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Uma Parábola Calvinista



Suponha que vocês estão em uma prisão condenados eternamente pelos seus atos e transgressões e não há ninguém que queira pagar a fiança.

Então aparece um Homem e diz: Quero pagar a fiança destes homens!
O delegado pergunta: De todos eles?

O Homem diz: Não! Só daqueles três homens ali no canto.
Delegado: Então você não pode pagar por todos?
Homem: Posso pagar por todos, mas só quero estes.
Delegado: E vai condenar os outros a prisão eterna?
Homem: Eles apenas receberão o pagamento pelo seu pecado.
Delegado: Você é injusto!
Homem: Injusto, eu? Só haveria justiça se salvasse a todos? Não os coloquei ai, eles que se colocaram neste estado, disse que se me desobedecessem iriam parar na prisão, mas deram ouvidos a um mentiroso que andava na fazenda e me desobedeceram. Deixando-os ai mostro minha justiça, pois pagarão pelos próprios atos, e com estes três mostro minha misericórdia, pois os livrarei do cárcere.
Delegado: Mas porque só estes três?
Homem: Porque eu os quero, escolhi para mim, construi uma nova fazenda e quero levá-los comigo.
Delegado: Mas estes pecaram como os outros, o que eles fizeram para merecer isto?
Homem: Nada! Decerto que merecem a prisão, mas o que tem você se eu que sou misericordioso quero levá-los.
Delegado: Se fosse misericordioso levaria todos, não?
Homem: Não! Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia.
Delegado: Mas o preço é alto e até hoje ninguém pôde pagar.
Homem: Eu pago com minha vida.
Delegado: Ok! Vou tirar os três.
Homem: Não! As chaves da prisão são minhas, tiro quem eu quiser. E em verdade te digo que os que eu escolher Jamais voltarão à prisão, pois o valor está quitado.

O Homem então chega à cela, abre e tira três homens que já havia escolhido. Então um dos que ficaram pega em seu braço e diz: Senhor! Senhor! Em tua fazenda trabalhamos e fizemos o que disseste e agora nos deixa na prisão? Então o Homem fala:

“Apartai-vos de mim praticantes de iniqüidade, nunca vos conheci. Estão ai pelos seus atos não pelos meus.”



***
À todos aqueles que ainda afirmam a Soberania de Deus nestes dias de cristianismo antropocêntrico.
fonte: soberanagraça

O que é Unicismo?




Dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estes três compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estes três são o único Deus.

Há muitos cristãos evangélicos que consideram o movimento Pentecostal Unicista (também conhecido como "Só Jesus") como um movimento cristão evangélico. A realidade é que este movimento está muito longe de ser considerado como cristão; está mais para uma seita. Uma das definições teológicas de seita é: Qualquer grupo que se desvia das doutrinas fundamentais do cristianismo, como a Trindade, a divindade de Jesus Cristo e a salvação pela graça, através da fé em Jesus Cristo somente.

Os maiores grupos o melhores conhecidos que compõem o movimento Pentecostal Unicista são:

• Igreja Apostólica da Fé em Cristo Jesus
• Igreja Pentecostal Unida
• Igreja Pentecostal da Fé Apostólica
• Igreja Evangélica Cristo Vive (Miguel Angelo)
• Outros grupos independentes que também crêem na unicidade de Deus, como por exemplo, a Igreja Voz da Verdade, Pentecostal Unida do Brasil, Tabernáculo da Fé, Igreja de Deus do Sétimo Dia etc.

Os pentecostais unicistas negam uma doutrina fundamental do Cristianismo: a doutrina da Trindade.

Este artigo foi escrito exclusivamente para alertar ao corpo de Cristo acerca deste movimento sectário e demonstrar à luz das Escrituras como os Unicistas estão equivocados sobre a verdadeira natureza de Deus. Seguimos a orientação de Judas 3, que nos exorta a lutar ardentemente pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos.


O ARGUMENTO UNICISTA


A doutrina unicista está baseada no entendimento de duas verdades bíblicas. Estas bases bíblicas são usadas como fundamentos sobre o ponto de vista que tem de Deus e Jesus Cristo. A primeira verdade bíblica é que há somente um Deus e que Jesus é Deus. Destas duas verdades, os Unicistas deduzem que Jesus Cristo é Deus em sua totalidade, sendo assim, Jesus tem que ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo, rechaçando a doutrina da Trindade.


O ARGUMENTO TRINITÁRIO
A Igreja, através dos séculos, sempre ensinou que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estás três pessoas compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

A teologia unicista ensina que Jesus Cristo é o Pai encarnado, e que o Espírito Santo é Jesus Cristo também. Estes ensinamentos são o pilar da teologia unicista. Vejamos se esta noção está em harmonia com as Escrituras.


É JESUS O PAI?


Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Pai.

Isaías 9:6 – o "Pai Eterno"

Este versículo não ensina que Jesus é o Pai. O título "Pai eterno", refere-se ao fato de que Jesus é o Pai da eternidade; em outras palavras, Jesus sempre existiu (João 1:1); Ele não foi criado, não teve princípio (João 17:5).

O termo "Pai" não era o título que se costumava usar para dirigir-se a Deus no Antigo Testamento. Assim, este versículo não ensina que Jesus é o "Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo" (1ª Pedro 1:3); em outras palavras, Jesus não é seu próprio Pai.

João 10:30 – "Eu o Pai somos um"


Se Jesus houvesse querido dizer que ele é o Pai, haveria dito: "Eu e o Pai sou um" ou "Eu sou o Pai", que seria a expressão gramatical correta. Jesus não pode ser acusado de ter sido um mal comunicador.

"Somos" (gr. esmen), a primeira pessoa do plural. Jesus e o Pai são um em natureza e em essência, porque Jesus é Deus, como o Pai, mas não é o Pai.

João 14:8, 9 – "Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê ao Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?"

Jesus NÃO disse a Filipe que era o Pai.

Jesus veio como representante do Pai; veio demonstrar-nos o caminho ao Pai (v.6). Em João 5:43, Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai [na autoridade do Pai, com as credenciais do Pai], e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome [em sua própria autoridade, com suas próprias credenciais; como o anticristo], a esse receberíeis".

