Vá Para Cruz e Morra! Sermão A.W. Pink



fonte: audivel.com

Cristo, Plenitude de Deus






Os Paradoxos de Cristo

 

Gregório Naziazeno

 

Cristo sentiu fome, como homem, e satisfez no homem a sua fome de Deus.

Que contraste – sentiu fome e era o Pão da Vida!

Cristo padeceu sede como homem e, contudo, havia dito: "O que tenha sede,

venha a mim e beba!"

Sentiu-se cansado algumas vezes e, entretanto, é nosso descanso.

Pagou tributo como vassalo, e era o Rei dos reis.

Foi chamado de diabo, e todavia expulsou os demônios.

Orou, e é o que escuta as nossas orações.

Chorou, e no entanto é o que enxuga as nossas lágrimas.

Foi vendido por trinta moedas de prata e, a despeito desse ignominioso fato, é o resgate do mundo.

Emudeceu como uma ovelha, e todavia é a Palavra Eterna. Não teve lugar próprio onde reclinar a sua cabeça, e contudo pertencem-lhe todas as possessões terrenas.

Todos o abandonaram; ficou sozinho, e malgrado dispunha na Eternidade de incontáveis legiões de anjos prontos a cumprir as suas ordens. Foi rejeitado e crucificado pelos homens, embora "tivesse vindo para o que era seu!" (Jo 1.11).

Não a Heterofobia!



- Conceitos e Preceitos Não São Preconceitos -
Recife (PE), 19 de março de 2007.
Exmo(a)s. Sr(as). Senadore(a)s
Senado Federal
Brasília – DF
Excelentíssimo(a)s Senhore(a)s,

 
Por Um Brasil Não Heterofóbico!
Em nome da Diocese do Recife – Comunhão Anglicana, das jurisdições eclesiásticas integrantes do Movimento Anglicano por Uma Causa Comum, e certo de que também expressamos a posição de milhares de brasileiros, particularmente integrantes das igrejas e organizações evangélicas, gostaria de expressar as nossas congratulações pela retirada de pauta do PL 5003/2001 – PLC 122/2006, a pedido da própria relatora, Senadora Fátima Cleide, aprovada unanimemente pelo plenário da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, presidida pelo eminente senador Paulo Paim, e a criação de um Grupo de Trabalho para estudar a matéria. Com essa sábia e sensata decisão, esperamos que seja assegurado o elementar Princípio do Contraditório, e que sejam ouvidos os setores da Sociedade Civil, que poderão ser afetados pela aprovação do referido projeto, se mantida a redação atual.
Vale recordar que Documentos Sociais emanados das Igrejas Cristãs, na Idade Contemporânea – consentâneos com as Sagradas Escrituras e a Tradição Apostólica – têm afirmado a dignidade de toda pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, detentora de iguais direitos e deveres. Os mesmos Documentos afirmam o Princípio da Isonomia, pelo qual todos os cidadãos são iguais perante a Lei, princípio norteador da nossa Constituição Federal e de todo o nosso Ordenamento Jurídico.
Preocupa-nos, por outro lado, a questionável tendência de se estabelecer diplomas legais para setores particulares do conjunto dos cidadãos, que poderá, em decorrência, resultar em limitações de direitos para outros segmentos. É tanto mais preocupante quando tais diplomas incorrem em sanções penais, notadamente penas restritivas da liberdade. Estudiosos do Direito já têm denunciado uma tendência do atual estágio do Estado ao que denominam de "pan-penalismo" ou "tirania penal", como um desnecessário e danoso furor normatisante-penalisante sobre o comportamento de cidadãos e segmentos sociais.

 
    Os avanços práticos do Princípio da Isonomia e da Dignidade da Pessoa não podem, nem devem incorrer em riscos de tiranias nem de maiorias sobre minorias, nem de minorias sobre maiorias. Os povos têm uma História, uma Cultura e Costumes, este último também uma fonte de Direito. A História já nos tem ensinado que fúrias iconoclastas têm, quase sempre, resultado em despotismos esclarecidos, de grupos auto-proclamados de iluminados e de vanguarda, com a pretensão de "civilizar" aqueles por eles considerados "atrasados", e que tem sido uma das mais nefastas facetas negativas da herança do Iluminismo. As mais graves violações dos Direitos Humanos, em nosso tempo, têm sido decorrentes dessa distorcida abordagem.
Bem sabem Vossas Excelências que, dentre os Direitos Civis emanados da nossa Carta Magna está a Liberdade Religiosa, não apenas em um sentido individualista, subjetivista, mas de crença e profissão da fé, que forma a visão de mundo dos seguidores das diversas religiões, seus valores, seus usos e costumes, sua contribuição para a Cultura e o seu exercício da Cidadania responsável, dentro da Lei, dos parâmetros do Pacto Social típico de um Estado Democrático de Direito, como prescreve a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, da Organização das Nações Unidas, subscrito por nosso País.
Como a sabedoria popular nos ensina que "não se pode cobrir a cabeça para descobrir os pés". Devemos sempre estar advertidos para que a afirmação dos direitos de uns não implique na negação dos direitos de outros, em atos de injustiça, geradores de tensões sociais.
A presença do Cristianismo, e de outras expressões religiosas, é um fato histórico no Brasil, e a religião uma variável social que não se pode negar, desprezar ou agredir. A separação entre Igreja e Estado não significa uma dicotomia radical, não comunicante, entre a Sociedade Política e a Sociedade Religiosa, como parte da Sociedade Civil. O Estado Laico, que todos nós prezamos, tem sido, muitas vezes, em nossa época, transformado em Estado Ateu ou em Estado Confessional, com Ideologias Materialistas fazendo às vezes de uma religião intolerante e excludente. O que aconteceu com o Nazismo e o Marxismo, de trágica memória, está hoje se manifestando, de forma mais sutil, porém cada vez mais crescente, no Ocidente Pós-Cristão, onde a Secularização está dando lugar a uma nova e perniciosa ideologia, o Secularismo, que tem a pretensão de tutelar e de se impor à Sociedade, ocupando o aparelho de Estado, em uma atitude agressivamente negadora do papel das religiões, particularmente das monoteístas, notadamente o Cristianismo. Esse, lamentavelmente, é o atual contexto preocupante de mudança cultural, do qual o Brasil não está isolado, nem isento de sua influência.
A União Européia, recentemente, recusou reconhecer o papel Histórico do Cristianismo no Preâmbulo da sua proposta de Constituição. Símbolos religiosos têm sido proibidos em vários países do Velho Continente. Grupos cristãos, operando há mais de um século, estão sendo proibidos de se reunir em Universidades britânicas, em cujo país projetos de leis ora em debate no Parlamento pretendem obrigar os orfanatos religiosos a permitir a adoção de crianças por pares homossexuais e proibir os Colégios religiosos de ensinarem os posicionamentos de suas igrejas sobre a Sexualidade Humana. A comemoração do Natal, ou a presença das Tábuas das Leis nos Tribunais, estão sendo atacados nos Estados Unidos da América. Um pastor luterano escandinavo foi detido por trinta dias por pregar, em sua Paróquia, um sermão contrário à opção pela prática homossexual.
São apenas alguns exemplos, dentre tantos, de uma Pós-Modernidade, que torna relativo os absolutos e torna absoluto o relativo (Relativismo), de um Multiculturalismo extremado, que não respeita a cultura das maiorias, e de um Secularismo ideológico, que tem como um dos seus alvos o ataque às religiões, em particular as monoteístas de revelação, em virtude dos seus ensinos normativos sobre Ética, Moral e padrões de comportamento. Não é exagero reconhecermos que estamos tendo, no Ocidente, mais um ciclo de sistemática perseguição religiosa, procurando-se forçar a sua irrelevância.
As religiões monoteístas semíticas de revelação escrita – o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo – têm estabelecido conceitos multisseculares, desde cinco mil anos, que consideram como valores a serem livre e publicamente expressados em sua vida social, cultural e política, e que são preceitos para os seus seguidores. Conceitos que muitas vezes se chocam com aqueles defendidos hoje pelo Secularismo, e com os estilos de vida emanados dessa ideologia em crescente processo de hegemonia. Objetivamente, sabemos que Conceitos e Preceitos não são Preconceitos.
Não há, então, apenas a possibilidade de um "Choque de Civilizações" entre o Ocidente e o Oriente, mas já se está dando um "Choque dentro da Civilização", no Ocidente, entre os adeptos da ideologia Secularista e as religiões monoteístas históricas. Choque esse que se evidencia na Academia, nas Artes, na Mídia e no interior do aparelho do Estado.
Com o colapso do modelo soviético, as esquerdas abdicaram de elaborar uma atualizada crítica ao Capitalismo como modo de produção, e a sua eventual superação, substituindo o seu núcleo ideológico pelo chamado "Politicamente Correto": uma original união de Socialismo e Puritanismo, ou, como já foi denominado, um "puritanismo de esquerda", com todas as intolerâncias dos seus co-irmãos conservadores. A denominada "Agenda Homossexual" decorre desse movimento cultural.
É importante, particularmente, denunciar a agressividade contra a minoria dos ex-homossexuais e, no Brasil, a criminalização pelo Conselho Federal de Psicologia, do direito de livre exercício profissional, vedado o trabalho terapêutico de apoio àqueles que, não se sentindo confortáveis com sua atual orientação, procuram o apoio de profissionais para a busca de alternativas que lhe tragam bem estar pessoal e sanidade. Psicoterapeutas e clientes, como cidadãos e como pessoas, são vítimas da violência dogmática e intolerante, pretensamente em nome da "Ciência", privados do inalienável direito ao exercício da liberdade. Corremos o risco de uma "Inquisição às Avessas", com a ideologia Secularista lançando mão do braço do Estado para impor normas e sanções, criminalizando e penalizando os que pensam, se manifestam e agem de modo divergente.

