Resumo Cinco Lemas da Reforma




SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.

SOLO CHRISTUS
: A Erosão da Fé Centrada em Cristo


À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.
SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho

A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.

SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial


A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.
SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus

Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.



Fonte: Declaração de Cambridge

Um Pouco Exegese Atos 1.8C

Atos 1.8c "...recebereis poder..." dynamis- poder,força, fortaleza, energia. Mat.22.29 " Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." Já recebemos o poder para testemunhar, esta energia já está em nosso coração. "...ao descer sobre vós o Espírito Santo..." epelthontos particípio do 2o aoristo, ação anterior à do verbo principal, recebereis.Primeiro o Espírito Santo desceria, como de fato aconteceu em Pentecoste. Segundo Os discípulos de Jesus receberam o poder para testemunhar. Sendo aoristo, mesmo o segundo aoristo irregular quanto à forma não ao sentido, temos uma ação PONTILEAR, ou seja, singular um ato, e não um processo. A descida do Espírito, o batismo com o Espírito,  I Cor.12.12,13, não se repetiria naquele grupo de discípulos, foi singular, única. O Espírito veio para ficar, Rom.8.9 "Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Logo, a força para viver e impactar as pessoas com ações e palavra do Evangelho, está em nós. Lucas 1.35 Prediz o nascimento de Jesus "Descerá sobre ti o Espírito Santo e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra..." O mesmo Espírito poderoso, que fez Jesus ser concebido, também operou em Pentecoste para o Corpo místico de Jesus, a Igreja, nascer.Atos 2.1-4.  "...sobre vós..." ef' hymas..." preposição epi com modificações fonéticas, com acusativo frequentemente indica movimento implícito. Significa dizer que o Espírito se moveu, se deslocou, de cima para baixo, desceu sobre eles. A bênção vem de cima, do alto, Tiago 1.17. Examine Sal.133.é como o óleo precioso que DESCE, e DESCE para a gola de suas vestes...e DESCE sobre os montes de Sião. Deus é quem nos deu esta autoridade para fazer discípulos, para testemunhar de sua graça. Abençoado,peço que ore e interceda junto com os irmãos para que eu reconheça que este poder já está em mim e eu seja obediente na missão de testemunhar o Evangelho da graça de Deus, aqui onde estou, e em julho querendo Deus, no estágio do Curso de Formação Missiológica/APMT, no Uruguai. Conto com as suas orações. Em Cristo, jc de JC

Juiz Cancela Um Casamento Gay


O juiz da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, determinou nesta sexta-feira (18), de ofício, a anulação do primeiro contrato de união estável entre homossexuaisfirmado em Goiás, após decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Para Villas Boas, o Supremo “alterou” a Constituição, que, segundo ele, aponta apenas a união entre homem e mulher como núcleo familiar. “Na minha compreensão, o Supremo mudou a Constituição. Apenas o Congresso tem competência para isso. O Brasil reconhece como núcleo familiar homem e mulher”, afirmou ao G1. O magistrado analisou o caso de ofício por entender que se trata de assunto de ordem pública.

Além de decidir pela perda da validade do documento, Villas Boas determinou a todos os cartórios de Goiânia que se abstenham de realizar qualquer contrato de união entre pessoas do mesmo sexo. De acordo com o magistrado, os cartórios só podem providenciar a escritura se houver decisão judicial que reconheça expressamente o relacionamento do casal.

O contrato anulado pelo juiz é o que atesta a união estável entre o estudante Odílio Torres e o jornalista Leo Mendes, celebrado no dia 9 de maio. O G1 deixou recado no celular de Mendes e aguarda retorno.

Na decisão, Villas Boas argumentou que é preciso garantir direitos iguais a todos, independentemente “de seu comportamento sexual privado”, mas desde que haja o “cumprimento daquilo que é ordenado pelas leis constitucionais.”

O magistrado afirmou ainda que o conceito de igualdade previsto na legislação brasileira estabelece que os cidadãos se dividem quanto ao sexo como “homens e mulheres, que são iguais em direitos e obrigações."

“A idéia de um terceiro sexo [decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo ], portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional”, disse o juiz na decisão.

Em entrevista por telefone, Villas Boas afirmou que a decisão do Supremo está fora do “contexto social” brasileiro. De acordo com ele, o país ainda não vê com "naturalidade" a união homoafetiva.

“O Supremo está fora do contexto social, porque o que vemos na sociedade não é aceitação desse tipo de comportamento. Embora eu não discrimine, não há na minha formação qualquer sentimento de discriminação, ainda demandará tempo para isso se tornar norma e valor social”, afirmou.