Quantas vezes temos orado: "Pai, ajuda-me para que as pessoas te vejam em mim". Acaso isso quer dizer que quando as pessoas virem você, estarão vendo literalmente ao Pai? Certamente que não, nem tampouco você estaria realmente pensando nisso, mas sim, estaria pedindo que Deus o ajude a representá-lo corretamente diante das pessoas para que possam ver a Deus através de sua vida. Por isso Jesus disse a Felipe: "O que me viu, viu ao Pai", porque ver a Jesus, quem representou ao Pai foi como se estivesse vendo ao Pai. Mas Jesus NÃO estava dizendo que ele era o Pai.


QUE DIZ A BÍBLIA ACERCA DE JESUS E O PAI?


Jesus é referido como "Filho" mais de 200 vezes no Novo Testamento e nunca é chamado de "Pai".

Jesus referiu-se ao Pai mais de 200 vezes como alguém distinto dele.

Em mais de 50 versículos podemos observar o Pai e a Jesus, o Filho, lado a lado.

No Novo Testamento repetidamente encontramos expressões como estas:

Romanos 15:5-6 — "O Deus que concede perseverança e ânimo lhes dê um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo".

2ª Coríntios 1:3 — "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação..."

Filipenses 2:10-11 — "...Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai".

1ª João 1:3b — "Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo".

1ª João 2:1 — "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo".

2ª João 3 — Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, estarão conosco em verdade e amor".

No Evangelho de João, Jesus refere-se a si mesmo como enviado pelo Pai, mas nunca referiu-se a si mesmo como o Pai que enviou ao Filho.

O Pai enviou a alguém separado dele, chamado Filho.

1ª João 4:9-10,14 — "Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação por nossos pecados. (...) E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo".


É JESUS O ESPÍRITO SANTO?


Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Espírito Santo.

2ª Coríntios 3:17 — "Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade".

O texto não diz que "Jesus é o Espírito". Se a passagem dissesse isto, talvez os Unicistas tivessem um ponto forte, mas como não diz isto, eles assumem que a palavra "Senhor" se refere a Jesus Cristo.

O "Espírito" aqui é chamado de Senhor no sentido de identificá-lo com Javé (Jeová) ou Deus, e NÃO com Jesus, já que o versículo 16 diz: "Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado". Trata-se de uma referência a Êxodo 34:34: "Porém, vindo Moisés perante o SENHOR [Javé] para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado".

O contexto sempre é que determina a quem se está referindo quando a palavra "Senhor" é usada. No versículo 17 a palavra "Senhor" está referindo-se a Javé e não a Jesus, já que o versículo 16 e todo o contexto assim demonstra.

Se os Unicistas estivessem sempre corretos ao interpretar "Senhor" como "Jesus", como ficaria Filipenses 2:11? O texto diz: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai". Seguindo a linha de raciocínio dos Unicistas, teríamos de concluir erroneamente que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Jesus...". Isto não é o que este versículo está dizendo, mas o que está ensinando é que: "E toda língua confesse que Jesus Cristo é Deus. Porém, não Deus, o Pai, porque no mesmo versículo diz que isso será feito "para a glória de Deus Pai".

Romanos 8:9 — "Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo".

Este versículo NÃO mostra que Jesus é o Espírito Santo. A única coisa que está dizendo é que se alguém não tem o Espírito que produz fé em Cristo e demonstra o caráter de Cristo ou seja "o Espírito de Cristo", ele não é parte do corpo daquele que morreu por nossos pecados. Ele é todavia controlado pela "natureza pecaminosa".

O versículo 11 faz distinção bem clara entre o Pai que levantou a Jesus dos mortos, o Espírito pelo qual Jesus foi levantado e Jesus, quem foi levantado. Não se pode ignorar a distinção de pessoas apresentada neste versículo.


QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE JESUS E O ESPÍRITO SANTO?

Mateus 12:31-32 — O texto fala da blasfêmia contra o Espírito Santo. A conclusão lógica que é extraída deste texto é que se a blasfêmia contra o Espírito Santo não vai ser perdoada, mas a blasfêmia contra o Filho vai ser perdoada, então o Filho NÃO é o Espírito Santo.

João 14:16 — O Espírito Santo é o "outro Consolador".

João 15:26 — Jesus enviou o Espírito Santo.

João 16:13 — O Espírito Santo demonstra humildade e busca glorificar a Jesus.

Depois de termos visto que Jesus não é o Pai nem tampouco o Espírito Santo, podemos nos dar conta de que os Unicistas têm um conceito equivocado da verdadeira natureza de Deus.

Se Jesus não é o Pai, mas é Deus, e o Pai não é Jesus e é Deus, e o Espírito Santo não é Jesus e é Deus e a Bíblia diz que somente há um Deus, então isto significa que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estas três compartilham a mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três são o único Deus.

Uma coisa é dizer "Eu não entende a doutrina da Trindade" e outra coisa é dizer que "a doutrina da Trindade é falsa", "pagã", "diabólica", "antibíblica". A Bíblia faz uma advertência muito forte para esta classe de pessoas quando nos diz: "...Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai" (1ª João 2:22b-23).

fonte:capc.org.br
Colaboração: Por Ricardo Becerra

A vergonha do Evangelho...




Quando pensamos que já vimos tudo o que macula a imagem do Evangelho no Brasil, nos deparamos com essa situação absurda e vergonhosa. Esse é mais um caso promovido por homens ímpios que se escondem atrás do vocábulo "evangélico", e tiram proveito da ignorância alheia. Agem com o intuito de enriquecerem ilicitamente, fruto da caricatura do evangelho promovida pelas igrejas infieis, as quais, por sinal, são as maiores do país.Que Deus derrame do seu juízo sobre tais ímpios, e que eles paguem por manchar o bom nome do Criador.

A ESCOLA DOMINICAL E OS DESAFIOS PARA OS DIAS DE HOJE


Sem. Rogério Mattos
A Escola Dominical possui suas raízes na antiguidade do AT, quando Deus fala aos patriarcas, profetas e ao povo de Israel. No Pentateuco vemos que os pais eram responsáveis pelo ensino da revelação divina no lar (era patriarcal) – a primeira escola dominical. Depois surge a figura dos sacerdotes que além do culto divino tinha o encargo do ensino da Lei (era sacerdotal). Durante o cativeiro babilônico surgem as sinagogas que funcionavam como escolas (era sinagogal). No pós-cativeiro surgem Esdras e Neemias que se preocupavam com o ensino da Palavra. Mas sem dúvida, Jesus foi e será o Grande Mestre, dignificando a missão de ensinar. Depois da ascensão do Senhor, os apóstolos e discípulos continuaram esta tarefa de ensinar.