 
Alertamos para o risco de que o programa "Por Um Brasil Não Homofóbico" termine se transformando, na prática, na promoção "Por um Brasil Heterofóbico": do desrespeito ao direito (de religiosos e não religiosos) de se afirmar a normatividade dos padrões da estabilidade das uniões heterossexuais, ou do celibato voluntário.
A Comunhão Anglicana, e outras igrejas e religiões, afirmam a dignidade da pessoa humana, mas afirmam, também, a realidade do pecado (ao contrário da "bondade natural" defendida pelas ideologias seculares modernas) como um distanciamento físico, intelectual, emocional e moral dos seres humanos dos ideais do seu Criador. Afirmam, também, os direitos humanos e os deveres humanos. Afirmam, ainda, a acolhida, a escuta, o amor, a solidariedade e o respeito; mas, afirmam, igualmente, que a Graça de Deus em Cristo, pelo poder do Espírito Santo, alimentada pela Palavra e pelos Sacramentos, é capaz de transformar o que cada um de nós é – com nossas limitações, ambigüidades e negatividades – no que Deus pretende que sejamos, no processo permanente e dinâmico que a Teologia denomina de Santificação.
A tentação ou a prática homoerótica é apenas uma manifestação dentre tantas – nem maior, nem menor – do estado pecaminoso da humanidade, e essa prática, para os cristãos, é incompatível com os ensinos das Sagradas Escrituras. É dever dos cristãos amar os pecadores e rejeitar o pecado.
Anunciar a consciência do pecado e a possibilidade da Graça transformadora não deve ser entendido como uma atitude de agressividade, mas, sim, de amor pelo próximo.
Aqui, senhores Senadores e senhoras Senadoras, chegamos ao âmago da questão: a humanidade, nem o Brasil, terão experimentado grande progresso, se, em um movimento de cento e oitenta graus, apenas substituirmos a penalização dos homossexuais pela penalização dos anti-homossexuais; a penalização de uma minoria pela penalização de amplas maiorias.
Cremos que a Constituição Federal e todo o nosso Ordenamento Jurídico já são suficientemente claros na afirmação da dignidade de toda pessoa humana e na igualdade de direitos de todos os cidadãos. Preocupa-nos o fenômeno do pan-penalismo. Afirmamos os valores culturais morais que marcam a formação da nossa nacionalidade. Defendemos a Liberdade Religiosa, de clérigos e leigos, no interior de seus templos e lares, no seu trabalho e nas várias formas de inserção social, inclusive com suas doutrinas sobre a Sexualidade Humana, sem riscos de sofrerem processos penais, que poderão privá-los da sua liberdade.
Não se constrói um Brasil justo e solidário mandando para a cadeia os homossexuais ou os anti-homossexuais.
Que o Deus invocado no Preâmbulo da nossa Carta Magna vos ilumine como pessoas, como cidadãos e como legisladores, na construção do Bem-Comum.

 

 
Atenciosamente,
Dom Robinson Cavalcanti,
Bispo Diocesano
Diocese do Recife – Comunhão Anglicana

Epístola aos Romanos Por Martinho Lutero. Vale a Pena Ler! (Parte 1)


PREFÁCIO DA EPÍSTOLA AOS ROMANOS.

 

Martinho Lutero.

Esta epístola é a parte principal do Novo Testamento e o Evangelho mais puro. É digna que todo Cristão, não só tenha de memória palavra por palavra, como também se ocupe nela como o pão cotidiano da alma. Pois nunca pode chegar a ser lida e poderada o suficiente; e quanto mais é estudada, tanto mais preciosa e apetecível se torna. Porque até agora tem sido obscurecida de forma lamentável com comentários, e toda classe de charlatanismo, se bem que em si mesma é uma luz brilhante, quase suficiente para iluminar toda a Escritura.

 
    EXPLICAÇÃO DOS TERMOS USADOS NESSA EPÍSTOLA
    Antes de tudo, devemos conhecer sua linguagem, de maneira que saibamos o que São Paulo quer dizer com palavras como: LEI, PECADO, GRAÇA, FÉ, JUSTIÇA, CARNE, ESPÍRITO e outras semelhantes; pois do contrário a leitura não terá nenhum proveito.
    A LEI
    A palavra lei não deve ser entendida aqui no sentido humano, quer dizer, como ensino das obras que se têm de fazer, e as que se têm de evitar, o que é próprio de leis humanas, que se cumprem com obras, ainda que o coração não participe. Deus julga o íntimo do coração. Por isso sua lei exige o mais íntimo do coração e não se satisfaz com obras; pelo contrário, censura as que não procedem de um coração sincero, como hipocrisias e mentiras. Por isso chama de mentirosos todos os homens no Salmo 116:11, precisamente porque ninguém guarda ou pode guardar a lei de todo coração. Pois qualquer um encontra em si mesmo desprazer para realizar o bem, e prazer para realizar o mal. Quando não existe o livre prazer de fazer o bem, tampouco existe esta íntima harmonia do coração com alei de Deus; então certamente também há pecado e ira merecida de Deus, ainda que exteriormente apareçam muitas boas obras e uma vida honrada.
Por isso, conclui São Paulo, no segundo capítulo, que todos os judeus são pecadores, e afirma que somente os que praticam a lei estão justificados ante Deus. Quer dizer com isso, que ninguém se considere cumpridor da lei só pelo fato de realizar as obras da lei, senão que lhes diz: "Tu ensinas que não se deve cometer adultério, mas tu adulteras. Da mesma maneira que julgas a outro, te condenas a ti mesmo, porque o que julgas o fazes tu mesmo". Como se dissesse: Tu vives muito bem exteriormente nas obras da lei, e condenas aos que não vivem assim e sabes ensinar a qualquer um; vês o cisco no olho alheio, mas não vês a viga que tem no teu olho.
Porque ainda que exteriormente guardas a lei com obras por temor ao castigo, ou por amor ao prêmio, sem dúvida tudo o que fazes, fazes sem amor espontâneo da lei, senão com despra¬zer e por obrigação; e com gosto atuarias de outra forma, se a lei não existisse. Disso se deduz que tu és inimigo da lei no íntimo do teu corção. Que significa que ensinas a outro a não furtar, quando tu mesmo no íntimo do teu coração és um ladrão, e o serias exteriormente se pudesses? Claro que amiúde tam¬bém a obra exterior não se faz esperar por longo tempo em tais hipócritas. Portanto ensinas a outros, mas não a ti mesmo. Tu mesmo não sabes o que ensinas e nunca entendestes a lei corretamente. Com efeito, a lei aumenta mais o pecado, como disse o apóstolo no capítulo 5, posto que o homem se faz mais inimigo da lei quanto mais ela exige o que ele não pode fazer.
Por isso diz no capítulo sétimo: "A lei é espiritual". Que quer dizer isto? Se a lei fosse corporal então as obras bastariam. Mas como ela é espiritual, não bastam as obras, salvo que tudo o que faças se faça verdadeiramente de coração. Mas nin¬guém dá um coração semelhante, senão o Espírito de Deus, que faz o homem concordar com a lei, de maneira tal que sente agrado por ela de todo coração, e daí por diante faz tudo, não por temor, nem obrigação, senão por livre vontade, de coração. De tal forma a lei é espiritual que quer ser amada e cumprida por corações espirituais e exige um espírito tal. Se não se encontra este espírito no coração do homem, então permanece o pecado, o desprazer, a inimizade contra a lei que é, não obstante, boa, justa e santa.
Acostuma-te, pois, a esta forma de falar: uma coisa é realizar as obras da lei e outra coisa muito distinta, cumprir a lei. As obras da lei é tudo o que o homem faz e pode fazer em con¬formidade com a lei por sua livre vontade e por suas próprias forças. Mas dado que sob e junto a essas obras permanecem no coração o desprazer e a obrigação para com a lei, por esse mo¬tivo todas essas obras são perdidas e sem nenhuma utilidade. Isto quer expressar São Paulo no terceiro capítulo quando diz: "Nenhum homem será justificado diante de Deus mediante as obras da lei". Por isso, podes ver agora que os disputadores escolásticos e sofistas são sedutores quando ensinam preparar-se com obras para a graça. Como se pode preparar com obras para o bem aquele que ao executar qualquer obra o faz com desprazer e contra a vontade em seu coração? Como poderá agradar a Deus o que provém de um coração desprazeroso, e mal disposto?
Mas cumprir a lei é fazer suas obras com prazer e amor, viver de uma maneira piedosa e boa sem sua imposição, como se a lei e o castigo não existissem. Mas tal prazer de amor espontâneo é produzido no coração pelo Espírito Santo, como declara no capítulo quinto. Mas o Espírito não é dado senão somente em, com, ou pela fé em Jesus Cristo como disse na introdução. E a fé não vem senão somente pela palavra de Deus e o evangelho que prega a Cristo, que é filho de Deus e homem, morto e ressucitado por nós, como afirma nos capítulos terceiro, quarto e décimo.
Daí resulta que somente a fé justifique e cumpra a lei, pois obtém o Espírito pelo merecimento de Cristo, espírito que faz o coração alegre e livre, como o exige a lei: deste modo as boas obras provêm da fé mesma. Isto é o que indica no capítu¬lo 3, depois de haver rechaçado as obras da lei, dando a im¬pressão de que quisesse suprimi-la mediante a fé. Não, diz, nós estabelecemos a lei mediante a fé, isto é, a cumprimos mediante a fé.
Continua.

