Por que os Reformados nao Falam em Línguas?

 

 

Porque Não Falamos em Línguas

por
Dr. Jay E. Adams

A resposta? Simplesmente esta: Nós não falamos em línguas porque não é bíblico assim fazer.

"Mas, no Novo Testamento as pessoas não falavam em línguas? Isto não faz dela uma prática bíblica?"
Não. Algumas coisas na Bíblia pertencem a pessoas e tempos especiais; não a nós. Jesus ressuscitou dos mortos e os apóstolos manejaram miraculosamente serpentes mortais sem dano algum; mas nós não podemos fazer estas coisas hoje.

O Que as Línguas Eram

A palavra línguas, na Bíblia, significa idiomas. Falar em outras línguas (note o plural; a Escritura não está falando de algum idioma celestial) é a capacidade de pregar em idiomas estrangeiros sem ter estudado ou aprendido os mesmos (Atos 2:8-11). Os dons miraculosos do Espírito Santo capacitaram os apóstolos, em seus dias, a ensinarem pessoas de muitas nações. Você pode ver, então, como Paulo claramente disse, que as línguas tinham um propósito evangelístico: “as línguas são um sinal, não para aqueles que crêem, mas para os incrédulos” (1 Coríntios 14:22).
Porque isto é verdade, um idioma não deve ser usado numa congregação que fala outro idioma. Aparte da interpretação, o falar em línguas estrangeiras não edifica. E o propósito principal de Paulo nestes capítulos é enfatizar que todos as coisas devem ser feitas para edificar (ou fortalecer) os outros - 1 Coríntios 14:26b. Usá-las na igreja era inadequado e inconveniente, visto que elas deviam ser interpretadas.

Porque as Línguas Cessaram

Deus nunca intentou que o falar em línguas continuasse indefinidamente. Paulo expressamente escreveu: “as línguas cessarão” (1 Coríntios 13:8). O esforço evangelístico que estabeleceu a igreja primitiva em todo o mundo Mediterrâneo, foi realizado sob a liderança dos apóstolos. Os ofícios apostólicos e proféticos eram revelatórios (Efésios 3:5). Isto é o mesmo que dizer que, durante o período no qual o Novo Testamento estava sendo escrito, ambos recebiam a verdade diretamente de Deus. Os apóstolos foram enviados com o evangelho, enquanto os profetas pareciam ter sido assistentes apostólicos. A revelação que eles receberam foi registrada nos livros que chamamos o Novo Testamento.
Não somente os dons miraculosos capacitaram os apóstolos a pregarem em muitos idiomas que eles não conheciam, mas estes dons também atestaram sua comissão apostólica (2 Coríntios 12:12), assim como os feitos miraculosos atestaram a obra evagelística de Jesus (Atos 2:2). Além do mais, pelos dons extraordinários, Deus confirmou os escritos dos apóstolos (Hebreus 2:2-4). Quando a escrita das Escrituras se completou, sua autoria não necessitava de confirmação adicional.
Foi somente durante o lançamento dos fundamentos da igreja que os dons miraculosos eram necessários. Os ofícios de apóstolo e profeta, sobre quem Deus depositou estes dons, cessaram quando este fundamento foi lançado. Isto é claro a partir de Efésios 2:20. Um fundamento é lançado somente no princípio; ele não se estende até às paredes ou ao texto!
Quando Paulo disse que os dons especiais eram “os sinais de um verdadeiro apóstolo” (2 Coríntios 12:12), ele certamente implicou que nem todos os cristãos os possuem. Era somente os apóstolos, e aqueles a quem eles transmitiram (Atos 19:6,7; Romanos 1:11), que possuíram estes dons.
Suponha que eu dissesse “Nossa igreja se reúne numa casa, no bloco 200, da Avenida Central - você não pode deixar de encontrar; simplesmente olhe para o sinal”. Mas, quando você chega, cada casa parece semelhante e todas têm sinais similares! Este sinal seria inútil; ele não mais seria um sinal. Se após o pentecoste judeu e o pentecoste gentio (Atos 2:10), quando o Espírito Santo veio diretamente, os dons eram mediados somente pelos apóstolos (Atos 8:17,18; 19:6,7), então, eles deveriam ser deveras um sinal dos verdadeiros apóstolos (2 Coríntios 12:12). Mas somente assim. Se alguém pudesse, de si mesmo, obter dons de Deus, aparte dos apóstolos, então, as línguas seriam um sinal para ajudar a identificar um verdadeiro apóstolo, tanto quanto os sinais na Avenida Central.
Não, os sinais e maravilhas pertenceram ao período fundacional da igreja - um período, presumidamente, que aqueles que ensinam outra coisa parecem não reconhecer (embora o próprio Paulo faça alusão a isso em Efésios 2:20). Eles não têm mais lugar na igreja hoje do que a continuação da escrita da Bíblia. Você pode assumir, portanto, que não importa quão bem intencionadas as pessoas que reivindicam o dom de línguas possam ser, elas têm enganado a si mesmas sobre o assunto. Não importa a sinceridade delas ou o “balbuciar celestial” que elas possam parecer falar.
Não busque, ore ou espere dons miraculosos hoje. Não há garantia para assim o fazer. Foque sua atenção, ao invés disso, nas Escrituras e nAquele de Quem elas falam. Nele (Jesus Cristo) somente, está o majestoso poder de Deus, depositado e demonstrado.