Raul Seixas e a Teologia Maluco Beleza Dos Nossos Dias


Luiz Sayão

É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.
Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho de Cristo. Chegou até mesmo a ter um filho com sua primeira companheira, que era filha de um missionário norte-americano. Todavia, a perspectiva panteísta e agnóstica de Raul Seixas mostrou que o famoso cantor não abriu o coração para a mensagem do Evangelho. Sua morte não deixa dúvidas sobre isso!
Por incrível que pareça, se Raul Seixas não se deixou influenciar pelas boas novas de Jesus, parece-me que suas idéias estão cada vez mais presentes na realidade evangélica contemporânea. Será possível que estamos caminhando para uma “teologia do Raul Seixas”? Será que teremos um evangelho “maluco beleza”? O amigo leitor pode dar sua própria opinião.
Enquanto as Escrituras deixam claro que existe apenas um Deus verdadeiro, que está acima de sua criação (Is 44.6; Rm 1.18-21), a perspectiva panteísta aparece expressa na música “Gita”, de Raul. Ele afirmava: “Eu sou a luz das estrelas / A mãe, o pai e o avô / O filho que ainda não veio / O início, o fim e o meio.” Este enfoque tenta tirar de Deus a glória que só Ele tem e merece. De modo geral, o panteísmo que deifica a natureza acaba definindo como categoria suprema o fluxo do movimento. Heráclito sorriria no túmulo. Tais idéias, muito presentes nos filmes norte-americanos mais populares, parecem emergir do conceito de que Deus é uma energia, “um fluir” (unção?). Em certos redutos evangélicos já se pode perceber que Deus se tornou “um poder manipulável” por “comandos determinadores”. Além disso, o enfoque da teologia do processo, que já nos influencia com todos os seus desdobramentos específicos, também diminui Deus e o coloca sob o domínio do “fluxo do tempo”, sugerindo que Ele é apenas nosso sócio na construção da história.

METAMORFOSE AMBULANTE
A idéia da supremacia do fluxo do tempo desemboca na rejeição de outras categorias fixas. A única categoria é o próprio tempo, o novo senhor absoluto. Com esse pressuposto, já não podemos ter teologia e ética definidas e claras. Embora a Bíblia seja um livro de orientações muito cristalinas sobre Deus, a salvação e o propósito da vida (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21), para muitos evangélicos, a teologia “maluco beleza” é preferível. Como diria Raul: “Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” Se uma opinião for antiga, deve ser rejeitada! Há uma crise doutrinária e teológica em boa parte do meio evangélico. Muitas pessoas adotam hoje idéias liberais, místicas e extremistas sem a devida avaliação. Nesse caso, não importa sua fundamentação teológica, histórica e lógica. Viva a metamorfose!
Tal sensação de indefinição, presente no pensamento do roqueiro tupiniquim, ajudou a formar seu perfil estranho, controvertido e até mesmo bizarro. Não é que um grupo significativo de evangélicos também já tem se aproximado do esdrúxulo?! Há um certo desprezo pela reflexão, pela teologia, e o crescimento de práticas risíveis e simplesmente inacreditáveis. Será que podemos ouvir o eco da música de Raul ao contemplar grande parte do chamado meio evangélico atual? Será que estamos diante do “Contemplando a minha maluquez / Misturada com minha lucidez”? Até onde vai a nossa “maluquez”? Será que voltaremos à lucidez? Será que muitas reuniões religiosas de hoje estão nos deixando, “com certeza, maluco beleza”? Espero que essa sensação seja um exagero! Todavia, temo que não seja!
Não faz tanto tempo assim, os cristãos evangélicos entendiam que um culto de adoração a Deus tinha, de fato, Deus como o centro do culto. Muitos cânticos tinham letra elaborada, teologia saudável e enfatizavam os atributos e os atos de Deus. No entanto, em algumas reuniões dominicais de hoje, temo que o foco esteja sendo mudado. Novas canções falam de um amor quase romântico e indefinido, divertem a massa, exaltam unção, montanhas, Jerusalém, guerra etc. O conceito de dedicar o domingo para uma diversão sem propósito e finalidade bíblica é manifesta na teologia do Raul Seixas. Como ele mesmo dizia: “Eu devia estar contente pelo Senhor ter me concedido o domingo para ir ao jardim zoológico dar pipocas aos macacos”. Será que já podemos observar “uma fauna evangélica com suas macaquices litúrgicas”? Tomara que não! Espero que tudo que escrevo não passe de uma análise exagerada! Todavia, temo que não.
Como todo enfoque teológico, o pensamento do “teólogo-músico pós-ortodoxo” nacional, também possui as suas decorrências de ordem prática. Não há como fugir da realidade. A forma de pensar e ver o mundo influencia e determina a vida prática de qualquer pessoa. A verdade é que se adotarmos uma base panteísta, um pensamento relativista, uma ética indefinida e práticas místicas emocionalistas sem conteúdo, não chegaremos a lugar nenhum. E não é que o “grande teólogo-roqueiro” já sabia disso! Quem pode lembrar de sua “perspectiva teleológica” que determinou seu trágico fim? “Este caminho que eu mesmo escolhi / É tão fácil seguir/ Por não ter onde ir.”
Se a igreja evangélica brasileira desvalorizar a doutrina bíblica, desprezar a teologia, deixar de lado a ética e afundar-se no misticismo e nas novidades ideológicas frágeis, logo ela descobrirá que esse é um caminho “tão fácil de seguir”. O grande problema é que no final das contas “não teremos para onde ir”.
Mais do que nunca, precisamos desesperadamente voltar nossa atenção para as Escrituras Sagradas, com o verdadeiro desejo de obedecer a Deus e à sua verdade. Que Deus nos abençoe.