O Mundo Faz Sentido?

 
 
 
 
O Mundo Faz Sentido?



"Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte."
(Provérbios 16:25)
Esta afirmação do sábio Salomão, rei de Israel e famoso pesquisador judeu da antiguidade reflete a constatação feita por ele de que muitos, nesta vida, não encontram sentido ou significado para sua existência e nem razão de ser para as coisas, e que assim acabam tomando decisões e seguindo rumos que terminam em sua própria ruína.
A questão se existe sentido ou significado na existência é muito antiga. As duas posturas geralmente tem sido estas. Por um lado, os que acreditam na existência de um Deus poderoso e bom que tudo criou com um plano e um objetivo, e que orienta o mundo e a humanidade de acordo com ele. Desta perspectiva, existe uma finalidade última e maior para cada pessoa, embora nem sempre seja claramente perceptível. Uma versão não religiosa dessa visão é daqueles que acreditam em destino, sorte e azar, como forças impessoais que guiam o curso da história e dos indivíduos. Do outro lado, há os que acreditam que as coisas acontecem ao mero acaso, num redemoinho de eventos desconectados entre si, num mundo regido por leis naturais cegas, impessoais e sem qualquer propósito final.
Esta última postura tem influenciado grandemente a mentalidade e a maneira de ver o mundo da nossa geração, gerando, entre outras coisas, um vácuo de sentido e a fragmentação da realidade.
Aliás, uma das bandeiras do famoso intelectual francês Edgar Morin é a fragmentação do conhecimento na educação. Segundo ele,
... o sistema educativo fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que é inseparável, ignora a multiplicidade e a diversidade... As disciplinas como estão estruturadas só servem para isolar os objetos do seu meio e isolar partes de um todo. Eliminam a desordem e as contradições existentes, para dar uma falsa sensação de arrumação. A educação deveria romper com isso mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem.[1]
Concordamos totalmente com a avaliação de Morin. E gostaríamos de ir mais além e dizer que, em nossa opinião, a fragmentação que experimentamos na educação é mero reflexo da fragmentação da realidade que permeia a mentalidade do homem moderno, a qual, por sua vez, tem origem no conceito amplamente difundido pelo cientificismo moderno e por alguns ramos da filosofia de que o mundo não tem sentido.
Começando pelos filósofos epicureus até aos defensores do niilismo em nossos dias, sempre houve quem defendesse que vivemos num mundo governado pelo acaso, onde as coisas acontecem sem qualquer razão aparente ou real, num redemoinho constante de eventos totalmente desconectados, onde o acaso reina soberano.
Hoje, com o apoio de muitos cientistas que entendem que a ciência já provou que o universo é um sistema fechado de causas e efeitos, governados por leis cegas e mecânicas, a idéia de que existe significado e sentido na história, na realidade e conseqüentemente para a existência, acabou ficando relevada aos círculos religiosos, onde prevalece a crença em um Deus que criou todas as coisas e que conduz  sua criação de acordo com um propósito bom, embora muitas vezes imperceptível a olho nu.
Todavia, uma leitura desprovida de despreocupações quanto às implicações de admitir que existe sentido na realidade – entre elas, a existência de um Deus – poderá nos levar a ver que existem traços de propósito e sentido em tudo que nos rodeia e toca.  O reducionismo cientificista, que como o nome indica, reduz a existência humana a meras trocas químicas de átomos ao acaso, fechados num universo controlado por leis cegas, nos rouba de privilégios que se encontram enraizados no mais profundo de nosso ser, e que clamam por serem libertados, como o apreciar o belo, encontrar realização na transcendência, fazer o bem, amar sem querer nada em troca e ter satisfação em aprender e descobrir pelo que isto significa em si.
No fundo, o que está em jogo é a existência de Deus ou não, e que tipo de Deus existe. Os que não querem acreditar que Deus exista, terão necessariamente de optar pela visão reducionista e niilista de realidade e se conformar a se verem como meros sub-produtos de um processo cego que caminha para lugar nenhum, onde não existe misericórdia, perdão e bondade e qualquer sentido para a vida. Nas palavras do filósofo Schopenhauer, não existe um deus benevolente por trás da natureza e, portanto, não existe nenhum alvo pelo qual lutar.
Por outro lado, crer na existência de um Deus poderoso e bondoso, que se interessa por nós, longe de nos alienar da realidade, nos dá a perspectiva necessária para reconhecer que ela faz sentido e que tem um propósito. E desta maneira poderemos encontrar aquele fio da meada que, como um tema transversal, dá coesão e unidade à realidade e conseqüentemente à educação.


Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Doutrina da Bíblia- Bibliologia Palestra Jovens Parte II