Com Tantas Denominações Existe Alguma Verdadeira?



É perfeitamente compreensível que mesmo um sério e sincero perseguidor da verdade fique confuso quanto à situação religiosa de hoje; com centenas de denominações, seitas, somente dentro da cristandade, bem como centenas de outras em outros países e culturas, e com o nascimento de novos movimentos religiosos a cada dia. Porém, Deus providenciou instrução adequada para nos capacitar a reconhecermos "o Espírito da verdade e o espírito do erro" (I João 4:6) se nós assim o quisermos.

Três criterios são particularmente úteis para avaliar determinados movimentos e seitas: os ensinamentos dos seus líderes no que tange à Bíblia, com respeito a Cristo, e com relação ao meio de obtenção da salvação, respectivemente.

1. Atitude no que tange à Bíblia

A Bíblia desde a antigüidade proclama ser a palavra escrita de Deus. As Escrituras do Velho Testamento foram aceitas por Cristo e pelos apóstolos como divinamente inspiradas e completamente infalíveis. Jesus disse: "A Escritura não pode falhar" (João 10:35). Quanto ao Novo Testamento, Ele prometeu aos seus apóstolos que "o Espírito Santo vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito" (João 14:26), e que "o Espírito da verdade... vos guiará a toda a verdade" (João 16:13).

Portanto, durante o primeiro século, os apóstolos que estiveram com Cristo testemunharam sua ressurreição e receberam essas promessas, e, gradualmente, escreveram os Evangelhos e Epístolas que agora estão incluídos no Novo Testamento. Eles foram prontamente recebidos e reconhecidos pelos primeiros cristãos como Escrituras inspiradas. Os apóstolos defendem que estes escritos foram divinamente inspirados e fonte de autoridade, e os verdadeiros cristãos sempre as aceitaram como tais.

Por fim, foi concedido ao último dos apóstolos, João, o apóstolo amado, no fim do primeiro século, olhar profeticamente para as eras futuras e escrever o último livro das Escrituras, o livro de Apocalipse, que completou a palavra escrita de Deus, "Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qua lquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro" ((Apocalipse 22:18, 19).

Estas últimas palavras de Cristo aos apóstolos nos trazem uma regra muito importante: as Escrituras são plenamente inspiradas, mesmo cada palavra, e aqueles que a elas acrescentarem ou delas tirarem são, por assim dizer, falsos pregadores.

Em regra, os adeptos de seitas são culpados de “adicionarem” às Escrituras, reivindicando ou que os escritos dos seus próprios fundadores foram divinamente inspirados, ou que as interpretações de seus líderes são unicamen te necessárias e autoritativas. Modernistas e liberais, por outro lado, são culpados de um erro ainda mais sério: o de “tirar” das Escrituras, selecionar ou alegorizar aquelas porções que acham que não concordam com a ciê ncia ou são irracionais para o homem moderno. O verdadeiro pregador, no entanto, aceitará toda a Bíblia, e somente ela, como a infalível Palavra de Deus.

2. Atitude com respeito a Cristo

Um verdadeiro pregador cristão aceitará Jesus Cristo com alegria e falará de quem Ele realmente é: verdadeiro Deus e verdadeiro homem. "Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho" (I João 2:22). "Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo" (II João 7). "... haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição" (II Pedro 2:1).