A Escola Dominical, com o formato que temos hoje, começou em 1780 na Inglaterra através do jornalista Robert Raiks que começou este trabalho conduzindo crianças em plena rua às reuniões de todos os domingos. Alem de ensinar a Bíblia, Robert ensinava as crianças noções de outras matérias escolares, tais como: noções de linguagem, aritmética, instrução moral e cívica, entre outras; porém, este homem enfrentava oposições das igrejas da sua época por acharem um trabalho desnecessário. No Brasil, a Escola Dominical teve início no Rio de Janeiro, em Petrópolis, com o grande missionário Robert Kalley e sua esposa Sara Poulstou Kalley em 19 de agosto de 1855.

Com o passar do tempo, a Escola Dominical cresceu e enfrentou diversos desafios. Na década de 1950, um período de importantes mudanças no nosso País e em nossa Igreja, o grande desafio era providenciar espaço físico para acomodar o grande número de pessoas (convertidos e não convertidos) que vinham à Igreja aprender da Palavra do Senhor. Os anos passaram e a mentalidade mudou. Diferentemente dos anos 50, a Igreja de hoje está inserida num contexto de pessoas pós-modernas e, consequentemente, com características diferentes. Este período de pós-modernidade é marcado por algumas características que tem influenciado a vida do corpo de Cristo no que tange a Escola Dominical.

Primeiro, o conceito de tolerância. Quero dizer com isso à ideia contemporânea de total complacência para com o pensamento de outros quanto à política, sexo, religião, raça, gênero, valores morais e atitudes pessoais, ao ponto de nunca se externar seu próprio ponto de vista de forma a contradizer o ponto de vista dos outros. Por esta razão, a Escola Dominical não é um bom lugar para se ir, pois há muita discussão de opinião sobre diversos assuntos e opinião cada um tem a sua e o que compete a nós é acatá-la, tolerantemente, por exemplo: não é conveniente emitir valores morais sobre o comportamento sexual das pessoas (mesmo contrários a Bíblia).

Outro aspecto da pós-modernidade é o relativismo. O relativismo, no que tange ao campo dos valores e dos conceitos morais e religiosos, é a ideia de que todos os valores morais e as crenças religiosas são igualmente válidos e que não se pode julgar entre eles, isto é, a sua verdade é verdade tanto quanto a minha. O relativismo destitui o conceito de verdade absoluta, tudo depende do prisma que se olha, inclusive a Bíblia (cada qual tem a sua própria interpretação das Escrituras). Logo, a Escola Dominical não serve porque é um lugar onde única opinião que importa é o que está escrito nas páginas da Santa Palavra (única regra de fé e prática). Todavia, as pessoas tem suas próprias convicções e ninguém tem o direito de mudá-las.

Um terceiro fator é o individualismo. Esta geração é marcada por pessoas que procuram viver cada vez mais independente uma das outras. Buscando, principalmente, a sua individualidade (para não dizer egocentralidade) onde o mais importante é o que é bom para mim. Os relacionamentos humanos estão resumidos a pequenos contatos de trabalho, encontros casuais em elevadores e-mails, MSN, sites de relacionamentos, etc. O pior é que este quadro se faz cada vez mais presente em muitas Igrejas do Senhor. Alguns irmãos só se encontram aos domingos quando decidem ir à Igreja, pois algumas já entraram na era digital transmitindo, simultaneamente, os cultos pela internet dando a oportunidade dos irmãos nem saírem mais de suas casas para adorar ao Senhor. Mas existe adoração sem comunhão? Sem falar no dízimo on-line!!

É, justamente, dentro desta conjunção pós-moderna que a Igreja está inserida; e qual seria o grande desafio a ser enfrentado pelo corpo de Cristo? O nosso grande desafio é consegui fazer a leitura correta de nossa sociedade e saber dá as respostas certas para as necessidades do homem pós-moderno. Para tal, é de suma importância pensar numa Escola Dominical contextualizada, com objetivos redefinidos para a sua época e com recursos pedagógicos adequados; contudo, sem abrir mão da sua fidelidade as Sagradas Escrituras e da sua missão – fazer discípulos e ensinar tudo o que Jesus ensinou (Mt 28. 18-20).

Isso não pode ser apenas um sonho, mas uma realidade na vida de cada Igreja, pastor, educador religioso, cada líder e, principalmente, de cada crente que deve assumir o compromisso de ensinar as verdades de Cristo, mas também de aprendê-las, continuamente, como escreve o profeta Oseias - Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR... (6.3a).

Corrupção, não seja conivente

Caso você não saiba, quando não fazemos nada e lavamos as mãos estamos também sendo corruptos!
Que tal aprender a acabar com esse círculo do mal? assista esse importante vídeo