C) O Termo Logos: Este termo grego foi utilizado no N.T. cerca de 200 vezes para indicar a Palavra de Deus Escrita, e 7 vezes para indicar o Filho de Deus (Jo.1:1,14; IJo.1:1;5:7; Ap.19:13). Eles são para Deus o que a expressão é para o pensamento e o que a fala é para a razão, portanto o Logos de Deus é a expressão de Deus, quer seja na forma escrita ou viva (Compare Jo.14:6 com Jo.17:17).
1) Cristo é a Palavra Viva: Cristo é o Logos, isto é, a fala, a expressão de Deus.
2) A Bíblia é a Palavra Escrita: A Bíblia também é o Logos de Deus, e assim como em Cristo há dois elementos (duas naturezas), divino e humano, igualmente na Palavra de Deus estes dois elementos aparecem unidos sobrenaturalmente.
D) Provas da Inspiração: Somos acusados de provar a inspiração pela Bíblia e de provar a verdade da Bíblia pela inspiração, e, assim, de argumentar num círculo vicioso. Mas o processo parte de uma prova que todos aceitam: a evidência. Esta, primeiro prova a veracidade ou credibilidade da testemunha, e então aceita o seu testemunho. A veracidade das Escrituras é estabelecida de vários modos, e, tendo constatado a sua veracidade, ou a validade do seu testemunho, bem podemos aceitar o que elas dizem de si mesmas. As Escrituras afirmam que são inspiradas, e elas ou devem ser cridas neste particular ou rejeitadas em tudo mais.
1) O A.T. afirma sua Inspiração: (Dt.4:2,5; IISm.23:2; Is.1:10; Jr.1:2,9; Ez.3:1,4; Os.1:1; Jl.l:1; Am.1:3;3:1; Ob.1:1; Mq.1:1).
2) O N.T. afirma sua Inspiração: (Mt.10:19; Jo.14:26;15:26,27; Jo.16:13; At.2:33;15:28; ITs.1:5; ICo.2:13; IICo.13:3; IIPe.3:16; ITs.2:13; ICo.14:37).
3) O N.T. afirma a Inspiração do A.T.: (Lc.1:70; At.4:25; Hb.1:1, IItm.3:16; IPe.1:11; IIPe.1:21).
4) A Bíblia faz declarações científicas descobertas posteriormente: (Jó.26:7; Sl.135:7; Ec.1:7; Is.40:22).
E) Teorias da Inspiração: Podemos ter revelação sem inspiração (Ap.10:3,4), e podemos ter inspiração sem revelação, como quando os escritores registram o que viram com seus próprios olhos e descobriram pela pesquisa (IJo.1:1-4; Lc.1:1-4). Aqui nós temos a forma e o resultado da inspiração. A forma é o método que Deus empregou na inspiração, enquanto que o resultado indica a conseqüência da inspiração. Portanto, as chamadas teorias da intuição, da iluminação, a dinâmica e a do ditado, todas descrevem a forma de inspiração, enquanto que a teoria verbal plenária indica o resultado.
1) Teoria da Inspiração Dinâmica: Afirma que Deus forneceu a capacidade necessária para a confiável transmissão da verdade que os escritores das Escrituras receberam ordem de comunicar. Isto os tornou infalíveis em questões de fé e prática, mas não nas coisas que não são de natureza imediatamente religiosa, isto é, a inspiração atinge apenas os ensinamentos e preceitos doutrinários, as verdades desconhecidas dos autores humanos. Esta teoria tem muitas falhas: Ela não explica como os escritores bíblicos poderiam mesclar seus conhecimentos sobrenaturais ao registrarem uma sentença, e serem rebaixados a um nível inferior ao relatarem um fato de modo natural. Ela não fornece a psicologia daquele estado de espírito que deveria envolver os escritores bíblicos ao se pronunciarem infalivelmente sobre matérias de doutrina, enquanto se desviam a respeito dos fatos mais simples da história. Ela não analisa a relação existente entre as mentes divina e humana, que produz tais resultados. Ela não distingue entre coisas que são essenciais à fé e à pratica e àquelas que não são. Erasmo, Grotius, Baxter, Paley, Doellinger e Strong compartilham desta teoria.
2) Teoria do Ditado ou Mecânica: Afirma que os escritores bíblicos foram meros instrumentos (amanuenses), não seres cujas personalidades foram preservadas. Se Deus tivesse ditado as Escrituras, o seu estilo seria uniforme. Teria a dicção e o vocabulário do divino Autor, livre das idiossincrasias dos homens (Rm.9:1-3; IIPe.3:15,16). Na verdade o autor humano recebeu plena liberdade de ação para a sua autoria, escrevendo com seus próprios sentimentos, estilo e vocabulário, mas garantiu a exatidão da mensagem suprema com tanta perfeição como se ela tivesse sido ditada por Deus. Não há nenhuma insinuação de que Deus tenha ditado qualquer mensagem a um homem além daquela que Moisés trasncreveu no monte santo, pois Deus usa e não anula as suas vontades. Esta teoria, portanto, enfatiza sobremaneira a autoria divina ao ponto de excluir a autoria humana.
3) Teoria da Inspiração Natural ou Intuição: Afirma que a inspiração é simplesmente um discernimento superior das verdades moral e religiosa por parte do homem natural. Assim como tem havido artistas, músicos e poetas excepcionais, que produziram obras de arte que nunca foram superadas, também em relação as Escrituras houve homens excepcionais com visão espiritual que, por causa de seus dons naturais, foram capazes de escrever as Escrituras. Esta é a noção mais baixa de inspiração, pois enfatiza a autoria humana a ponto de excluir a autoria divina. Esta teoria foi defendida pelos pelagianos e unitarianos.
4) Teoria da Inspiração Mística ou Iluminação: Afirma que inspiração é simplesmente uma intensificação e elevação das percepções religiosas do crente. Cada crente tem sua iluminação até certo ponto, mas alguns tem mais do que outros. Se esta teoria fosse verdadeira, qualquer cristão em qualquer tempo, através da energia divina especial, poderia escrever as Escrituras. Schleiermacher foi quem disseminou esta teoria. Para ele inspiração é "um despertamento e excitamento da consciência religiosa, diferente em grau e não em espécie da inspiração piedosa ou sentimentos intuitivos dos homens santos". Lutero, Neander, Tholuck, Cremer, F.W.Robertson, J.F.Clarke e G.T.Ladd defendiam esta teoria, segundo Strong.
5) Inspiração dos Conceitos e não das Palavras: Esta teoria pressupõe pensamentos à parte das palavras, através da qual Deus teria transmitido idéias mas deixou o autor humano livre para expressá-las em sua própria linguagem. Mas idéias não são transferíveis por nenhum outro modo além das palavras. Esta teoria ignora a importância das palavras em qualquer mensagem. Muitas passagens bíblicas dependem de uma das palavras usadas para a sua força e valor. O estudo exegético das Escrituras nas línguas originais é um estudo de palavras, para que o conceito possa ser alcançado através das palavras, e não para que palavras sem importância representem um conceito. A Bíblia sempre enfatiza suas palavras e não um simples conceito (ICo.2:13; Jo.6:63;17:8; Ex.20:1; Gl.3:16).
6) Graus de Inspiração: Afirma que há inspiração em três graus. Sugestão, direção, elevação, superintendência, orientação e revelação direta, são palavras usadas para classificar estes graus. Esta teoria alega que algumas partes da Bíblia são mais inspiradas do que outras. Embora ela reconheça as duas autorias, dá margem a especulação fantasiosa.
7) Inspiração Verbal Plenária: É o poder inexplicado do Espírito Santo agindo sobre os escritores das Sagradas Escrituras, para orientá-los (conduzí-los) na transcrição do registro bíblico, quer seja através de observações pessoais, fontes orais ou verbais, ou através de revelação divina direta, preservando-os de erros e omissões, abrangendo as palavras em gênero, número, tempo, modo e voz, preservando, desse modo, a inerrância das Escrituras, e dando à ela autoridade divina.
a) Observação Pessoal: (IJo.1:1-4).
b) Fonte Oral: (Lc.l:1-4).
c) Fonte Verbal: (At.17:18; Tt.1:12; Hb.1:1).
d) Revelação Divina Direta: ( Ap.1:1-ll; Gl.1:12).
e) Gênero: (Gn.3:15).
f) Número: (Gl.3:16).
g) Tempo: (Ef.4:30; Cl.3:13).
h) Modo: (Ef.4:30; Cl.3:13).
i) Voz: (Ef.5:18)
j) Explicação dos itens e,f,g,h,i: A inspiração verbal plenária fica assim estabelecida. Em Gn.3:15 o pronome hebraico está no gênero masculino, pois se refere exclusivamente a Cristo (Ele te ferirá a cabeça...). Em Gl.3:16 Paulo faz citação de um substantivo hebraico que está no singular, fazendo, também, referência exclusiva a Cristo. Em Ef.4:30 e Cl.3:13 o verbo perdoar encontra-se, no grego, no modo particípio e no tempo presente, o que significa que o perdão judicial de Deus realizado no passado, quando aceitamos a Cristo, estende-se por toda a nossa vida, abrangendo o perdão dos pecados do passado, do presente, e do futuro (IJo.1:9 trata do perdão do pecado doméstico e não do judicial). Jesus Cristo reconheceu a inspiração verbal plenária quando declarou que nem um til (a menor letra do alfabeto hebraico) seria omitido da lei(Mt.5:18 e Lc.16:l7).
III. ILUMINAÇÃO: É a influência ou ministério do Espirito Santo que capacita todos os que estão num relacionamento correto com Deus para entender as Escrituras (I Cor.2:12; Lc.24:32,45; IJo.2:27).
A iluminação não inclui a responsabilidade de acrescentar algo às Escrituras (revelação) e nem inclui uma transmissão infalível na linguagem (inspiração) daquele que o Espirito Santo ensina.
A iluminação é diferenciada da revelação e da inspiração no fato de ser prometida a todos os crentes, pois não depende de escolha soberana, mas de ajustamento pessoal ao Espirito Santo. Além disso a iluminação admite graus podendo aumentar ou diminuir (Ef.1:16-18; 4:23; Cl.1:9).
A iluminação não se limita a questões comuns, mas pode atingir as coisas profundas de Deus (ICo.2:10) porque o Mestre Divino está no coração do crente e, portanto, ele não houve uma voz falando de fora e em determinados momentos, mas a mente e o coração são sobrenaturalmente despertados de dentro (ICo.2:16). Este despertamento do Espírito pode ser prejudicado pelo pecado, pois é dito que o cristão que é espiritual discerne todas as coisas (ICo.2:15), ao passo que aquele que é carnal não pode receber as verdades mais profundas de Deus que são comparadas ao alimento sólido (ICo.2:15;3:1-3; Hb.5:12-14).
A iluminação, a inspiração e a revelação estão estritamente ligadas, porém podem ser independentes, pois há inspiração sem revelação (Lc.1:1-3; IJo.1:1-4); inspiração com revelação (Ap.1:1-11); inspiração sem iluminação (IPe.1:10-12); iluminação sem inspiração (Ef.1:18) e sem revelação (ICo.2:12; Jd.3); revelação sem iluminação (IPe.1:10-12) e sem inspiração (Ap.10:3,4; Ex.20:1-22). E' digno de nota que encontramos estes três ministérios do Espirito Santo mencionados em uma só passagem (ICo.2:9-13); a revelação no versículo 10; a iluminação no versículo 12 e a inspiração no versículo 13.
IV. AUTORIDADE: Dizemos que a bíblia é um livro que tem autoridade porque ela tem influência, prestígio e credibilidade (quanto a pureza na transcrição ou tradução), por isso deve ser obedecida porque procede de fonte infalível e autorizada.
A autoridade está vinculada a inspiração, canonicidade e credibilidade, sem os quais a autoridade da Bíblia não se estabeleceria. Assim, por ser inspirado, determinado trecho bíblico possui autoridade; por ser canônico, determinado livro bíblico possui autoridade, e por ter credibilidade, determinadas informações bíblicas possuem autoridade, sejam históricas, geográficas ou científicas.
Entretanto, nem tudo aquilo que é inspirado é autorizado, pois a autoridade de um livro trata de sua procedência, de sua autoria, e, portanto, de sua veracidade. Deus é o Autor da Bíblia, e como tal ela possui autoridade, mas nem tudo que está registrado na Bíblia procedeu da boca de Deus. Por exemplo, o que Satanás disse para Eva foi registrado por inspiração, mas não é a verdade (Gn.3:4,5); o conselho que Pedro deu a Cristo (Mt.16:22); as acusações que Elifaz fez contra Jó (Jó.22:5-11), etc. Nenhuma dessas declarações representam o pensamento de Deus ou procedem dEle (procedem apenas por inspiração), e por isso não têm autoridade. Um texto também perde sua autoridade quando é retirado de seu contexto e lhe é atribuído um significado totalmente diferente daquele que tem quando inserido no contexto. As palavras ainda são inspiradas, mas o novo significado não tem autoridade.

Bizarrices do Mundo Gospel 2! Adoradores de Umbigo,Veneradores de Cebolas, Comedores de Excrementos.

 
 Quando a gente pensa que ja viu de tudo na vida...


Cultos excêntricos

É incrível como as pessoas estão propensas a exercer fé nos mais estranhos tipos de deuses. Quando tocamos neste assunto, obviamente nos vem à mente alguns exemplos de cultos anormais, porém, os exemplos que seguem são tão excêntricos que desafiam os limites do que consensualmente denominamos de anormal. Vejamos:

Culto à cebola

Existe um grupo em Paris, França, que cultua a cebola. É isso mesmo. Estamos falando de um legume, considerado pelos adeptos como "bulbo divino". A liturgia do culto é a seguinte: as pessoas se reúnem em volta de uma cebola e vão descascando-a lentamente, camada após camada, até chegarem ao talo, que, segundo crêem, é a parte mais importante do ritual.