O erro sobre a pessoa de Cristo pode levar ou à forma de uma antiga heresia gnóstica, que negava Sua verdadeira humanidade, ou à de uma moderna heresia agnóstica, que nega Sua verdadeira divindade. Estes últimos o conside ram um grande homem, pregador e líder religioso, rejeitando Seu nascimento virginal, Sua vida sem pecado, Seu castigo substitutivo, Sua ressurreição corpórea e ascensão. Qualquer seita, denominação ou movimento religioso que não proclama claramente, e forçosamente, o Senhor Jesus Cristo, tanto como o perfeito Filho do homem e o Unigênito Filho de Deus, "o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso", (Apocalipse 1:8) mente, e deve ser rejeitado (a).

3. Atitude com relação à Salvação

O evangelho de Cristo é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1:16). A palavra “evangelho” significa “boas novas,” não “bons conselhos.” Ela não nos diz o que nós devemos fazer para obter a salvação, mas, antes, o que Cristo fez para nos conceder a salvação, como um presente gratuito. "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie" (NVI) (Efésios 2:8,9).

Qualquer religião debaixo do sol, quer seja pseudo-cristã ou não-Cristã, que alimenta o orgulho humano por ensinar que existe algo que se possa fazer para obter ou ajudar na obtenção de sua própria salvação. Apenas o verd adeiro cristianismo bíblico reconhece o homem como ele realmente é, totalmente perdido no pecado, destinado à separação eterna de Deus. O evangelho, "pelo qual sois salvos," são as gloriosas novas que "Cristo morreu por n ossos pecados" (I Coríntios 15:1,3), e que podemos ser salvos pela graça (favor que não merecemos), através da fé pessoal em Cristo, nada mais! Qualquer religião que ensine de outra forma é, nesse aspecto, falsa. Paulo disse, "Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado" (NVI) - (Gálatas 1:9). Se alguém é realmente salvo pela graça de Deus, em Cristo, buscará, logicamente, seguir a Cristo e Sua Palavra em todas as coisas; não como se fosse comprar a salvação, mas por amor e gratidão por Seu maravilhoso dom de perdão, e vida eterna.


Extraído de Christian Answers:
http://christiananswers.net/portuguese/q-eden/edn-r006p.html
Trecho do livro The Bible Has the Answer, de Henry Morris e Martin Clark, publicado por Master Books, 1987.

Vergonha! Igreja em Franca Apostasia Vejam o Vídeo

Pastor faz advinhações e é desmascarado pelo Orkut!
O povo está tão anestesiado que se prestarem atenção uma hora ele vai dizer: eu li!
Vergonha e tristeza para mundo evangélico.

Bizarrices do Mundo Gospel Igreja que Cura Tudo

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Alguns Livros que vale a pena ler



* -A Bíblia e o Futuro, de Anthony Hoekema:um ótimo livro de escatologia
* -A Morte da Razão, de Francis A. Schaeffer:brilhante teoria da epistemologia pós-moderna
* -A Soberania Banida, de R.K.McGregor:demistificando a teoria do livre-arbítrio
* -Com vergonha do Evangelho, de John Macarthur:denunciando a eclesiologia sofrível do nossos dias
* -Discipulado, de Dietrich Bonhoeffer:vida cristã por quem praticou
* -Maravilhosa Bíblia, de Eugene H. Peterson:resgatando o "livro esquecido"
* -O Caminho do Coração, de Ricardo Barbosa:espiritualidade brasileira
* -O Cristão e a Cultura, de Michael S. Horton:cosmovisão cristã
* -O Melhor de A.W.Tozer:pensamentos de um profeta moderno
* -Sola Gratia, de R.C.Sproul:a teoria do livre-arbítrio ao longo da história
* -Tempos Pós-modernos, de Gene Edward Veith Jr:cosmovisão cristã
* -Teologia Concisa, de J.I.Packer:resumo de Teologia Sistemática Reformada
* -Tudo pela Graça, de C.H.Spurgeon:A Doutrina da Graça pelo "príncipe dos pregadores"
* -Verdade Absoluta, de Nancy Pearcey:Excelente obra sobre cosmovisão cristã

O que é Unicismo?




Dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estes três compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estes três são o único Deus.