Números - Serpente, Rocha e Vara


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 Esta é a continuação de estudos de Cristo no Pentateuco .temos em foco o livro de Números. na parte final do post há um link para o estudo anterior. Bom deleite!
A Rocha e a Vara No capítulo 20 de Números temos a his­tória de como o povo, passando na sua peregrinação por um tempo do provação, em vez de contar com a suficiên­cia do Senhor e a Sua fidelidade, levantou-se em rebelião, con­tendendo com Moisés.
Este, com Aarão, lançou-se sobre o seu rosto diante da porta da tenda da congregação aparecendo-lhes então a glória do Se­nhor. E o Senhor falou com Moisés, dizendo: «Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Aarão, teu irmão, e falai à rocha perante os seus olhos, e dará a sua água» (ver. 8). Em seguida Moisés tomou a vara de diante do Senhor, como lhe tinha sido ordenado, e com Aarão, ajuntou a congregação diante da rocha, mas então, em vez de falar à rocha como lhe foi ordenado, falou asperamente ao povo e, em seguida, levantando a sua mão, feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saíram dela águas copiosíssimas, de sorte que bebeu o povo e os animais.
Tanto a rocha como a vara falam-nos aqui de Cristo, ainda que de modos diversos.   Acerca da rocha lemos em 1 Coríntios 10:4:   «Beberam da rocha espiritual que os seguia; e a rocha era Cristo». Isto pois é claro:a rocha era CristoCristo ferido por­ nós. Enquanto a vara que Deus mandou a Moisés tomar, é preciso notarmos que não foi a sua vara a vara de autoridade a vara de poder.   Com essa êle já uma vez feriu a rocha em Êxodo 17. A vara, pois, que o Senhor lhe ordenou que tomasse consigo foi a vara de Aarão, a vara do sacerdote, e com esta uma palavra já era o bastante para trazer a benção sobre o povo. É claro que essa vara não era para ferir e sim falar da graça divina pelo sacerdote escolhido.
A Serpente de Metal-  No capitulo 21 do nosso livro lemos de como na sua peregrinação o povo de Israel ia rodear a terra de Edom, e nessa altura  o povo se tornou impaciente (como sempre) e começaram a falar contra Deus e contra Moisés, o texto hebraico fala-nos que Murmu­raram amargamente contra Deus. E o Senhor logo julgamento a este pecado Números 21:6  6 Então, o SENHOR mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel.  
A Ser­pente foi a resposta e julgamento às murmurações do povo; O carácter grave desta questão revela-se no fato das murmurações se derivarem não das cir­cunstâncias do povo, que já estavam vindo de uma vitória (vide números 21:3), mas do mal que havia nos seus corações. O mal vinha do dentro ; era o efeito da mordedura do pecado, da Serpente. Sofrendo já a consequencia da maldade dos seus corações, eles confessaram o seu pecado e pediram que Moisés orasse por eles ao Senhor. 
Foi esse o momento para a graça divina se manifestar no meio do povo. Quando Israel murmurou(reclamaram de Deus mesmo este lhes dando vitória e lhes abençoando em tudo) a resposta foram as mordeduras das serpentes ardentes (serafs em hebraico); quando confessou, foi a graça divina que lhes respondeu. A mesma serpente que foi o motivo da sua miséria foi também o meio da sua salvação e benção.
 A serpente levantada por ordem do Senhor, sobre a aste era a imagem daquilo que seu pecado havia produzido: O mal e a morte.
O Senhor Jesus nos apresenta este caso como sendo simbólico da salvação e vida nova que os homens haviam de achar n'Ele. Disse Ele : João 3:14-15  14 E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado,  15 para que todo o que nele crê tenha a vida eterna.
A primeira vista parece-nos bastante estra­nho achar na serpente levantada uma figura de Jesus, mas as palavras do  apóstolo Paulo explica-nos tudo. Diz êle : 2 Coríntios 5:21 -  21 Aquele que não conheceu pecado, ele (DEUS) o fez pecado por nós;
  Não temos aqui o pensamento da expiação, como se nos apresenta em Cristo como sendo o Cordeiro de Deus, mas sim o da condenação absoluta, na cruz de Cristo, do pecado na carne Romans 8:3   3 Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, Graças a Deus, o Senhor Jesus na cruz tratou da questão do nosso pecado de um modo absoluto e completo. Não só tratou de tirar os frutos mas de cortar a árvore pela raiz. Na serpente de metal sobre a aste o israelita via uma figura daquilo que tinha feito todo o mal, — mas agora estava morta.
Assim pensando em Cristo feito pecado por nós sobre a cruz, e do como o pecado na carne foi ali condenado, alegramo-nos em ver que tudo quanto somos por natureza como filhos de Adão, tem vindo sob a nossa condenação na cruz foi pago  João 19:30  30 Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito. Romanos 6:6  6 sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos;
A resposta de Deus a toda à nossa ruína e rebelião é esta manifestação do Seu amor e graça no dom do Seu Filho, e a morte deste, pela qual, crendo, alcan­çamos a vida eterna. Romanos 6:11   11 Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Romans 6:4   4 Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.
Deste modo, seremos efetivamente livres de toda a murmuração e seremos antes preparados para darmos graças por todas as coi­sas a nosso Deus e Pai em nome do nosso Senhor Jesus Cristo (Efés. 5:20).
Continua no próximo estudo
Caso tenha perdido estudo anterior clique aqui.

Jornal Mostra Trabalho Dos Evangélicos No Brasil

Essa semana o jornal nacional está exibindo uma série de reportagens sobre o trabalho das igrejas evangélicas no Brasil.
Sabemos obviamente que a Globo não passou de ser uma ferrenha  perseguidora a uma bondosa protetora das Igrejas de fé evangélica mas tudo é uma questão financeira, ela precisa urgentemente de resultados e Tudo é uma questão de Marketing. A emissora viu que era mau negócio lutar contra uma parcela da população que só faz crescer. A Rede Globo foi desbancada várias vezes pela Record ficando em segundo lugar na audiência, percebeu que Macumba não dá IBOPE. Entretanto sejam por quais motivos forem, deveríamos nos alegrar e pensar como Paulo. filipenses 1:15  Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade;
filipenses 1:18  Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.

E também que essas reportagens sirvam de alerta e incentivo às nossas Igrejas, para que sejam mais presentes na comunidade em que estão inseridas,com fé e boas obras.Lembremos do que nos diz as Escrituras:Mateus 5:16 16 Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
Tito 3:14 14 Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos.

 tiago2:26 Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.

O trabalho dos Presbiterianos e Assembleianos


O Trabalho dos Metodistas


CASO NAO CONSIGA VISUALIZAR OS VÍDEOS BAIXE AQUI O FLASH PLAYER DE ACORDO COM SEU NAVEGADOR

Por Que Deus Permite Que Uma Bala Perdida Mate Gente Inocente?

• Por que Deus permite que uma bala perdida mate gente inocente?