O indivíduo que estiver em concentração e contemplar a sagrada gastronomia, alcançará a pureza espiritual.

Adoradores do umbigo

Este culto também gira em torno da meditação, sendo que, desta vez, o deus venerado é o ventre, ou melhor, o umbigo. Dentro do templo, com as portas fechadas e um ambiente repleto de incenso, sob um calor quase insuportável, o grupo (também francês) se concentra em seus próprios umbigos. Acreditam que, pela meditação profunda, poderão regredir, por meio do seu próprio cordão umbilical, até o umbigo de Adão, onde, dizem, encontrarão a paz do paraíso original.

Ingestão de excrementos

Algumas seitas esotéricas, para adquirirem o que chamam de qualidades místicas (como, por exemplo, poder, força física e espiritual), ensinam a beber a própria urina. Até mesmo o padre Joseph Dillon, 53 anos, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida (SP), ficou conhecido por dizer em entrevistas que a urina seria a "água da vida". Essas práticas irracionais, do ponto de vista bíblico e científico, têm levado muitos a crer que ingerindo urina conseguirão força espiritual. Inclusive, há até congressos internacionais sobre o assunto. Mas muitos não se contentam em "deliciar-se" somente com sua própria urina, preferindo também comer as próprias fezes, como é o caso de algumas seitas hindus.

Veneradores do sexo

"Nós temos um deus sexy, uma religião sexy e um líder muito sexy, com um grupo de jovens seguidores extremamente sexy. Se você não gosta de sexo, que vá embora enquanto pode". Esta é uma das doutrinas centrais da seita que ficou conhecida por muito tempo como Meninos de Deus, hoje Família do Amor.

Seu líder, que se identifica como MO, pregava o sexo livre, inclusive para a prática de um evangelismo que denominam de "pesca coquete". Defendem a prática homossexual e a prostituição. É o "vale-tudo" do sexo no recrutamento de adeptos. Por isso, a seita foi denunciada e perseguida em vários países e continua sob investigação da Polícia Federal.

Igreja da Eutanásia

De acordo com este grupo religioso, os problemas do mundo são todos causados pelo excesso de população. Então, a solução "óbvia" proposta seria a redução da população. Mas como? Pelo suicídio, eutanásia, sodomia, aborto e canibalismo. Como não poderia deixar de ser, esse grupo também professa fé em elementos extravagantes.

Crêem em extraterrestres e se dedicam a práticas mórbidas.

Adoradores da luz

Tal grupo possui um corpo de crenças doutrinárias essencialmente esotérico. Acreditam que não precisam mais comer. Segundo eles, "comida é veneno", por isso se "alimentam" exclusivamente da luz do Sol. Por outro lado, a rejeição ao nosso tipo de alimentação, como dizem, pode provocar um poder espiritual capaz de fazê-los ter visões de seres espirituais, além de viagens astrais.

Este ascetismo fanático tem levado alguns praticantes à morte. O pior de tudo é que tentam mesclar essa doutrina perigosa com os ensinamentos bíblicos, dizendo que Jesus também a praticava. Tais ensinamentos, contudo, são alheios à doutrina cristã.

Os seguidores da "Bíblia Branca"

A Igreja Mundial do Criador é um grupo racista fundado em 1971, na Flórida, por Ben Klassen, ex-corretor de imóveis. É um dos movimentos que mais crescem nos EUA, segundo o jornal The New York Times.

São partidários da filosofia de Adolf Hitler e possuem um livro chamado White Bible [Bíblia Branca], no qual pregam o ódio contra os judeus e os negros, e defendem a supremacia da raça branca.

Baseado nesta nefasta ideologia, Benjamin Nathaniel Smith, membro ativo de extrema direita da seita, que chegou a alterar seu nome para August Smith porque considerava seu nome "excessivamente judeu", assassinou um coreano, cinco judeus e três negros. A justificativa? Ele os considerava "pessoas sujas". A seita possui sites espalhados pela Internet, onde convida crianças para seu evangelho de horror.

Cultos às celebridades

Os termos "adorar" e "ídolo" possuem uma conotação estritamente religiosa. Contudo, em seus significados clássicos, foram sendo gradativamente alterados, pela mente popular, com o surgimento da mídia televisiva. Muitos fãs fanáticos de astros do cinema e do esporte têm mesclado a devoção pelo artista com a fé religiosa. Alguns destes ídolos estão sendo literalmente adorados nos altares de templos religiosos que lhes são dedicados. Vejamos alguns exemplos:

Idólatras de Elvis Presley

Parece que a frase "Elvis não morreu" é muito mais que um simples chavão, pelo menos para os fãs religiosos da "Igreja Presleyteriana".

A home page do grupo mostra desde testemunhos de graças recebidas de adeptos até os 31 mandamentos de Elvis. Tal igreja foi fundada em 1998, na Austrália, após a líder e fundadora, Anna, ter tido uma experiência mística com o rei do rock. E, hoje, conta com algumas congregações espalhadas pelos EUA e possui até um "teólogo", o dr. Edwards, responsável pela parte doutrinária.

Entre as muitas práticas esdrúxulas exigidas pelo grupo, destacamos as seguintes:

- Pelo menos uma vez na vida os adeptos deverão peregrinar até Graceland.

-Todos devem possuir em casa os 31 preceitos de Elvis, que incluem receitas de comida.

Devem incentivar, diariamente, as crianças a elogiar o cantor já falecido.

Mas os disparates não param por aí. Determinado sacramento, uma paródia da santa ceia, é feito com carne moída e pudim de banana. Os hinos, é claro, são alusões ao ex-roqueiro, e tudo isso recheado de muito rock-and-roll.

Veneradores de Raul Seixas

Talvez não tão organizado como o do roqueiro norte-americano, o raulseixismo é um movimento que está ganhando cada vez mais perfil de grupo esotérico. Em muitos fãs-clubes, já se perdeu o limite entre a admiração e a veneração. E não é para menos, pois Raul Seixas tinha tudo a ver com religião. Suas músicas só começaram a fazer sucesso quando o compositor, hoje bruxo (é assim que ele se autodenomina), Paulo Coelho passou a compô-las.

Noventa por cento das músicas de Raul faziam alusão a temas religiosos, principalmente esotéricos. Seu último trabalho recebeu o título de "A panela do diabo". "Chegar a ser parecido com religião é uma coisa meio sobrenatural", avalia a socióloga Juliana Abonizio. "Os raulseixistas realizam quase uma peregrinação rumo ao autoconhecimento [...] Para a Cidade das Estrelas, uma pousada terapêutica coordenada pelo Instituto Imagick, vão alguns dos fãs de Raul.

Não se trata de religião, mas as obras do cantor estão entre as bases do Imagick, segundo o presidente do instituto, Arsênio Hipólito Jr. Na pousada, o objetivo é intensificar a luz de cada pessoa, inclusive por meio da reprogramação mental".

Discípulos de Jedi

Mais de 70 mil pessoas na Austrália declararam ser seguidoras de Jedi. A religião foi criada baseando-se nos filmes de Star Wars, o famoso Guerra nas estrelas, de George Lucas, o "papa" da ficção científica hollywoodiana.

Talvez tudo não passe de uma brincadeira de fanáticos cinematográficos, que promoveram uma enxurrada de e-mails incentivando os fãs a votarem no censo religioso como seguidores de Jedi. Para que se tornasse uma doutrina, era preciso que dez mil pessoas professassem a "fé Jedi". Mas o caso vem surpreendendo as autoridades, já que 0,30% da população australiana diz acreditar em tal "força", a fonte de poder dos cavaleiros "Jedis".

O jedaísmo prega os princípios de algumas religiões, como, por exemplo, a busca pelo autocontrole e pela iluminação. Sua estrutura assemelha-se às filosofias orientais, mas com valores cristãos. Por isso, não será estranho se algum dia ouvirmos alguém orar a "Saint Luke Skywalker"!

Adoradores de Maradona

Torcedores argentinos fanáticos resolveram radicalizar. Promoveram o ex-jogador Diego Maradona, ainda em vida, de "rei" do futebol a "deus" de uma seita denominada "Igreja Maradoniana", também conhecida como "A Mão de Deus", uma referência ao gol que o atleta marcou em 1986 contra a Inglaterra. O grupo possui menos de mil adeptos. Foi fundado em outubro de 2002, em Paso Sport, na cidade do Rosário. O único objetivo é a exaltação de Maradona.

Já possuem um templo, um calendário religioso para marcar os eventos principais da vida do craque, que se dividem em a.D (antes de Diego) e d.D (depois de Diego), e alguns hinos. Para não se sentirem inferiores às outras igrejas, resolveram criar também sua própria "bíblia", intitulada "Eu sou o Diego do povo", uma biografia do ex-jogador.

Notas de referências:
1 - http://www.malagrino.com.br/online/olmwaco.html
2 - Porque Deus condena o espiritismo, Jefferson Magno Costa, CPAD, p. 216-7.
3 - Ibid.
4 - Revista Defesa da Fé, nº 40.
5 - www.cacp.org.br
6 - http://www.churchofeuthanasia.org/
7 - Revista Defesa da Fé, nº 43.
8 - Nome da mansão que Elvis Presley comprou para
seus pais, em 1957, na cidade de Menphis, no Estado do Tennessee, EUA.
9 - http://www.geocities.com/presleyterian_church/home.html
10 -http://www.correiodabahia.com.br/2004/03/24/noticia.asp?link=not000090074.xml
11 - As seitas hoje, José Moraleda, Ed. Paulus, p. 10-1
Paulo Cristiano é Presbítero da Igreja Evangélica Assembléia de Deus,
professor de religiões, vice-presidente do CACP e escritor.