Bibliografia Reformada Básica.


 

Bibliografia Reformada Básica



Esta bibliografia é bem resumida e está sendo atualizada. Mas já tem o suficiente para quem quer sobreviver em território liberal...


PSICOLOGIA GERAL
BONOW, I. W. Elementos de Psicologia. São Paulo: Melhoramentos.
HURDING, Roger F. A Árvore da Cura: Modelos de Aconselhamento e de Psicoterapia. São Paulo: Vida Nova, 1995. 490p.
NICHOLI Jr., Armand N. A Questão de Deus: Viçosa, MG: Ultimato
MARX, Melvin H. & HILLIX, William A. Sistemas e Teorias em Psicologia. São Paulo: Cultrix, 1993.

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
GEISLER, Norman L. e FEINBERG, Paul D. Introdução à Filosofia: uma perspectiva cristã. São Paulo: Vida Nova, 1983, 1996.
NASH, Ronald. As Questões Finais da Vida. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
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HISTÓRIA DA FILOSOFIA
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MONDIN, Batista. Curso de filosofia. São Paulo: Edições Paulinas, 1987. V. 1, 2 e 3.
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SOCIOLOGIA GERAL (E DA RELIGIÃO)
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BERGER, Peter. O Dossel Sagrado: Elementos para uma Sociologia da Religião. São Paulo: Paulinas, 1985.
RIBEIRO, Darcy, O povo brasileiro (São Paulo: Companhia das Letras, 1995).
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Pioneira, 1987.
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ANTROPOLOGIA
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INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO
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INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO
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CARSON, D.A.; Moo, Douglas J. e Morris, Leon. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1997.
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GEISLER, Norman & William Nix. Introdução Bíblica. São Paulo: Editora Vida, 1997.
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GEOGRAFIA E ARQUEOLOGIA DA BÍBLIA
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CURRID, John. Arqueologia nas Terras Bíblicas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.
DANA, H.E. Mundo do Novo Testamento. 4ª Ed. Rio de Janeiro: JUERP. 1990.
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GUNDRY, R. H. Panorama do Novo Testamento. São Paulo: Vida.
HILL, A. e WALTON, J. Panorama do Antigo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 2006.
ORRÚ, Geruásio F. Os Manuscritos de Qumran e o Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1993.
PACKER, J., TENNEY, M. e WHITE Jr, W. O Mundo do Novo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 1988.
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HEBRAICO
FUTATO, Mark. Introdução ao Hebraico Bíblico. São Paulo: Cultura Cristã, 2010.
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FRANCISCO, Edson. Manual da Bíblia Hebraica. 2ª edição. São Paulo: Vida Nova, 2005.

GREGO
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MACHEN, John Gresham. O Novo Testamento Grego para Iniciantes. Trad. Antônio Victorino. São Paulo: Hagnos, 2004.
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KAISER JR, Walter C. & SILVA, Moisés. Introdução à Hermenêutica Bíblica: como ouvir a Palavra de Deus apesar dos ruídos de nossa época. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.
LOPES, Augustus Nicodemus. A Bíblia e seus Intérpretes. São Paulo: Cultura Cristã.
PRATT, JR., R. Ele nos Deu Histórias. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.
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TEOLOGIA BÍBLICA DO ANTIGO TESTAMENTO
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TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO
LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2003.
MORRIS, Leon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2003.
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METODOLOGIA EXEGÉTICA
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PINTO, Carlos O. Fundamentos para Exegese do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova.
VIRKLER, Henry A. Hermenêutica Avançada. Princípios e Processos de Interpretação Bíblica. São Paulo: Vida, 1987.
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EXEGESE DAS CARTAS PAULINAS
BRUCE, F. F. Paulo o apóstolo da graça, sua vida, cartas e teologia. São Paulo: Shedd Publicações, 2003.

