvação desceu dos céus e encarnou, por obra do Espírito Santo, da virgem Maria, e se fez homem.
Foi também crucificado sob o poder de Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai; e virá outra vez com glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim.

Creio no Espírito Santo, Senhor Doador da vida, procedente do Pai e do Filho; que, com o Pai e o Filho, é juntamente adorado e glorificado; o qual falou pelos profetas.

E creio na igreja una, santa, católica* e apostólica. Reconheço um só batismo para remissão dos pecados e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

*Refere-se à Igreja de Cristo espalhada por toda a terra e não a igreja romana.

Hinódia Cristã - Castelo Forte

 Lutero fez da Palavra de Deus o ponto de partida e a autoridade final de sua teologia. Como professor das Sagradas Escrituras, a Bíblia tinha para ele grande importância. A Palavra de Deus, na realidade, transcendia o revelado na Bíblia, pois ela é nada menos que Deus mesmo, a segunda pessoa da Trindade, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós (Cf. Jo 1). Sim, essa Palavra se encarnou em Jesus Cristo, que, por sua vez, é a revelação máxima de Deus e sua máxima ação. Em Jesus, Deus se nos deu a conhecer e, como Cristo, venceu os poderes do maligno, que nos sujeitavam. A revelação de Deus é também a vitória de Deus. A Bíblia é, então, a Palavra de Deus porque nela Jesus Cristo chega até nós.
Lutero foi perseguido severamente por seus opositores e o  Parlamento decretou Lutero fora da lei e a destruição de seus escritos, mas os alemães o protegeram, escondendo-o em um castelo amigo. Durante o período em que esteve recluso, Lutero aproveitou para traduzir a Bíblia para o alemão, cujas cópias foram colocadas nos bancos das igrejas. Os dotes musicais de Lutero o impeliram a redigir, baseado no salmo 46, a letra daquele que viria a ser o hino da Reforma: "Castelo Forte"

Castelo Forte é o nosso DEUS
Escudo e boa espada
Com seu poder defende os seus, a sua igreja amada
Com força e com furor, nos prova o tentador
Com artimanhas tais, e astucias infernais
Iguais nao há na Terra

A nossa força nada faz, estamos nós perdidos
Mas nosso DEUS socorro traz e somos protegidos
Defende-nos Jesus, o que venceu na cruz
Senhor dos altos céus, que, sendo o próprio DEUS
Triunfa na batalha

Sim, que a palavra ficará
Sabemos com certeza
Pois ela nos ajudará com armas de defesa
Se temos de perder, familia, bens, poder
E, embora a vida vá, por nos Jesus está

E nos dará seu Reino!
E nos dará seu Reino!

Porque eu odeio religião.

Vale apena assistir esse vídeo muito interessante de Mark Driscoll

Igrejas da Escócia em Perigo de Acabarem de Vez


A Igreja da Escócia foi muito abençoada por Deus no passado, sendo uma das fortes igrejas da Reforma Protestante do século 16. Lá nasceu, por exemplo, a Igreja Presbiteriana do Brasil. Hoje, porém, enfrenta muitas lutas contra o secularismo. Para você ter uma idéia, há igrejas sendo pastoreadas por homens que não crêem em Deus. Como? - você deve estar se perguntando. A explicação está no fato de que o liberalismo teológico (aquele que ensina que a Bíblia pode ter erros, que Adão e Eva não existiram, Jonas não existiu, etc) encampou esta denominação fazendo com que o ministério pastoral fosse apenas mais uma profissão, de modo que, se alguém, um ateu por exemplo, quiser ser pastor, basta cursar uma faculdade de teologia, formar-se, e inscrever-se ao cargo. Triste e lamentável. Todavia, como nosso Deus é aquele que faz nascer luz até nas trevas (Sl 112.4) há um remanescente fiel naquela igreja, um grupo de crentes fiéis que não têm se dobrado ao erro. Neste grupo de resistência, está o nosso amigo, Rev. Dráusio Gonçalves, brasileiro, pastor da Igreja da Escócia. Ele nos escreveu nos pedindo orações, com as seguintes palavras:

"... Surge agora uma nova questão que não sei se é do conhecimento de vocês e é por isso que escrevo, pedindo que vocês orem pela General Assembly que ocorrerá do dia 20 ao dia 27 deste mês em Edinburgo. A nova questão é a seguinte: Uma das igrejas do presbitério de Aberdeen (quase norte da Escócia), recebeu um novo "pastor", porém, este homossexual confesso, tendo declarado que vive com um parceiro. Alguns membros dessa igreja se opuseram à induction (posse) deste pastor e se referiram ao Presbitério de Aberdeen. A questão se complicou a ponto de ser tratada agora na Assembléia Geral. Caso a Assembléia dê ganho de causa para que a posse do ministro seja feita, haverá um grande precedente aberto na denominação. E acredito que todos aqueles que porventura estejam aguardando uma oportunidade dentro do armário sairão para fora.

Essa situação tem preocupado em demasia muitas pessoas na igreja: pastores, presbíteros, diáconos, membros em geral. Nossa posição é que reconhecemos que a humanidade foi criada por Deus como homem e mulher e reconhecemos que o padrão estabelecido por Deus nas Escrituras é imutável e nisso está incluído o casamento mandado pelo Senhor tão somente entre o homem e sua mulher.

Um grupo chamado The Fellowship of Confessing Churches foi formado e, com outros grupos dentro da Igreja da Escócia, vai se levantar na Assembléia e posicionar-se a favor da Palavra de Deus como autoridade maior, juntamente com os símbolos de Fé. Meu presbitério me comissionou para representá-lo na Assembléia Geral em Maio. O propósito deste e-mail é, portanto, pedir por suas orações e daqueles que vocês conhecem, orações insistentes pelo socorro e ajuda do Senhor nesses dias que se seguem. Que o Nome dele seja honrado e sua vontade seja conhecida. Entendo que mesmo nao sendo mais membro da nossa amada IPB (infelizmente), penso que acima de tudo somos da Igreja do Senhor Jesus Cristo e como ministros e líderes nossa responsabilidade e chamado é lutar por ela e pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos.

Se você quiser consultar o website da The Fellowship of Confessing Churches veja no seguinte endereço: http://www.confessingchurch.org.uk/

Há nesse site um campo constando mais de 5 mil assinaturas em favor da posição Bíblica e, entre elas, um campo para que pastores e membros de igrejas de países fora do Reino Unido possam assinar se quiserem.

Confiando no Senhor da Igreja,
fraternalmente,
Dráusio Gonçalves

Oremos, portanto, pelos nossos irmãos da Escócia e unamos as nossas assinaturas às deles no site acima mencionado.

Pós-Modernismo Que Bicho é Esse?

Dificuldades da Pós-Modernidade

Nossos dias realmente estão se tornando dias de tribulação. Parece que estamos à deriva sem nenhum meio seguro que possa servir de referencial para sermos guiados. Isso acontece em todas as áreas inclusive nas igrejas. Parece que tudo virou um imenso mosaico, onde nada é permanente e nenhuma verdade é eterna ou absoluta.
Parece que a igreja está sem respostas sem conseguir realmente enfrentar este que é um inimigo terrível chamado pós-modernismo.
Gostaríamos de começar alguns estudos sobre o tema e mostrar que é possível sim ter um discurso exclusivista no mundo pluralista. Em primeiro lugar vamos analisar o nosso tempo que adota toda uma cosmovisão pós-modernista.


Algumas características que podemos ver nesse estilo de vida:

  1. A rejeição da verdade objetiva, ou seja, a cultura faz a verdade e essa cultura é produzida pelos mais ricos. Em ultima análise é o dinheiro que faz a verdade.
  2. Suspeita e incredulidade em relação às autoridades. Nenhuma autoridade goza de plena confiança. Tudo que uma autoridade fala pode ser questionado ou apenas visto como mais um ponto de vista.
  3. Moralidade indistinta e confusa. Isso nos diz que tudo é tolerável e que cada um vive da maneira como quiser viver.
  4. Busca pelo transcendente. Acredita-se em tudo, sem o crivo da razão e crê-se desde duendes até lenços abençoados e rosas ungidas.
  5. Não existe verdade absoluta. A verdade esta na mente de quem observa.
  6. Intuição e sentimentos aprovados e desejáveis.
  7. Impera a pseudo-tolerância e a pseudo-aceitação. Pois quando se trata de verdade absolutas, como as propagadas pelos cristãos, não se tolera nem sequer o mencionar da mesma, mas é válido fadas, gnomos elefantes com corpo de gente, budas, vacas sagradas etc.
  8. Tudo é relativo e não existem verdades absolutas. Deus é visto de várias formas e apenas nos é dito que é seu ponto de vista o meu é outro. Não existe a verdade, existe uma verdade na mente de que pensam assim. Logo o Cristo que afirmou: João 14:6 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. É apenas mais um a dizer um caminho para a verdade.