Há muitos cristãos evangélicos que consideram o movimento Pentecostal Unicista (também conhecido como "Só Jesus") como um movimento cristão evangélico. A realidade é que este movimento está muito longe de ser considerado como cristão; está mais para uma seita. Uma das definições teológicas de seita é: Qualquer grupo que se desvia das doutrinas fundamentais do cristianismo, como a Trindade, a divindade de Jesus Cristo e a salvação pela graça, através da fé em Jesus Cristo somente.

Os maiores grupos o melhores conhecidos que compõem o movimento Pentecostal Unicista são:

• Igreja Apostólica da Fé em Cristo Jesus
• Igreja Pentecostal Unida
• Igreja Pentecostal da Fé Apostólica
• Igreja Evangélica Cristo Vive (Miguel Angelo)
• Outros grupos independentes que também crêem na unicidade de Deus, como por exemplo, a Igreja Voz da Verdade, Pentecostal Unida do Brasil, Tabernáculo da Fé, Igreja de Deus do Sétimo Dia etc.

Os pentecostais unicistas negam uma doutrina fundamental do Cristianismo: a doutrina da Trindade.

Este artigo foi escrito exclusivamente para alertar ao corpo de Cristo acerca deste movimento sectário e demonstrar à luz das Escrituras como os Unicistas estão equivocados sobre a verdadeira natureza de Deus. Seguimos a orientação de Judas 3, que nos exorta a lutar ardentemente pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos.


O ARGUMENTO UNICISTA


A doutrina unicista está baseada no entendimento de duas verdades bíblicas. Estas bases bíblicas são usadas como fundamentos sobre o ponto de vista que tem de Deus e Jesus Cristo. A primeira verdade bíblica é que há somente um Deus e que Jesus é Deus. Destas duas verdades, os Unicistas deduzem que Jesus Cristo é Deus em sua totalidade, sendo assim, Jesus tem que ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo, rechaçando a doutrina da Trindade.


O ARGUMENTO TRINITÁRIO
A Igreja, através dos séculos, sempre ensinou que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estás três pessoas compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

A teologia unicista ensina que Jesus Cristo é o Pai encarnado, e que o Espírito Santo é Jesus Cristo também. Estes ensinamentos são o pilar da teologia unicista. Vejamos se esta noção está em harmonia com as Escrituras.


É JESUS O PAI?


Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Pai.

Isaías 9:6 – o "Pai Eterno"

Este versículo não ensina que Jesus é o Pai. O título "Pai eterno", refere-se ao fato de que Jesus é o Pai da eternidade; em outras palavras, Jesus sempre existiu (João 1:1); Ele não foi criado, não teve princípio (João 17:5).

O termo "Pai" não era o título que se costumava usar para dirigir-se a Deus no Antigo Testamento. Assim, este versículo não ensina que Jesus é o "Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo" (1ª Pedro 1:3); em outras palavras, Jesus não é seu próprio Pai.

João 10:30 – "Eu o Pai somos um"


Se Jesus houvesse querido dizer que ele é o Pai, haveria dito: "Eu e o Pai sou um" ou "Eu sou o Pai", que seria a expressão gramatical correta. Jesus não pode ser acusado de ter sido um mal comunicador.

"Somos" (gr. esmen), a primeira pessoa do plural. Jesus e o Pai são um em natureza e em essência, porque Jesus é Deus, como o Pai, mas não é o Pai.

João 14:8, 9 – "Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê ao Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?"

Jesus NÃO disse a Filipe que era o Pai.

Jesus veio como representante do Pai; veio demonstrar-nos o caminho ao Pai (v.6). Em João 5:43, Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai [na autoridade do Pai, com as credenciais do Pai], e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome [em sua própria autoridade, com suas próprias credenciais; como o anticristo], a esse receberíeis".

Quantas vezes temos orado: "Pai, ajuda-me para que as pessoas te vejam em mim". Acaso isso quer dizer que quando as pessoas virem você, estarão vendo literalmente ao Pai? Certamente que não, nem tampouco você estaria realmente pensando nisso, mas sim, estaria pedindo que Deus o ajude a representá-lo corretamente diante das pessoas para que possam ver a Deus através de sua vida. Por isso Jesus disse a Felipe: "O que me viu, viu ao Pai", porque ver a Jesus, quem representou ao Pai foi como se estivesse vendo ao Pai. Mas Jesus NÃO estava dizendo que ele era o Pai.


QUE DIZ A BÍBLIA ACERCA DE JESUS E O PAI?


Jesus é referido como "Filho" mais de 200 vezes no Novo Testamento e nunca é chamado de "Pai".