Fonte: http://www.iepaz.org.br

Um Credo Reformado




Uma Declaração Breve e Simples da Fé Reformada
Benjamin Warfield
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto*

1. Creio que meu único objetivo na vida e na morte deve ser glorificar a
Deus e gozá-lo para sempre; e que Deus me ensina a como glorificá-lo
em sua santa Palavra, isto é, a Bíblia, que ele deu pela inspiração
infalível do seu Espírito Santo, para que eu pudesse saber com certeza
no que crer concernente a ele e quais deveres ele requer de mim.

2. Creio que Deus é um Espírito, infinito, eterno e incomparável em
tudo o que ele é; um Deus, mas três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito
Santo; meu Criador, meu Redentor, e meu Santificador; em cujo poder
e sabedoria, justiça, bondade e verdade posso depositar minha
confiança com segurança.

3. Creio que os céus e a terra, e tudo o que neles há, são obra das mãos
de Deus; e que tudo o que ele fez, agora dirige e governa em todas as
suas ações; de forma que cumprem o fim para o qual foram criados; e
eu, que confio nele, não serei envergonhado, mas posso descansar com
segurança na proteção de seu amor todo-poderoso.
4. Creio que Deus criou o homem segundo a sua imagem, em
conhecimento, justiça e santidade, e entrou num pacto de vida com ele
sobre a condição única de obediência, que era o seu dever: de forma
que foi por pecar deliberadamente contra Deus que o homem caiu no
pecado e miséria no qual nasci.

5. Creio que, tendo caído em Adão, meu primeiro pai, sou por natureza
um filho da ira, sob a condenação de Deus e corrompido no corpo e
alma, tendente ao mal e suscetível à morte eterna; de qual estado
terrível não posso ser liberto, salvo por meio da graça imerecida de
Deus meu Salvador.

6. Creio que Deus não deixou o mundo perecer em seu pecado, mas
por causa do grande amor com o qual o amou, desde toda a eternidade
escolheu graciosamente para si uma multidão que ninguém pode
contar, para livrá-los do seu pecado e miséria, e deles edificar
novamente no mundo seu reino de justiça: no qual reino posso estar
seguro ter minha parte, se me apego a Cristo o Senhor.

7. Creio que Deus redimiu o seu povo para si através de Jesus Cristo
nosso Senhor; que, embora fosse e sempre continua ser o eterno Filho
de Deus, todavia nasceu de uma mulher, nascido sob a lei, para que
pudesse redimir aqueles que estavam sob a lei: creio que ele suportou a
penalidade devida aos meus pecados em seu corpo no madeiro, e
cumpriu em sua pessoa a obediência que eu devia à justiça de Deus, e
agora me apresenta ao seu Pai como sua possessão comprada, para o
louvor da glória de sua graça para sempre: portanto, renunciando todo
o mérito meu, coloco toda a minha confiança no sangue e justiça de
Jesus Cristo meu redentor.

8. Creio que Jesus Cristo meu redentor, que morreu por minhas
ofensas, ressuscitou para a minha justificação, e subiu aos céus, onde se
assenta à mão direita do Pai Todo-poderoso, faz contínua intercessão
pelo seu povo, e governa o mundo todo como o cabeça sobre todas as
coisas para a sua Igreja: de forma que não preciso temer nenhum mal e
posso saber com segurança que nada pode me arrebatar das suas mãos,
e nada pode me separar do seu amor.

9. Creio que a redenção realizada pelo Senhor Jesus Cristo é
eficazmente aplicada a todo o seu povo pelo Espírito Santo, que opera
fé em mim e através da qual me uno a Cristo, renova-me no homem
completo segundo a imagem de Deus, e me capacita mais e mais a
morrer para o pecado e viver para a justiça; até que essa obra graciosa
tenha sido completada em mim, e eu seja recebido na glória – na qual
grande esperança habita –, devo esforçar-me para aperfeiçoar a
santidade no temor de Deus.

10. Creio que Deus requer de mim, sob o evangelho, em primeiro lugar,
que, como resultado de um verdadeiro senso do meu pecado e miséria
e apreensão da sua misericórdia em Cristo, devo me voltar com tristeza
e ódio do pecado, e receber e descansar em Jesus Cristo somente para a
salvação; assim, ao ser unido a ele, posso receber perdão para os meus
pecados e ser aceito como justo aos olhos de Deus somente pela justiça
de Cristo imputada a mim, e recebida pela fé somente; e assim, e
somente assim, creio que posso ser recebido no número e ter direito
aos privilégios dos filhos de Deus.

11. Creio que, tendo sido perdoado e aceito por causa de Cristo, é
adicionalmente requerido de mim que ande no Espírito que ele adquiriu
pra mim, e por quem o amor é derramado em meu coração; cumprindo
a obediência que devo a Cristo meu Rei; realizando fielmente todos os
deveres que me são impostos pela santa lei de Deus, meu Pai celestial; e
sempre refletir em minha vida e conduta, o perfeito exemplo que foi
estabelecido por Cristo Jesus meu Líder, que morreu por mim e me
concedeu o seu Espírito Santo, de forma que eu possa fazer as obras
que Deus de antemão preparou para que eu andasse nelas.

12. Creio que Deus estabeleceu a sua Igreja no mundo e concedeu-lhe o
ministério da Palavra e as santas ordenanças do Batismo, a Ceia do
Senhor e a Oração; para que através desses como meios, as riquezas de
sua graça no evangelho possam ser feitas conhecidas ao mundo, e, pela
bênção de Cristo e a operação do seu Espírito naqueles que pela fé
recebem esses meios, os benefícios da redenção possam ser
comunicados ao seu povo: razão pela qual é requerido de mim também
que participe desses meios de graça com diligência, preparação e
oração, para que por meio deles eu possa ser instruído e fortalecido na
fé, e na santidade de vida e em amor; e que eu use meus melhores
esforços para comunicar esse evangelho e transmitir esses meios de
graça ao mundo todo.

13. Creio que como Jesus Cristo veio uma vez em graça, assim também
ele virá uma segunda vez em glória, para julgar o mundo em justiça e
designar a cada um sua recompensa eterna: e creio que se eu morro em
Cristo, minha alma será na morte aperfeiçoada em santidade e voltará
para o Senhor; e quando ele retornar em sua majestade, serei
ressuscitado em glória e feito perfeitamente bendito no pleno gozo de
Deus por toda a eternidade: encorajado por essa bendita esperança,
requer-se de mim tomar alegremente minha parte no duro sofrimento
aqui como soldado de Cristo Jesus, estando certo que se morro com ele
também viverei com ele, se sofro, também reinarei com ele.
E a Ele, meu Redentor,
com o Pai,
e o Espírito Santo,
Três Pessoas, um Deus,
seja glória eternamente,
para todo o sempre,
Amém, e Amém.

Fonte: Selected Shorter Writings of Benjamin B. Warfield –

Volume I, pp. 407-410. John E. Meeter, editor (Nutley, NJ:

Presbyterian and Reformed Publishing Company, 1970).