Uma vez que acreditamos que Deus é o autor desse planeta e é soberano sobre ele, é inevitável perguntarmos onde ele está quando essas coisas ter-íveis acontecem.
Creio que a Bíblia responde a essas perguntas muitas e muitas vezes a partir de diversos pontos de vista e de muitas formas diferentes. Encontramos nossa primeira resposta, sem dúvida, no livro de Gênesis no qual aprendemos sobre a queda da humanidade.
A reação imediata de Deus à transgressão da raça humana contra sua determinação e autoridade foi amaldiçoar a terra e a vida humana. Morte e sofrimento entraram no mundo como resultado direto do pecado. Vemos a manifestação concreta disso no âmbito da natureza onde espinhos se tornam parte do jardim e a vida humana é agora caracterizada pelo suor da testa e pela dor que está presente até mesmo no nascimento de uma criança.
Isso ilustra o fato de que o mundo em que vivemos é um lugar que está cheio de tristezas e tragédias. Mas não devemos nunca concluir que exista uma correlação absoluta nessa vida entre o sofrimento e a culpa das pessoas vítimas de tragédias. Se não houvesse pecado no mundo, não haveria sofrimento. Não haveria acidentes fatais, nem balas perdidas. Porque o pecado está presente no mundo, o sofrimento está presente no mundo, mas não significa que se você tem dois quilos de culpa, vai receber dois quilos de sofrimento. Essa é a percepção que o livro de Jó tenta dissipar, assim como a resposta de Jesus à pergunta sobre o homem cego de nascença (Jo 9.1-11).
Por outro lado, a Bíblia deixa claro que Deus permite que tais coisas aconteçam e, de certa forma, ordena que tais eventos aconteçam como parte da situação presente que está sob julgamento. Ele não removeu a morte desse mundo. Mesmo que seja algo que pudéssemos considerar como uma morte prematura ou violenta, a morte faz parte da natureza das coisas. A única promessa é que haverá um dia quando o sofrimento cessará completamente.
Os discípulos de Jesus fizeram perguntas sobre situações semelhantes - por exemplo, o sangue dos galileus que se misturou com os sacrifícios feitos por Pilatos ou as dezoito pessoas que morreram quando um templo desabou. Os discípulos perguntaram como isso poderia acontecer. A resposta de Jesus foi quase severa. Ele disse: "se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis", outra vez trazendo a questão de volta ao fato de que a impiedade moral torna possível para Deus permitir que tais coisas horríveis aconteçam num mundo decaído.


  • No Antigo Testamento, Deus trouxe julgamento sobre Israel e sobre outras nações através de acontecimentos catastróficos. Isso ainda acontece?



Deus ainda é Deus? Deus ainda é Senhor da História? A diferença é a seguinte: Quando Deus usava uma catástrofe como um meio de julgamento no Antigo Testamento, sabemos que seu julgamento estava por detrás da catástrofe porque temos o benefício da revelação escrita, dizendo-nos que ali estava a mão de Deus na História. Enquanto vivemos nossa vida e observamos nações sofrendo catástrofes e a calamidade atingindo muitas pessoas, não sabemos exatamente qual a relação entre essas catástrofes e o julgamento de Deus.
Permitam-me construir um paralelo bíblico aqui. No capítulo nono do Evangelho de João, os fariseus levantaram uma pergunta sobre o homem cego de nascença: "quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" A resposta de Jesus: "Nem ele pecou, nem seus pais". Ele nasceu cego por uma razão completamente diferente. Não acontecera, na realidade, como expressão do julgamento divino. Esse texto, e todo o livro de Jó deveriam nos coibir, como indivíduos, de assumir que a tragédia, catástrofe ou calamidade de uma pessoa seja um ato direto do julgamento divino. Mas é possível que seja. Vemos casos sem conta nas sagradas Escrituras em que Deus, de fato, traz calamidade sobre a casa de pessoas que estão em flagrante desobediência para com Deus.
A Bíblia diz que somos culpados. Deus pode retardar o julgamento ou podemos receber julgamento temporal de suas mãos agora mesmo nesse mundo. Nunca sabemos com certeza se a calamidade que experimentamos como indivíduos é um ato direto de julgamento ou não. O que é verdadeiro para os indivíduos também é verdadeiro para as nações.
Lembro-me de ouvir Billy Graham dizer, num sermão há alguns anos: "Se Deus não trouxer julgamento sobre os Estados Unidos da América, ele: de pedir desculpas a Sodoma e Gomorra." Lembrem-se, Jesus avisou cidades que ouviram sua mensagem, Corazim e Betsaida, de que no dia juízo haveria mais tolerância para Sodoma e Gomorra do que para elas. Embora ora não tenhamos mais interpretações proféticas sobre as razões de Deus para trazer julgamento, sabemos que nenhuma nação jamais ficará isenta do julgamento de Deus.

 
fonte: Boa pergunta! RC Sproul Cultura Cristã

Frases sobre o Orgulho

Sobre o Orgulho


"Eu tenho mais medo do papa do meu 'Ego' do que do Papa em Roma e todos os seus cardeais" - Martinho Lutero
"Eu sei se sou orgulhoso; e, todavia, eu não conheço metade desse orgulho" - Robert Murray M'Cheyne
"Quando o orgulho tiver escrito o sermão, ele irá conosco ao púlpito" Richard Baxter
"Os homens frequentemente me admiram, e eu fico satisfeito, mas eu abomino o prazer que eu sinto" - Henry Martyn
"Eu me esforçava para ter uma visão do meu orgulho como a própria imagem do Diabo, contrária à imagem e graça de Cristo; corno urna ofensa contra Deus, e entristecimento do Espírito Santo; como a coisa mais irracional e tola para alguém que não tem nada singularmente excelente e que tem uma natureza tão corrupta quanto a minha" -- Cotton Mather
"Eu me mantenho em privado para ver a plena glória do Evangelho... e para a conquista de todo o orgulho remanescente do coração" - Thomas Shepard.
"Deveria esse homem se orgulhar de ter pecado como tu tens pecado, e por viver como tu tens vivido, e gasto tanto tempo, e entediado de tanta misericórdia, e omitido tantos deveres, e negligenciado tão grandes meios? - que tem entristecido tanto 'o Espírito de Deus, violado tanto a lei de Deus, desonrado tanto o nome de Deus? Deveria esse homem que tem tal coração como tu tens, se orgulhar?" –Esse homem sou eu! - Puritano Richard Mayo

Pós-Modernismo Que Bicho é Esse?

Dificuldades da Pós-Modernidade

Nossos dias realmente estão se tornando dias de tribulação. Parece que estamos à deriva sem nenhum meio seguro que possa servir de referencial para sermos guiados. Isso acontece em todas as áreas inclusive nas igrejas. Parece que tudo virou um imenso mosaico, onde nada é permanente e nenhuma verdade é eterna ou absoluta.
Parece que a igreja está sem respostas sem conseguir realmente enfrentar este que é um inimigo terrível chamado pós-modernismo.
Gostaríamos de começar alguns estudos sobre o tema e mostrar que é possível sim ter um discurso exclusivista no mundo pluralista. Em primeiro lugar vamos analisar o nosso tempo que adota toda uma cosmovisão pós-modernista.