Jesus referiu-se ao Pai mais de 200 vezes como alguém distinto dele.

Em mais de 50 versículos podemos observar o Pai e a Jesus, o Filho, lado a lado.

No Novo Testamento repetidamente encontramos expressões como estas:

Romanos 15:5-6 — "O Deus que concede perseverança e ânimo lhes dê um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo".

2ª Coríntios 1:3 — "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação..."

Filipenses 2:10-11 — "...Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai".

1ª João 1:3b — "Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo".

1ª João 2:1 — "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo".

2ª João 3 — Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, estarão conosco em verdade e amor".

No Evangelho de João, Jesus refere-se a si mesmo como enviado pelo Pai, mas nunca referiu-se a si mesmo como o Pai que enviou ao Filho.

O Pai enviou a alguém separado dele, chamado Filho.

1ª João 4:9-10,14 — "Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação por nossos pecados. (...) E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo".


É JESUS O ESPÍRITO SANTO?


Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Espírito Santo.

2ª Coríntios 3:17 — "Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade".

O texto não diz que "Jesus é o Espírito". Se a passagem dissesse isto, talvez os Unicistas tivessem um ponto forte, mas como não diz isto, eles assumem que a palavra "Senhor" se refere a Jesus Cristo.

O "Espírito" aqui é chamado de Senhor no sentido de identificá-lo com Javé (Jeová) ou Deus, e NÃO com Jesus, já que o versículo 16 diz: "Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado". Trata-se de uma referência a Êxodo 34:34: "Porém, vindo Moisés perante o SENHOR [Javé] para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado".

O contexto sempre é que determina a quem se está referindo quando a palavra "Senhor" é usada. No versículo 17 a palavra "Senhor" está referindo-se a Javé e não a Jesus, já que o versículo 16 e todo o contexto assim demonstra.

Se os Unicistas estivessem sempre corretos ao interpretar "Senhor" como "Jesus", como ficaria Filipenses 2:11? O texto diz: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai". Seguindo a linha de raciocínio dos Unicistas, teríamos de concluir erroneamente que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Jesus...". Isto não é o que este versículo está dizendo, mas o que está ensinando é que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é Deus. Porém, não Deus, o Pai, porque no mesmo versículo diz que isso será feito "para a glória de Deus Pai".

Romanos 8:9 — "Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo".

Este versículo NÃO mostra que Jesus é o Espírito Santo. A única coisa que está dizendo é que se alguém não tem o Espírito que produz fé em Cristo e demonstra o caráter de Cristo ou seja "o Espírito de Cristo", ele não é parte do corpo daquele que morreu por nossos pecados. Ele é todavia controlado pela "natureza pecaminosa".

O versículo 11 faz distinção bem clara entre o Pai que levantou a Jesus dos mortos, o Espírito pelo qual Jesus foi levantado e Jesus, quem foi levantado. Não se pode ignorar a distinção de pessoas apresentada neste versículo.


QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE JESUS E O ESPÍRITO SANTO?

Mateus 12:31-32 — O texto fala da blasfêmia contra o Espírito Santo. A conclusão lógica que é extraída deste texto é que se a blasfêmia contra o Espírito Santo não vai ser perdoada, mas a blasfêmia contra o Filho vai ser perdoada, então o Filho NÃO é o Espírito Santo.

João 14:16 — O Espírito Santo é o "outro Consolador".

João 15:26 — Jesus enviou o Espírito Santo.

João 16:13 — O Espírito Santo demonstra humildade e busca glorificar a Jesus.

Depois de termos visto que Jesus não é o Pai nem tampouco o Espírito Santo, podemos nos dar conta de que os Unicistas têm um conceito equivocado da verdadeira natureza de Deus.

Se Jesus não é o Pai, mas é Deus, e o Pai não é Jesus e é Deus, e o Espírito Santo não é Jesus e é Deus e a Bíblia diz que somente há um Deus, então isto significa que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estas três compartilham a mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

Uma coisa é dizer "Eu não entende a doutrina da Trindade" e outra coisa é dizer que "a doutrina da Trindade é falsa", "pagã", "diabólica", "antibíblica". A Bíblia faz uma advertência muito forte para esta classe de pessoas quando nos diz: "...Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai" (1ª João 2:22b-23).

fonte:capc.org.br
Colaboração: Por Ricardo Becerra

Teologia Fácil. Pela fé somente (Parte final)