Esse é o cenário e estas são algumas das premissas do inimigo nossa pergunta é: será que a igreja de Cristo hoje está realmente pronta para dar respostas objetivas e defender e batalhar pela fé como faziam os cristãos do passado?

Estudaremos mais sobre o assunto em uma nova postagem

O Senhor Nos Ilumine.


René Montarroyos.

Catecismo Maior de Westminster


PERGUNTA 4. Como se demonstra que as Escrituras são a Palavra de Deus?

RESPOSTA: Demonstra-se que as Escrituras são a Palavra de Deus pela sua majestade[1] e pureza do seu conteúdo[2], pela harmonia de todas as suas partes[3] e pelo propósito do seu conjunto, que é dar toda a glória a Deus[4]; pela sua luz e pelo poder que possuem para convencer e converter os pecadores e para edificar e confortar os crentes para a salvação[5]. O Espírito de Deus, porém, ao testemunhar, pelas Escrituras e juntamente com elas, no coração do homem, é o único capaz de completamente persuadi-lo de que elas são realmente a Palavra de Deus[6].

REFERÊNCIAS BÍBLICAS:
[1] Os 8.12; 1Co 2.6,7; Sl 119.18,129; [2] Sl 12.6; Sl 119.140; [3] Lc 24.27; At 10.43; 26.22; [4] Rm 16.25-27; [5] At 18.28; Hb 4.12; Tg 1.18; Sl 19.7-9; Rm15.4; At 20.32; [6] Jo 16.13,14.

Jejum – A Ultima Fronteira

O QUE É JEJUM?

O Jejum é o passar algum tempo sem ingerir alimento ou água e não meramente o evitar certos alimentos que engordam o corpo.
Há o jejum parcial, normalmente exercitado durante tempo maior do que o tempo dos intervalos convencionais entre uma refeição e outra ou a supressão de alguns alimentos. Uma alteração tanto em quantidade como em qualidade. Em razão disso esse jejum pode ser a abstenção de alimentos saborosos e o uso exclusivo de alimentação bem simples, como o pão e a água.
Jesus praticou o jejum como elemento profundamente necessário à sua vida, ministério e devoção.
"A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome." (Mt 4: 1, 2.)
Jesus disse que o jejum deveria ser uma das mais sigilosas e secretas práticas, pelo menos durante a sua realização.
"Quando jejuardes,. não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porérn quando jejuares, unge a cabeça e_laya o rosto;
a fim de não parecer aos homens que jejuas, e, sim, ao teu Pai em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará." (Mt 6:16-18.)
Jesus colocou o jejum rigoroso e sério na condição de meio de graça e poder espiritual, em razão do quebrantamento da carne. Creio que na fraqueza e mortificação dos apetites da carne há uma maior manifestação do poder de Deus.
"Mas esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum." (Mt 17:21.)
"Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando sou fraco, então é que sou forte." (2 Co 12: 10.)