Algumas características que podemos ver nesse estilo de vida:

  1. A rejeição da verdade objetiva, ou seja, a cultura faz a verdade e essa cultura é produzida pelos mais ricos. Em ultima análise é o dinheiro que faz a verdade.
  2. Suspeita e incredulidade em relação às autoridades. Nenhuma autoridade goza de plena confiança. Tudo que uma autoridade fala pode ser questionado ou apenas visto como mais um ponto de vista.
  3. Moralidade indistinta e confusa. Isso nos diz que tudo é tolerável e que cada um vive da maneira como quiser viver.
  4. Busca pelo transcendente. Acredita-se em tudo, sem o crivo da razão e crê-se desde duendes até lenços abençoados e rosas ungidas.
  5. Não existe verdade absoluta. A verdade esta na mente de quem observa.
  6. Intuição e sentimentos aprovados e desejáveis.
  7. Impera a pseudo-tolerância e a pseudo-aceitação. Pois quando se trata de verdade absolutas, como as propagadas pelos cristãos, não se tolera nem sequer o mencionar da mesma, mas é válido fadas, gnomos elefantes com corpo de gente, budas, vacas sagradas etc.
  8. Tudo é relativo e não existem verdades absolutas. Deus é visto de várias formas e apenas nos é dito que é seu ponto de vista o meu é outro. Não existe a verdade, existe uma verdade na mente de que pensam assim. Logo o Cristo que afirmou: João 14:6 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. É apenas mais um a dizer um caminho para a verdade.


Esse é o cenário e estas são algumas das premissas do inimigo nossa pergunta é: será que a igreja de Cristo hoje está realmente pronta para dar respostas objetivas e defender e batalhar pela fé como faziam os cristãos do passado?

Estudaremos mais sobre o assunto em uma nova postagem

O Senhor Nos Ilumine.


René Montarroyos.

Vença Dificuldades e Busque Novos Desafios



A história de Jabez é uma das mais curtas biografias da Bíblia e também uma das mais sugestivas. Ele tornou-se mais ilustre do que seus irmãos, pois embora tenha recebido um nome pejado de estigma, não aceitou passivamente a decretação da derrota em sua vida. Ele sacudiu o jugo da crise e buscou horizontes mais espaçosos na sua caminhada. Estamos atravessando a fronteira de mais um ano. É tempo de nos desvencilharmos das dificuldades do passado, subirmos nos ombros dos gigantes e olharmos para a vida com a visão do farol alto. O que Jabez fez que o tornou mais nobre do que os seus irmãos?

1. Ele rogou a bênção de Deus (1Cr 4.10) – Jabez invocou o Deus de Israel, o Deus vivo e não um ídolo morto. Ele foi à fonte certa, com o pedido certo e com a motivação certa. Seu clamor é profundo: “Oh! Tomara que me abençoes!”. Somente através da bênção de Deus podemos sair dos desertos esbraseantes para os prados cheios de verdor; somente através da bênção de Deus podemos curar os traumas do nosso passado para vivermos uma vida livre, abundante e feliz. A bênção de Deus enriquece e com ela não existe desgosto. O nosso Deus é aquele que já tem nos abençoado com toda sorte de bênção em Cristo Jesus nas regiões celestes.

2. Ele pediu a Deus o alargamento de suas fronteiras (1Cr 4.10) – Jabez não era um homem acomodado. Ele olhava para frente e queria conquistar mais terreno, queria alargar o espaço da sua tenda, queria ampliar seus horizontes e conquistar novas fronteiras. Não basta desvencilhar-se das amarras do passado, precisamos alçar vôos mais altos em relação ao futuro. Jabez queria mais espaço, influência, trabalho, frutos, e conquistas. Seu coração palpitava por vitórias mais expressivas, por alvos mais arrojados, por sonhos mais altaneiros. De igual forma, precisamos ter sonhos mais ousados na nossa vida pessoal, familiar e espiritual. Há terreno ainda por ser conquistado!

3. Ele suplicou pela presença de Deus (1Cr 4.10) – Jabez entende que seus sonhos não podem ser realizados se a mão de Deus não for com ele. Ele não quer apenas coisas, ele quer Deus. Coisas sem Deus não satisfazem a alma. Sem a presença de Deus não podemos caminhar vitoriosamente. Nossa maior necessidade é de Deus. Nossa jornada jamais poderá ser bem sucedida se a mão de Deus não for conosco. Foi a presença de Deus que sustentou, protegeu e guiou o povo de Israel pelo deserto quarenta anos. É a presença de Deus que inunda a igreja de ânimo e força na sua caminhada pelos vales e outeiros da História. Temos a promessa de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28.20).

4. Ele clamou pela proteção de Deus (1Cr 4.10) – Jabez compreende que a jornada da vida é cheia de perigos. Há caminhos escabrosos, inimigos aleivosos, temores assombrosos. Precisamos da proteção divina. Jabez pede livramento do mal e do maligno. Ele compreende que somente Deus pode nos livrar dos laços e armadilhas do maligno. Jabez sabe que não pode vencer sem a proteção do Altíssimo, por isso clama e roga o livramento não apenas do maligno, mas também da aflição decorrente de sua investida. Não temos força nem armas suficientes em nós mesmos para entrarmos nessa batalha; mas, com a força do Eterno e revestidos com sua armadura podemos triunfar.

O texto de 1Crônicas 4.10 termina dizendo: “E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”. Deus responde as nossas orações. Ele muda a nossa sorte. Ele transforma choro em alegria, vales em mananciais, o cerco do inimigo em porta da esperança. Estamos atravessando os portais de um novo ano. Faça o que Jabez fez. Clame também ao Senhor e você verá que um novo tempo poderá raiar também em sua vida!