Pela Fé Somente—A Condição Para Receber Justificação
No que tange a Deus, ele restituiu o mundo pecador ao seu favor tão certamente como recebeu a seu filho no Céu. Na cruz se efetuou a justificação objetiva de todo pecador. Ali Deus redimiu a raça humana. Heb. 9:12.
À luz do Evangelho o homem não pode formular a pergunta: aceitar-me-á Deus? Deus já respondeu a esta pergunta mediante a ressurreição de Cristo dentre os mortos. Porém, Deus confronta o pecador com a pergunta: Aceitarás a tua aceitação? A fé é nosso "sim" em resposta a essa pergunta de Deus; é aceitar o fato de termos já sido aceitos. No que nos toca, é tornar-nos conscientes de algo que já está em existência. Por meio da fé, a bênção da jus-tificação é recebida e desfrutada. Este é o aspecto subjetivo da justificação.
Por isso o apóstolo declara: "Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé independente das obras da lei." Rom. 3:28. Não somos justificados devido ou por conta de nossa fé. Isto seria completamente contrário à justificação somente pela graça e somente por Cristo. Não há mérito na fé. Esta é simplesmente a mão que aceita a bênção. Nem pode a alma justificada conseguir crédito por causa da fé. Fora da graça o pecador carece de livre arbítrio, de desejo de buscar a Deus e do meio de ver a verdade. Aqui é onde atua a terceira pessoa da divindade em matéria de justificação. Por meio do Evangelho, o Espírito ilumina a alma do pecador, mostra-lhe a cruz e o aproxima de Cristo. A medida que o pecador contempla o Único que o amou e deu-se. a si mesmo por ele, o Espírito persuade o pecador de que o Evangelho é verdadeiro. Numa palavra, o Espírito lhe dá fé. De modo que Paulo declara: "Porque pela graça sois salvo mediante a fé, isto não vem de vós, é dom de Deus." Efé. 2:8. "Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé." Gál. 5:5.
Por outro lado, não crer é o pecado de resistir ao Espírito Santo. Conquanto o santo não possa revindicar nenhum crédito por causa da fé, o perdido tem que arcar com a plena responsabilidade devido a sua incredulidade. Ninguém é condenado por haver nascido pecador ou por ter uma natureza pecaminosa. Os homens são condenados somente por não crerem (Jo. 3:35). Dessa forma, recusam ser incluídos na expiação de Cristo e ao cerrarem seus ouvidos contra o Evangelho, chamam a Deus mentiroso (1 Jo. 5:9. 10).
No quarto capítulo de Romanos e apóstolo Paulo nos mostra como a fé é contada por justiça (Rom. 4:5). Deus imputa (ou credita) a justiça de Cristo na conta do pecador crente. Desta forma, o pecador é declarado como possuidor de boas relações com Deus. Essa justificação, que foi amplamente provida pela cruz, vem a ser posse pessoal do crente através da fé, de sua parte, e por imputação, da parte de Deus. A fé é levada em conta pela infinita justiça de Cristo, não devido a que haja mérito na fé mas devido ao fato de que a fé une o desvalido crente com o único em que habita toda a plenitude da divindade (Col. 2: 9). O pecador não leva contribuição alguma a esta união exceto a desgraça de sua necessidade. Cristo confere a esta união todo o tesouro da eternidade. Assim como uma mulher pobre possui o nome de seu rico esposo e a glória de sua reputação, também o crente em Jesus está vestido no nome e na virtude de Jesus Cristo.
A justificação pela fé somente não é um substituto para a obediência mas constitui um poderoso estimulante para produzir toda verdadeira obediência. A alma que se apropria de sua aceitação no Amado fica tão submergida pela misericórdia e amor divino que toda sua vida fica dedicada ao ser¬viço d'Aquele que a amou e se deu a si mesmo por ela. Ela lhe serve não a fim de ser aceita, mas porque foi aceita. Oferece-lhe suas obras, não como uma oferta pelo pecado, mas como uma oferta de agradecimento em vista de ter ob¬tido o perdão de seus pecados. A fé é o poderoso progenitor de toda boa obra porque traz o Espírito Santo. A fé na obra de Cristo por nos traz o Espírito Santo para habitar em nós. (Gál. 3:14; Jo. 7:37, 38). Ele escreve a lei de Deus no coração (Heb. 10:16) e o crente obedece motivado por uma convicção interna...e não por uma compulsão externa. 
Salvos Na Esperança
A justificação pela fé traz mudanças radicais na vida do crente (paz, gozo, amor, regeneração, santificação, obediência etc.) Sem embargo, nesta vida segue sendo verdade que o crente é justo unicamente por fé, nunca por visível realidade. E sua fé que é contada por justiça, não sua regeneração, nem sua santificação, nem sua obediência ou caráter cristão.