Bibliografia Básica



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ALVES, Roberto – Gramática Grega do Novo Testamento – Artes Gráficas Kirios;
AMORESE, Rubem M. – Meta-História – Abba Press;
ANDRADE, Ségio & SINNER, Rudolf von (Organizadores) – Diaconia no Contexto Nordestino – Editora Sinodal/EST;
ANDRÉ, Irmão – Desafiando os Limites da Fé – Mundo Cristão;
ANDRÉ, Irmão – E Deus Mudou de Idéia – Editora Atos;
ANDRÉ, Marco – Incômodo – Editora Betânia;
AQUINO, Rodrigo Bibo de – Rascunhos da Alma – Editora Refidim;
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ASSUMPÇÃO, Wanda – E os Dois Tornam-se Um – Editora Mundo Cristão;
AUGSBURGER, David – Importe-se o Bastante para Confrontar – Editora Cristã Unida;
AUGSBURGER, David – Importe-se o Bastante para Perdoar/Não Perdoar – Editora Cristã Unida;
BALDWIN, Lindley – Samuel Morris – Editora Betânia;
BARRO, Jorge H. & ZABATIEIRO, Julio – Discernimento Espiritual – Abba Press;
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BEEKE, Joel R. – A Tocha dos Puritanos – Editora PES;
BERNARDI, Newton – A Ilusão Do Livre Arbítrio – Abba Press;
BLANCHARD, John – A Minha Paz Vos Dou – Editora Fiel;
BOCK, Darrell L. – Jesus Segundo as Escrituras - Shedd Publicações & Edições Vida Nova;
BOOM, Corrie Ten – O Refúgio Secreto – Editora Betânia;
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BOST, Bryan J. – O Obreiro Aprovado – Editora Vida Cristã;
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BROKKE, Harold – Prosperidade Pela Obediência - Editora Betânia;
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BRUCE, F. F. – Merece Confiança o Novo Testamento? – Edições Vida Nova;
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BULTMANN, Rudolf – Jesus – Editora Teológica;
BUNYAN, John – O Peregrino – Ilustrado – Editora Mundo Cristão;
BURKETT, Bill – Pentecostais ou Carismáticos? – CPAD;
CAIRNS, Earle E. – O Cristianismo Através dos Séculos: Uma História da Igreja Cristã – Edições Vida Nova;
CALDAS, Carlos – Fundamentos da Teologia da Igreja – Editora Mundo Cristão;
CALVINO, John – Beatitudes, As Bem-Aventuranças – Fonte editorial;
CALVINO, John – Intitutas – Casa Editora Presbiteriana;
CALVINO, John – Romanos – Edições Parakletos;
CARDOSO, Gianna – As Descendentes de Eva e o Segundo Adão – Editora Nova Letra;
CARRIKER, C. Timóteo – Missão e a Igreja Brasileira V. 2 – Editora Mundo Cristão;
CARRIKER, C. Timóteo – Missão e a Igreja Brasileira V. 4 – Editora Mundo Cristão;
CARRIKER, C. Timóteo – Missão e a Igreja Brasileira V. 5 – Editora Mundo Cristão;
CARSON, D. A. – Os Perigos da Interpretação Bíblica – Edições Vida Nova;
CARSON, D. A.; MORRIS, Leon L. & MOO, Douglas J. – Introdução ao Novo Testamento – Edições Vida Nova;
CAVALCANTI, Robson – Reforçando as Trincheiras – Editora Vida Acadêmica;
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CHAMBERS, Oswald – Conforme Sua Imagem – Editora Betânia;
COLSON, Charles & PEARCEY, Nancy – E Agora, Como Viveremos? – CPAD;
CORWALL, Jim & Judson – O Cultivador de Pérolas – Abba Press;
COSTA, Antonio Carlos – A Certeza da Inspiração – Pontal do Atalaia;
COSTA, Antonio Carlos – Enquanto o Sonho Não Nasce – Pontal do Atalaia;
COSTA, Antonio Carlos – O Amor dos Redimidos – Pontal do Atalaia;
COSTA, Antonio Carlos – O Único Lugar de Repouso da Alma – Pontal do Atalaia;
COSTA, Antonio Carlos – O Verdadeiro Conhecimento de Deus – Pontal do Atalaia;
COSTA, Antonio Carlos – Pai, O Deus Cristão – Pontal do Atalaia;
COSTA, Hermisten M. P. – Breve Teologia da Evangelização – Editora PES;
CRABB, Larry – Como Construir um Casamento de Verdade – Editora Betânia;
CRABB, Larry – Conexão – Editora Mundo Cristão;
CRABB, Larry – O Lugar Mais Seguro da Terra – Editora Mundo Cristão;
CRUZ, Nicky - Foge, Nicky, Foge! – Editora Betânia;
CURY, Augusto – O Vendedor de Sonhos – Editora Academia;
DANIEL-ROPS, Henri – A Vida Diária nos Tempos de Jesus - Edições Vida Nova;
DOBSON, John H. – Aprenda o Grego do Novo Testamento – CPAD;
DRESCHER, John M. – Se Eu Começasse Meus Ministério de Novo – União Cristã;
DRISCOLL, Mark – Confissões de Um Pastor da Reformissão – Tempo de Colheita;
DRISCOLL, Mark – Reformissão – Tempo de Colheita;
DRIVER, John – Contra a Corrente – União Cristã;
DRIVER, John – Ouça Jesus, comentário Sermão da Montanha – União Cristã;
EDWARDS, Brian – Onde Estão os Apóstolos e Profetas? – Editora Fiel;
EDWARDS, Jhonathan – Pecadores nas Mãos de Um Deus Irado – Editora PES;
EHRMAN, Bart D. – O que Jesus Disse? O que Jesus Não Disse? – Editora Agir;
ELLIFF, Jim – Guiado Pelo Espírito – Editora Fiel;
ELLIFF, Jim – Fé Inútil – Editora Fiel;
FABIO, Caio – No Divã com Deus, V. 1– Editora Vinde;
FABIO, Caio – No Divã com Deus, V. 2– Editora Vinde;
FABIO, Caio – No Divã com Deus, V. 3– Editora Vinde;
FABIO, Caio – Tá Doendo! – Editora Vinde;
FEE, Gordon D. – Paulo, o Espírito e o Povo de Deus – United Press;
FERREIRA, Joel Antonio – Comentário Vozes – Primeira Epístola aos Tessalonicenses – Editora Vozes;
FOSTER, Richard – Celebração da Simplicidade – United Press;
FRIBERG, Bárbara & FRIBERG, Timothy – O Novo Testamento Grego Analítico – Edições Vida Nova;
FRODSHAM, Stanley Howard – “O Apóstolo da Fé”, Smith Wigglesworth – Danprewan Editora;
FROMKE, DeVern – O Maior Privilégio da Vida – Editora Betânia;
GALLAGHER, Steve – No Altar da Idolatria Sexual – Graça Editorial;
GEORGE, Timothy –- Teologia dos Reformadores – Edições Vida Nova;
GINGRICH, F. Wilbur & DANKER, Frederick W. – Léxico do Novo Testamento Grego/Português – Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. - Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 9 – A Era dos Novos Horizontes – Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. – Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 6 – A Era dos Reformadores – Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. – Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 2 – A Era dos Gigantes – Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. – Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 4 – A Era dos Altos Ideais – Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. – Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 8 – A Era dos Dogmas e das Dúvidas - Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. – Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 7 – A Era dos Conquistadores – Edições Vida Nova;
GONZÁLEZ, Justo L. – Uma História Ilustrada do Cristianismo, V. 10 – A Era Inconclusa – Edições Vida Nova;
GRAHAM, Billy – A Morte e a Vida Além – Editora Mundo Cristão;
GRUDEM, Wayne – Teologia Sistemática de Wayne Grudem – Edições Vida Nova;
GRUNDY, Robert H. Grundy - Panorama do Novo Testamento - Edições Vida Nova;
GRZYBOWSKI, Carlos Catito – Macho e Fêmea os Criou – Editora Ultimato;
GUTHRIE, Shirley C. – Sempre se Reformando – A Fé Reformada em um Mundo PluralistaEditora Pendão Real;
GUYON, Madame Autobiografia de Madame Guyon Editora dos Clássicos;
HENDRICKS, Howard & HENDRICKS, William – Vivendo na Palavra – Editora Batista Regular;
HENRICHSEN, Walter A. – Métodos de Estudo Bíblicos – Editora Mundo Cristão;
HOUSTON, James – A Fome da Alma – Abba Press;
HOUSTON, James – Orar com Deus – Abba Press;
JANSEY, Túlio – Filosofia e Teologia no Séc.XXI – Abba Press;
JEREMIAS, Joachim – Teologia do Novo Testamento – Editora Hagnos;
KELLER, Phillip – Nada me Faltará - O Salmo 23 à luz das experiências de um pastor de ovelhas – Editora Betânia;
KINLAW, Dennis – Pregação no Espírito – Editora Betânia;
KIVITZ, Ed René – Quebrando Paradigmas – Abba Press;
LACHLER, Karl – Prega a Palavra (Passos Pregação Expositiva) – Edições Vida Nova;
LANE, Tony – Pensamento Cristão, V.1 Dos Primórdios à Idade Média – Abba Press;
LANE, Tony – Pensamento Cristão, V.2 Da Reforma à Modernidade – Abba Press;
LAWSON, Steven J. – A Arte Expositiva de João Calvino – Editora Fiel;
LELOTTE, F. – Convertidos do Século XX – Editora Agir;
LIMA, Paulo César – O que Está Por Trás do G-12 – CPAD;
LLOYD-JONES, David Martyn – Depressão Espiritual – Editora PES;
LLOYD-JONES, David Martyn – Estudos no Sermão do Monte – Editora Fiel;
LLOYD-JONES, David Martyn – O Segredo da Bênção Espiritual – Editora Textus;
LLOYD-JONES, David Martyn – O Segredo da Bênção Espiritual – Editora dos Clássicos e Textus;
LLOYD-JONES, David Martyn – Pregação e Pregadores – Editora Fiel;
LOPES, Hernades Dias – Avivamento Urgente – Editora Betânia;
LOPES, Hernades Dias – Batismo de Fogo – Editora Betânia;
LOPES, Hernades Dias – Fome de Deus – Editora Hagnos;