Rev. Hernandes Dias Lopes

O Administrador Infiel e o Senhor Benevolente Parte II


O ADMINISTRADOR INFIEL E O SENHOR BENEVOLENTE PARTE II.
LC 16:1-9
Lc 16:1-9 1 Disse Jesus também aos discípulos: Havia um homem rico que tinha um administrador; e este lhe foi denunciado como quem estava a defraudar os seus bens. 2 Então, mandando-o chamar, lhe disse: Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, porque já não podes mais continuar nela. 3 Disse o administrador consigo mesmo: Que farei, pois o meu senhor me tira a administração? Trabalhar na terra não posso; também de mendigar tenho vergonha.4 Eu sei o que farei, para que, quando for demitido da administração, me recebam em suas casas.5 Tendo chamado cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu patrão?6 Respondeu ele: Cem cados de azeite. Então, disse: Toma a tua conta, assenta-te depressa e escreve cinqüenta.7 Depois, perguntou a outro: Tu, quanto deves? Respondeu ele: Cem coros de trigo. Disse-lhe: Toma a tua conta e escreve oitenta.8 E elogiou o senhor o administrador infiel porque se houvera atiladamente, porque os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz.9 E eu vos recomendo: das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos.
Entendemos no nosso estudo anterior, que o servo infiel tinha um plano que parecia ser infalível e apostou tudo nele. Ele apostou na benevolência do Senhor, porque este já sabia que estava sendo roubado e mesmo assim não o prendeu. Nem uma surra com vara ao menos foi dada.
As estrofes três e quatro apresentam o problema. As estrofes 5 e 6 apresentam a solução. O mordomo termina seu ousado plano reunindo as contas recém modificadas e entregando-as ao seu Senhor. O senhor examina e reflete acerca das alternativas que tem. Ele sabe muito bem que na aldeia local já começou uma grande festa de celebração em seu louvor, como o mais nobre e mais generoso(qualidades imensamente aprovadas e desejáveis no oriente médio) homem que jamais arrendou terras naquela região. Agora, ele tinha duas alternativas.

  • Poderá voltar atrás e dizer que tudo não passou de um engano de um funcionário que havia sido demitido. Mas se ele fizer isso agora a alegria do povo se tornará em ira e ele será amaldiçoado por sua avareza, nenhuma pessoa de bem gostaria de ser amaldiçoada pelo seu povo e muito menos por uma qualidade que todos reprovam até os dias de hoje que é a avareza.

  • Ele pode ficar em silêncio, aceitar o louvor que agora mesmo está sendo proclamado a ele, e permitir que o astuto mordomo se eleve na crista da onda do entusiasmo popular. No verso 8 o senhor se volta para aquele serve e diz: "você é um individuo muito sábio". Uma das definições de sabedoria no Antigo Testamento é o instinto de auto-preservação. De maneira insincera, os atos do mordomo são um cumprimento ao seu senhor.
O que podemos aprender dessa parábola é o seguinte:
Deus (O SENHOR) é um Deus de juízo e misericórdia. Por causa do mal que pratica, o homem (mordomo) mergulhado no pecado terá que prestar contas no mundo vindouro pois, diante de Deus,não há um justo sequer. Desculpas não valerão de nada. A única alternativa é o homem apostar tudo na infinita graça e misericórdia do seu Senhor, que seguramente aceitará o preço da salvação do homem. Esse esperto e velhaco foi suficientemente sábio para ter total confiança na qualidade de misericórdia experimentada no inicio da história. Essa confiança demonstrou ser válida. Os discípulos de Cristo deveriam ter a mesma confiança. O servo é louvado em sua sabedoria por saber exatamente onde estava sua salvação, e não por sua desonestidade neste caso ele viu que sua salvação estava no seu Senhor que era bom e misericordioso. Em resumo, Jesus fala da natureza de Deus, do estado lastimável do homem e da base da salvação deste o homem nesta parábola nao foi salvo por ser infiel,  nem por ter sido espertalhao, nada do que ele poderia fazer o salvaria, não é por obras que conseguimos nos salvar e sim pela miséricórdia do Senhor e pela bondade deste para conosco miseráveis servos, esperamos sinceramente ter contribuído e iluminado esta tão maravilhosa parábola que nos fala de graça imerecida e esperança.
Senhor nos Ilumine
Amém.

Não é Comigo! Uma Parábola para os nossos Dias.


Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: Quem é o meu próximo?
                                                                                            Lc 10:29


Lc 10:25-37
O bom Samaritano.
     Nossos dias são caóticos, parece que estamos dormindo, ou pior ,que andamos como zumbis em meio a outros zumbis, precisamos de uma couraça de insensibilidade porque todos são suspeitos até que se prove ao contrário. Uma vez presenciei uma cena que seria Hilária se não fosse triste, uma Kombi de escape furado fez várias pessoas em uma parada de ônibus jogarem-se no chão. As pessoas estavam julgando ser um rajada de metralhadora.
No texto que acabamos de ler, presenciamos uma cena chocante até mesmo para os nossos dias. Quando o  evangelista Lucas escreveu seu livro o Espírito Santo o guiou de tal maneira que o livro veio a se tornar uma bomba na vida dos "religiosos" mais famosos daquela  época, os fariseus.
Vejamos que no verso 29 querendo por Jesus a prova começam a provocá-lo. O intérprete da lei tinha regras bem definidas e sabia quem era seu "proximo" ,ele considerava próximo apenas os judeus, ou seus familiares e ninguém mais.(Lv 19:17-18) os rabinos tinham um ditado que dizia: Que os heréticos, os delatores e renegados sejam  empurrados para o fosso e não devem ser tirados de lá.
outro midrash (interpretação da lei por parte dos rabinos) circulava nos tempos de Jesus que dizia:  Dos gentios, com quem não temos guerra, bem como os que são guardadores de ovelhas entre os israelitas, e outros semelhantes, não devemos planejar a morte; mas estiverem em algum perigo de morte, não somos obrigados a livrá-los; por exemplo, se algum deles cair no mar, você não precisará tirá-lo.



A resposta do nosso mestre à indagação do intérprete da lei, como sempre, foi surpreendente! Jesus faz uma parábola justamente tendo o  samaritano como herói, que além de não ser o próximo ainda era completamente odiado pelos Judeus. O auditório esperava que Jesus seguisse o ensino da maioria e se conformasse com as opiniões que eram proferidas por religiosos de grande influência e respeito como era o caso dos escribas.