A justiça pela fé significa que o justificado crente não está na terra, mas no céu; não em si mesmo, mas em Cristo Jesus. O homem nunca pode achar perfeição em si mesmo enquanto está neste mundo. Isto somente se alcança em Jesus Cristo (Col. 2:9,10). E ele não está sobre a terra; mas no céu. O crente possui perfeição e cumprimento unicamente pela fé.
E certo que lhe é concedido o Espírito Santo como a garantia de sua herança em Cristo (Efé. 1:13, 14), porém isto é somente "as primícias" do Espírito, o penhor e promessa que lhe são dados até o dia da redenção final (Rom. 8: 23; Efé. 4: 30). A posse do Espírito não conduz o crente a sentir que já alcançou seu destino ou ao pensamento de que pode achar satisfação em sua própria experiência. Antes, o que faz o Espírito é estimular-lhe com ferventes anelos para o dia de Cristo, ocasião na qual receberá uma porção do Espírito que é impossível de alcançar nesta vida. A doutrina do segundo advento de Cristo é parte vital da mensagem do Evangelho de Paulo. (2 Tim. 1: 10; Fil. 1:6; 1 Cor. 1: 7, 8). Poderíamos dizer que existem dois grandes pontos na teologia Paulina— a justificação e a vinda de Cristo. A primeira é um chamado para a fé; a segunda, para a esperança. O primeiro já temos; a segunda, ainda não. Possuindo a justiça pela fé, o crente espera, geme e anseia pela realização da justiça como uma realidade tangível no dia da salvação final. (Rom. 8: 23; Gál. 5: 5; Fil. 3: 9-12).
Onde quer que a verdade da justificação pela fé tenha sido ensinada e recebida, a esperança e expectativa pela breve vinda de Cristo se tem apossado da igreja. A igreja apostólica estava incendiada com a esperança da Parousia (vinda). Por outro lado, o extravio da verdade da justificação tem conduzido à perda correspondente da esperança escatológica (do dia final). Durante a era medieval os homens olhavam para a igreja terrestre como expressão do cumprimento humano. Não havia esperança na vinda de Cristo. Com o reavivamento da verdade da justificação os homens começaram novamente a buscar com ardor e esperança a vinda de Cristo. E, por fim, nestes dias finais o tempo alcançou sua plentitude para que dita verdade fique restabelecida ao lugar que lhe corresponde. A mensagem da justiça de Cristo deve soar de um a outro confim da terra, e, por conseguinte, preparar o caminho para a vinda de Cristo em seu reino de glória.
"Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo vale será aterrado, e nivelados todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados. A glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse.
Uma voz diz: Clama; e alguém pergunta: Que hei de clamar? Toda a carne é erva, e toda a sua glória como a flor da erva; seca-se a erva, e caem as flores, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade o povo é erva; seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus perma¬nece eternamente.
Tu, ó Sião, que anuncias boas-novas, sobe a um monte alto! Tu, que anuncias boas-novas a Jerusalém, ergue a tua voz fortemente; levanta-a, não temas, e dize âs cidades de Judá: Eis ai está o vosso Deus. Eis que o Senhor Deus virá com poder, e o seu braço dominará; eis que o seu galardão está com ele, e diante dele a sua recompensa." Isaías 40:3-10.

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Versículos sobre Perdão

Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para com todos os que te invocam.
Salmos 86:5
Então, Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete.
Mateus 18:21-22
E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.
Marcos 11:25-26
Olhai por vós mesmos. E, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe; e, se pecar contra ti sete vezes no dia e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me, perdoa-lhe.
Lucas 17:3-4
suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.
Colossenses 3:13
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
1 João 1:9
Mas contigo está o perdão, para que sejas temido.
Salmos 130:4
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.
Atos dos Apóstolos 2:38
E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados,
Lucas 3:3
Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo.
Marcos 3:29
A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome.
Atos dos Apóstolos 10:43
Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão; pois nos rebelamos contra ele
Daniel 9:9