O QUE O JEJUM EXPRESSA ?
a - Tristeza: Em 1 Samuel 31: 13; 2 Samuel '1: 12 e 3:35; Neemias 1 :4; Ester 4:3 e Salmo 35: 13, 14, o jejum é a expressão da tristeza pela morte ou por notícias trágicas. Nesse sentido o Novo Testamento já não o recomenda pelo fato de que devemos aprender a viver contentes e em louvor em toda e qualquer situação (Fp 4:4; 4:11,12; 1 Ts 5:18.)
b - Tristeza pelo pecado e busca de restauração: Em 1 Samuel 6; 1 Reis 21:27; Neemias 9:1, 2; Daniel 9:3, 4 e Jonas 3:5-8, o jejum era a expressão mais profunda do arrependimento e do homem pelo pecado.
c - Busca de orientação - Em Êxodo 34:28; 2 Crônicas 20: 1-4 e Esdras 8:21-23, o jejum é realizado na expectativa de que na presença de Deus seja revelada a "jornada feliz" e a orientação segura para o futuro.
d - Consagração de vidas para o ministério: Em Atos 13:2,3 e 14:23, o jejum era praticado antes e durante a ordenação e o envio de homens chamados por Deus para ministérios específicos no Reino -de Deus,

O jejum tem efeitos espirituais maravilhosos, Quando um homem jejua ele está, entre outras coisas, dizendo que a comunhão com Deus tem mais "sabor" do que os outros alimentos. Ele está, dessa forma espiritual, alimentando-se da presença de Deus. O jejum deve ser observância sistemática na atual vida da Igreja.
"Vieram depois os discípulos de João, e lhe perguntaram: Por que jejuamos nós e os fariseus (muitas vezes), e teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem acaso estar tristes os convida- . dos para o casamento enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar. Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho; porque o remendo tira parte do vestido, e fica maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho e os odres se perdem. Mas, põe-se vinho novo em odres novos e ambos se conservam." (Mt 9:14-17.)





O jejum era uma realidade na vida de Paulo e todos os apóstolos. "2 Corinthians 11:27
27 em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; em fome e sede, em jejuns, muitas vezes; em frio e nudez".

Existem jejuns específicos para a confrontação com castas malignas. Aqui deve-se ter em mente que o poder não está no jejum em si mas na motivação espiritual que leva ao quebrantamento diante de Deus que é a fonte doadora de todo poder e virtude.
. O jejum sincero e cheio de motivação de amor leva o homem quebrantamento.




QUANDO O JEJUM NÃO CONTA COM A APROVAÇÃO DE DEUS.



- Quando é feito com o coração contencioso e irado.
Isaiah 58:3-4
3 dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta? Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. 4 Eis que jejuais para contendas e rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto.

- Quando a vida do praticante do jejum está envolta pelo pecado.
Jeremiah 14:10-12
10 Assim diz o SENHOR sobre este povo: Gostam de andar errantes e não detêm os pés; por isso, o SENHOR não se agrada deles, mas se lembrará da maldade deles e lhes punirá o pecado. 11 Disse-me ainda o SENHOR: Não rogues por este povo para o bem dele. 12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e, quando trouxerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, pela fome e pela peste.

- Quando o coração não está quebrantado, o jejum é apenas passar fome
Zechariah 7:3-6
3 perguntaram aos sacerdotes, que estavam na Casa do SENHOR dos Exércitos, e aos profetas: Continuaremos nós a chorar, com jejum, no quinto mês, como temos feito por tantos anos? 4 Então, a palavra do SENHOR dos Exércitos me veio a mim, dizendo: 5 Fala a todo o povo desta terra e aos sacerdotes: Quando jejuastes e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durante estes setenta anos, acaso, foi para mim que jejuastes, com efeito, para mim? 6 Quando comeis e bebeis, não é para vós mesmos que comeis e bebeis?

-Quando o coração é soberbo e hipócrita, Deus não aceita a sua oferta religiosa do Jejum.

Luke 18:9-14
9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! 14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.



Ultimo alerta- Vivendo no poder .e na dependência' do Espírito, e na inteira disposição de glorificar o nome do Senhor Jesus, cada crente é uma autoridade sobre as obras demoníacas.entretanto, lembrem-se que Jejum não é algo mágico, um tipo de espinafre espiritual que te dará poder e lhe conectará aos céus de maneira instantânea. O jejum não depende de quem jejua, contudo, daquele que recebe ou não a oferta, respondendo-a de forma positiva ou negativa. Pois ELE sonda as motivações dos nossos corações e rejeita de forma contumaz a falsidade.
"Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e, sim, porque os vossos nomes estão arrolados nos céus." (Lc 10:20.)

Fonte: Editora Mundo Cristão(adaptado).