Acompanhando o texto vemos logo no verso 31 que o sacerdote passou de largo.  Viu o corpo em estado de quase morte e passou para outro lado da via e ficamos a nos perguntar por que? Ao analisar-mos mais detalhadamente a história da Palestina naqueles tempos entendemos logo que o sacerdote veio de uma semana de purificação em Jerusalém, ele não podia  contaminar-se com um semi-morto. além do mais havia uma outra regra entre os rabinos que dizia: Por isto sabemos que se um homem vê o seu próximo morrendo afogado, sendo atacado por feras ou ladrões é obrigado a savá-lo! (B.T. Sanhedrin 73a)

 Com esses dados fica mais claro não é mesmo? Em primeiro lugar precisamos entender que os Sacerdotes eram ricos naquela sociedade, possuíam muitos bens e dinheiro, com certeza não percorreriam aquele caminho a pé e sim montado em um cavalo. o percurso total era de 27km. Havia também o perigo de ele próprio ser assaltado porque essa estrada é repleta de ladrões até os dias de hoje. Em segundo lugar Os Sacerdotes viviam em um código rígido  de leis que dizia o que deviam ou não deviam fazer, eram como robôs. Em terceiro lugar ele não teria como identificar  se a pessoa ferida era próximo porque muito provavelmente os ladrões haviam levado as suas roupas(os judeus poderiam ser facilmente identificados por suas roupas) tecido era algo caro e raro nesse período, também não poderia tocá-lo por parecer  morto! Continuemos nossa análise.
Segue o caminho logo atrás do sacerdote um levita (Quando acabava uma festa religiosa em Jerusalém, em primeiro lugar saíam os sacerdotes seguidos dos levitas e depois o povo.) logicamente que o levita também não ajuda àquele necessitado, ele sabia que havia passado um sacerdote, portanto, se o mestre espiritual (seu pastor) não teria feito nada,porque ele teria que fazer? Ele que era um simples levita! e outra coisa o sacerdote tinha um cavalo! Poderia até ter pensado consigo --Eu, um singelo levita, levarei um defunto, que não sei nem se é meu próximo ou não, nas costas e a pé? De forma alguma! isso não é comigo!
O terceiro a passar era o mais improvável de todos, um samaritano! deixe eu lhe contar caro leitor o que era um samaritano na cabeça de um Judeu da época, pelas frases abaixo você logo terá uma Idéia do ódio que Jesus estava levantando e da ferida infectada que ele estava tocando.
Livro chamado sabedoria de Ben Sirach 2000 anos antes de Cristo afirmava:
Dois povos aborrecem minha alma, e o terceiro não é um povo: os que habitam no monte Seir, e os filisteus, e o povo insensato que havia em Siquém(samaritanos).

Os samaritanos eram publicamente amaldiçoados nas sinagogas; diariamente era feita uma petição a Deus para que os samaritanos não fosse participantes da vida eterna.

Jesus bem  que poderia ter feito uma parábola de um Judeu nobre ajudando um samaritano, não é mesmo? assim o público o aplaudiria! Mas graças a Deus Jesus gosta de contrariar a lógica humana. Além de transformar o bandido em mocinho, ele fala de sentimentos que os judeus achavam serem inexistentes em  samaritanos, eles simplesmente tinham os samaritanos por porcos apesar de serem Judeus e possuírem a Torá.
Aqui o samaritano demonstra  a compaixão! a palavra grega é mais forte que a tradução para o português  splanchnizomai dá a idéia de mexer as entranhas, mexer por dentro,sabe aquele frio na barriga ao ver meninos no meio de um lixão ou a dor no peito em ver um caso muito chocante, aquela profunda vontade de fazer algo? foi justamente esse sentimento que tomou aquele homem, um rebuliço, uma agitação gigantesca dentro da alma ao ver outro ser humano jogado, parecendo um morto e nú na beira de uma estrada perigosa como aquela!

O samaritano sabia que ele próprio poderia estar correndo perigo de vida! Este homem inconsciente era provalmente um judeu que descia da festa religiosa que eles não podiam entrar. E ele também correria o risco de censura por parte da sua família e amigos. a despeito de todas essas considerações, ele sente profunda compaixão pelo homem ferido, e essa compaixão é imediatamente traduzida em atos concretos. O samaritando limpa e suaviza as feridas com óleo e depois desinfeta com vinho. apesar de parecer muito simples o óleo e o vinho usados nesta parábola eram uma outra "afronta" da parte de jesus para com os religiosos da época, porque todos sabiam que óleo e vinho eram apenas usados pelos sacerdotes para as libações religiosas, ou seja, eram derramados no altar para limpar as feridas da alma e curá-las.
Jesus põe na mão de um odiado, a misericórdia que Deus requer dos que se dizem religiosos em todas as épocas.
Portanto meus irmãos, se nos dizemos crentes e estamos congelados com relação às necessidades do nosso próximo, se não mais ouvimos o  clamor,se não mais nos importamos, estamos exatamente iguais aos judeus, vivendo apenas um ativismo religioso sem vida. Lembremos do que nos diz Tiago Tiago 2:26  Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.
Em conclusão, podemos dizer que a parábola do bom Samaritano denuncia a traição cotidiana do amor em nome de muitas e 'sérias razões': "não é comigo", "não tenho tempo"… Esta traição deu-se no passado e continua no presente: «ver e passar ao lado», «seguir adiante», faz parte do nosso cotidiano!
Foi um odiado, um rejeitado, pense em algum grupo da sociedade desprezado em nossos dias, o samaritano de hoje poderia ser um nordestino de fala feia e roupas esfarrapadas, poderia ser uma drag queen com seu jeito pouco ortodoxo, poderia ser um índio "preguiçoso" , poderia ser um "negro safado" mas é justamente esses que parecem não se encaixar com nossos padrões que Cristo mais gosta de usar. àquele quem todos desprezam foi o que se mostrou sensível ao drama do ferido e fez o que era preciso: parou, não perguntou pela identidade, mas deixou que falasse o coração, e este sugeriu-lhe o comportamento acertado; ao contrário do doutor da Lei que pretendia um serviço ao próximo bem controlado.
Ore a Deus peça que mude sua dura cerviz, peça que você deixe de olhar para si mesmo e passe a olhar para o outro com os olhos do outro. Essa é a verdadeira religião:fé e ação! Deus nos Ilumine.

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