LUCADO, Max – Simplesmente Como Jesus – CPAD;
LUTERO, Martinho – Do Cativeiro Babilônico Da Igreja – Martin Claret;
LUTERO, Martinho – Nascido Escravo – Editora Fiel;
LUTZER, Erwin E. – Cristo Entre Outros Deuses – CPAD;
MACARTHUR JR., John F. – A Guerra Pela Verdade – Lutando por certeza numa época de engano – Editora Fiel;
MACARTHUR JR., John F. – Com Vergonha do Evangelho – Quando a Igreja se torna como o mundo – Editora Fiel;
MACCARTNEY, BILL – Ser Homem – Editora Betânia;
MAHANEY, C. J. – Humildade - Verdadeira Grandeza – Editora Fiel;
MAIA, Hermisten – Fundamentos da Teologia Reformada – Editora Mundo Cristão;
MARIA, Lourdes & ROCHA, J. Augusto – Fuga do Inferno (testemunho) – Editora Betânia;
MARSHALL, Catherine – O Consolador – Editora Betânia;
MARTIN, Albert N. – O Que é um Cristão Bíblico? – Editora Fiel;
MATHER, George; NICHOLS, Larry A. & SCHMIDT, Alvin J. – Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo – Editora Vida;
MATOS, Alderi Souza de – Fundamentos da Teologia Histórica – Editora Mundo Cristão;
MCGAW, Francisco A. – O Homem que Orava (história do John Hyde) – CPAD;
MESQUITA, Antonio Neves de – Povos e Nações do Mundo Antigo – Uma História do Velho Testamento – JUERP;
MESTERS, Carlos – Paulo Apóstolo, Um Trabalhador que Anuncia o Evangelho – Paulus;
MOLTMANN, Jürgen Moltmann – Quem é Jesus Cristo para Nós Hoje? – Editora Vozes;
MOLTMANN, Jürgen Moltmann – Teologia da Esperança – Editora Teológica;
NEE, Watchman – Ansiedade – Editora Árvore da Vida;
NEE, Watchman – Autoridade Espiritual – Editora Vida;
NEE, Watchman – O dano da Segunda Morte – Editora Árvore da Vida;
NEFF, David (organizador) – Quebra Cabeças, Perguntas Difíceis que os Cristãos Fazem – Editora Mundo Cristão;
NETO, Rodolfo Gaede – A Diaconia de Jesus – Editora Sinodal/Paulus;
NICODEMUS, Augustus – O Que Estão Fazendo Com a Igreja – Editora Mundo Cristão;
NÓBREGA, Francisco Pereira – Compreender Hegel – Editora Vozes;
NOGUEIRA, Alcides – Panoramas do Apocalipse – Casa Editora Presbiteriana;
NORTH, Stafford – Pregação: Homem e Método – Editora Vida Cristã;
Novo Testamento Interlinear Grego-Português – SBB;
OLIVEIRA, Marco Davi de – A Religião Mais Negra do Brasil – Editora Mundo Cristão;
OLIVEIRA, Raimundo de – As Grandes Doutrinas da Bíblia – CPAD;
OLIVER, Gary J.– Como Acertar Depois que Você já Errou? – Editora Betânia;
OSBORNE, Grant R. – A Espiral Hermenêutica – Edições Vida Nova;
OSCAR, Tito – Como Vencer a Dor da Perda – Editora Vida;
PACKER, J. I. – O Conhecimento de Deus – Editora Mundo Cristão;
PACKER, J. I. – Teologia Concisa – Editora Cultura Cristã;
PADILLA, René & YAMAMORI, Tetsunao & RAKE, Gregório – Servindo Com os Pobres na América Latina – Editora Descoberta;
PENN-LEWIS, Jessie Guerra Contra os Santos, Tomo 2 Editora dos Clássicos;
PEREIRA, Laércio – A Existência de Deus e dos Ateus – Abba Press;
PETERSON, Eugene H. – À Sombra da Planta Imprevisível – United Press;
PETERSON, Eugene H. – Onde o Seu Tesouro Está – Editora Mundo Cristão;
PETERSON, Eugene H. – Um Pastor segundo o Coração de Deus – Editora Textus;
PHILLIPS, J. B. – Seu Deus é Pequeno Demais – Editora Mundo Cristão;
PINK, Arthur W. – Deus é Soberano – Editora Fiel;
PINK, Arthur W. – Enriquecendo-se com a Bíblia – Editora Fiel;
PIPER, John – Deus é o Evangelho – Um Tratado Sobre o Amor de Deus Como Oferta de Si Mesmo – Editora Fiel;
PIPER, John – Em Busca de Deus - A Plenitude da Alegria Cristã (Teologia da Alegria) – Shedd Publicações & Edições Vida Nova;
PIPER, John – Um Homem Chamado Jesus Cristo – Editora Vida;
PLATÃO – Apologia de Sócrates & Banquete – Martin Claret;
RAVENHILL, Leonard – Porque Tarda o Pleno Avivamento – Editora Betânia;
RAWLINGS, Maurice S. – Eles Viram o Inferno – Editora Loyola;
RIBEIRO, Boanerges – O Apóstolo dos Pés Sangrentos – CPAD;
RIBEIRO, Boanerges – O Senhor que Se Fez Servo – O Semeador;
RICHARDSON, Don – O Totem da Paz – Editora Betânia;
ROMEIRO, Paulo – Super Crentes, O evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os Profetas da Prosperidade – Editora Mundo Cristão;
RUFINO, Cláudio – Batalha Contra a Pornografia – Grey;
SALVADOR, Josué Gonçalves – O Didaquê - comentado – Imprenssa Metodista;
SANCHES, Regina Fernandes – Teologia da Missão Integral – Editora Reflexão;
SANCHES, Sidney de Morais – Perplexos Mas não Desanimados – Lectio Editora;
SANTOS, Ismael dos – Atos 29, breves notas sobre a história cristã – Editora Nova Letra;
SANTOS, Ismael dos – Em A Caminho da Maturidade – CPAD;
SANTOS, Ismael dos – Em Cada Conto um Novo Ponto, breves notas sobre hermenêutica e exegese bíblica – Editora Nova Letra;
SANTOS, Ismael dos – Jeitinho Brasileiro, breves notas sobre ética cristã – Editora Letra Moderna;
SAUSSURE, A. – Lutero – Editora Vida;
SAYÃO, Luiz – Cabeças Feitas, filosofia prática para cristãos – Editora Hagnos;
SCHAEFFER, Francis A. – A Marca do Cristão – Abba Press;
SCHAEFFER, Francis A. – Verdadeira Espiritualidade – Editora Fiel;
SCHAEFFER, Frank – Viciados em Mediocridade – W4;
SCHEIBEL, Gerhard – Conquistando como o Mestre – Editora Esperança;
SCOUGAL, Henry – A Vida de Deus na Alma do Homem – Editora PES;
SEIBEL, Alexander – A Sutil Sedução na Igreja – União Cristã;
SHAW, Mark – Lições de Mestre – Editora Mundo Cristão;
SHEDD, Russell Phillip – Lei, Graça e Santificação – Vida Nova;
SHEDD, Russell Phillip – O Líder que Deus Usa – Vida Nova;
SHEIKH, Bilquis – Atrevi-me a Chamar-lhe Pai – Editora Vida;
SHELDON, Charles M. Em Seus Passos o Que Faria Jesus? – Mundo Cristão;
SHELLEY, Dr. Bruce – História do Cristianismo ao Alcance de Todos – Edições Vida Nova;
SHERMAN, Dean – Batalha Espiritual para todo Cristão – Editora Betânia;
SMITH, Malcon – Esgotamento Espiritual – Editora Vida;
SPROUL, R. C. – Cada um na Sua – Editora Mundo Cristão;
SPROUL, R. C. – Razão para Crer – Editora Mundo Cristão;
SPURGEON, Charles H. – Como Ler a Bíblia – Editora Fiel;
STEUERNAGEL Valdir – Obediência Missionária e Prática Histórica – Editora Abu;
STOTT, John – Homens com uma Mensagem (introdução ao Novo testamento) – Editora Cristã Unida;
STOTT, John – Salmos Favoritos – Abba Press;
STUART, Douglas & FEE, Gordon D. – Entendes o Que Lês – Edições Vida Nova;
STUART, Douglas & FEE, Gordon D. – Manual de Exegese Bíblica, AT & NT – Edições Vida Nova;
TENNEY, Tommy – Os Caçadores de Deus – Dynamus;
THOMPSON, Bruce & Bárbara – Paredes do Meu Coração – Editora Betânia;
TORREY, R. A. – Como Orar – Editora Mundo Cristão;
TOZER, A. W. – À Procura de DeusEditora Betânia;
TOZER, A. W. – A Tragédia da Igreja – Danprewan;
TOZER, A. W. – Cinco Votos Para Obter Poder Espiritual Editora dos Clássicos;
TOZER, A. W. – Esse Cristão Incrível – A vida cristã vitoriosa - Estação do Livro & Editora Mundo Cristão;
ULTIMATO – 1999 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2000 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2001 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2002 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2003 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2004 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2005 encadernado – Editora Ultimato;
ULTIMATO – 2006 encadernado – Editora Ultimato;
UNGER, Merril F. – Manual Bíblico Unger – Edições Vida Nova;
VIEIRA, Antonio – Sermões Escolhidos – Martin Claret;
WALKER, W. – História da Igreja Cristã – ASTE Associação de Seminários Teológicos Evangélicos;
WELLS, Dr. Mike – Perdido no Deserto – Abba Press;
WELLS, Dr. Mike – Problemas, Presença de Deus e Oração – Abba Press;
WESTMINSTER – Catecismo Maior – Cultura Cristã;
WHITE, H. A. Maxwell – Demônios e Libertação – Dynamus;
WIERSBE, Warren W. – A Crise de Integridade – Editora Vida;
WILKERSON, David – A Cruz e o Punhal – Editora Betânia;
WOODROOF, James S. – O Aroma de Cristo – Editora Vida Cristã;
WRIGHT, H. Norman – Palavras de Consolo Para Momentos de Dor – Editora Mundo Cristão;
YODER, John Howard – A Política de Jesus – Editora Sinodal;
ZABATIEIRO, Julio – Fundamentos da Teologia Prática – Editora Mundo Cristão;
ZABATIEIRO, Julio – Manual de Exegese – Editora Hagnos;
ZIBORDI, Ciro Sanches – Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria – CPAD;
ZIBORDI, Ciro Sanches – Erros que os Pregadores Devem Evitar – CPAD;
ZUCK, Roy B. – Teologia do Novo Testamento – CPAD;
ZUCK, Roy B. (editor) – A Interpretação Bíblica – Edições Vida Nova;
SCHLEIERMACHER, Friedrich D. E. – Hermenêutica - A Arte e Técnica da Interpretação – Editora Vozes;
fonte: http://ecclesiareformanda.blogspot.com/