Plugados

Recentemente, minha esposa estava trabalhando em casa em seu computador quando subitamente percebeu que a bateria de seu laptop estava fraca e o computador estava prestes a ser desligado. O aparelho, no entanto, estava plugado, logo não deveria estar utilizando a carga da bateria. Seguindo o cabo de energia até o cabo da extensão, ela finalmente percebeu que a tomada da extensão estava ligada em uma de suas entradas e não na tomada da parede! Ela olhou para mim e disse: “Podemos utilizar essa situação como reflexão para um devocional.”
Quando ela disse isso, lembrei-me de uma passagem das Escrituras sobre o poder de Deus. Isaías identifica a verdadeira e infinita Fonte de força na qual devemos nos abastecer — “…o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra…” (v.28). Em seguida, ele fala àqueles cuja força está em declínio, encorajando-os a esperar no Senhor para renovar suas forças (vv.29-31) Isaías 40:27-31.
Jesus referiu-se a nós como galhos habitando nele, que é a Videira (João 15:4-5). É um paralelo com a poderosa conclusão de Isaías (vv.31), que promete que, se estivermos plugados em Deus, correremos e não nos cansaremos, iremos caminhar e não nos cansar.
Quando nos encontramos fracos e angustiados, precisamos nos plugar na verdadeira Fonte de força e vida.
fonte: paodiario.org  

O Convite rejeitado

A Parábola das Bodas e das Vestes
Mateus 22: 1 – 14
O ensino desta parábola tem por objetivo nos dizer, que o convite à salvação é insistente, a todos indiscriminadamente alcança, pois todos estão carentes da graça, porem é cheio de justiça para aqueles que resistem. A parábola nos conta que o honroso chamado de um certo rei, foi rejeitado pelos súditos convidados, sob vários aspectos.
O primeiro grupo de convidados, revela total indiferença, pois sequer analisam o nobre gesto do rei em convidá-los (v.3); quanto ao segundo grupo de convidados, o que se percebe é a insubmissão, estes até analisam a proposta mas não se submetem, pois presumem ser seus interesses mais importantes e lucrativos (v.4); há também o grupo dos impiedosos; a impiedade deste terceiro grupo não apenas rejeita o convite, mas vai além, matam os portadores, fecham a porta da graça para si e para outros (v.6), permanecem na impiedade. Jesus se referia a estes quando orou: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vos não o quiseste!” (Lc. 13: 34). O rei lhes dirige um grande castigo e afirma: “os convidados não eram dignos” (vs. 7 e 8). Grande dor e lamento aguardam aqueles que rejeitam a graça de Deus.
São chamadas agora pessoas que estavam desnorteadas, elas trilhavam caminhos perigosos (encruzilhadas - v.9), e são convidadas a tomar outro rumo. A casa agora está cheia, os convidados são diversos e variados, mas o dono da festa era o mesmo, Deus não muda em seu ser, é preciso compreender bem os aspectos da graça de Deus. O texto sugere então um Deus:
•Presente. Ele anda no meio dos convidados, ele vê suas atitudes (v.11), repara em suas vestes: “Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial.” (v. 13). Assim como as vestes revestem o corpo, as nossas atitudes, boas ou más, cobrem as nossas almas;
•Santo. Ele não admiti em sua presença, aquele que se comporta indecentemente (v.11). “...não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene.” (Is. 1: 13);
•Zeloso. As coisas referentes a ele não podem ser conduzidas com desleixo ou negligência. Os filhos do sacerdote Eli são punidos com morte, pois não se portaram convenientemente no culto a Deus (I Sm. 2: 12 – 17; 3: 13), Ananias e Safira sofrem a mesma pena, por apresentarem uma oferta falsa à casa de Deus (At 5: 1 - 11). “Porque o Senhor, teu Deus, é fogo que consome, é Deus zeloso” (Dt. 4: 24). Este homem (v. 13) achou, talvez, que não seria percebido entre os demais convidados. Mas a presença, a santidade o zelo de Deus, não o deixaria impune. Sua reação foi emudecer, pois a falácia humana, não corrompe a justiça de Deus.
A parábola termina dizendo que muitos estão entre os que foram por Deus chamados, porém destes, poucos serão por ele escolhidos.
Pr. Jetro Calixto

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Tipos de sermões que atrapalham o culto

  Tipos de sermões que atrapalham o culto  Robson Moura Marinho  A Arte de Pregar – A Comunicação na Homilética. São Paulo: VIDA NOVA, 1999....