EXEGESE DAS CARTAS PASTORAIS E GERAIS
LOPES, Augustus Nicodemus. Comentário 1 João. São Paulo: Cultura Cristã, 2005.
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HISTÓRIA DA IGREJA
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CLOUSE, Robert, PIERARD Richard e YAMAUCHI, Edwin. Dois reinos. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.
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LEITH, John H. A Tradição Reformada. São Paulo: Pendão Real, LINDBERG, Carter. As Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001.
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LERY, J. A Tragédia da Guanabara. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
LÉRY, Jean. Viagem à terra do Brasil. São Paulo, Martins Editora.
MENDONÇA, Antônio Gouvêa e VELASQUES FILHO, Prócoro. Introdução ao Protestantismo no Brasil. São Paulo: Loyola, 1990, 2002.
MENDONÇA, Antônio Gouvêa. O Celeste Porvir. A inserção do protestantismo no Brasil. São Paulo: Paulinas, 1984.
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HISTÓRIA DA IPB
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MATOS, Alderi S. Os pioneiros presbiterianos do Brasil (1859-1900). São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
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RIBEIRO, Boanerges. Protestantismo no Brasil Monárquico. São Paulo, Pioneira.
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VOCAÇÃO E ESPIRITUALIDADE
GUINNESS, Os. O chamado. São Paulo: Cultura Cristã, CESAR, Kléos Magalhães Lenz.Vocação – Perspectivas Bíblicas e Teológicas. Viçosa (MG): Ultimato, 1999.
EDWARDS, Jonathan. A vida de David Brainerd. São Paulo: Fiel, 1993.
MURRAY, Iain. O Spurgeon que Foi Esquecido. São Paulo: PES, 2004.
SPURGEON, C. H. Chamado para o Ministério. PES.
VEITH, JR., G. E. Deus em ação. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.

POIMÊNICA
ADAMS, Jay E. O Manual do Conselheiro Cristão. São Paulo: Editora FIEL
ARMSTRONG, John, Org. O ministério pastoral segundo a bíblia. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
BAXTER, Richard. Manual Pastoral de Discipulado. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
BAXTER, Richard. O pastor aprovado. São Paulo: PES, 1989.
EYRICH, H., HINES, W. Cura para o coração. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
GOMES, Wadislau. Aconselhamento redentivo. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
HANSEN, David. A arte de pastorear. São Paulo: Shedd Publicações, 2001.
MAC ARTHUR Jr., John F. e MACK, Wayne A. Introdução ao Aconselhamento Bíblico: um guia básico dos princípios e prática do aconselhamento. São Paulo: Editora Hagnos, 2004.
MARRA, Cláudio. A Igreja Discipuladora. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
WHITE, Peter. O Pastor Mestre. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.

LIDERANÇA
DORIANI, Dan. O homem segundo o coração de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
LAWRENCE, Bill. Autoridade Pastoral. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.
MAXWELL, John C. As 21 indispensáveis qualidades de um líder. São Paulo: Mundo Cristão, 2000.

TEOLOGIA DE MISSÕES
GETZ, Gene A. Igreja: forma e essência: o corpo de Cristo pelos ângulos das Escrituras, da história e da cultura. São Paulo: Vida Nova, 1994.
GREEN, Michael. A Evangelização na Igreja Primitiva. São Paulo: Vida Nova, 1984.
NEILL, Stephen. História das missões cristãs. São Paulo: Vida Nova.
PIPER, J. Alegrem-se os Povos. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.
STEUERNAGEL, Valdir Raul, org. A Missão da Igreja: uma visão panorâmica sobre os desafios e propostas de missão para a Igreja na antevéspera do terceiro milênio.
Belo Horizonte: Missão Editora, 1994.
TUCKER, Ruth A. Até os Confins da Terra. São Paulo: Vida Nova, 1986.

EVANGELIZAÇÃO
BARRS, Jerram. A Essência da Evangelização. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
KUIPER, R. B. Evangelização Teocêntrica. São Paulo: PES, 1976.
PACKER, J. I. Evangelização e Soberania de Deus. São Paulo: Vida Nova, 1990.

EDUCAÇÃO CRISTÃ
ACSI. Série Fundamentos da Educação Cristã. São Paulo: ACSI.
DOWNS, Perry G. Ensino e Crescimento – Uma Introdução à Educação Cristã. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.
COMENIUS. Didática Magna.
PAZMIÑO, Robert. Elementos básicos do ensino para cristãos. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
PORTELA, F. Solano. Educação Cristã? São José dos Campos: Fiel.
CONSTITUIÇÃO E ORDEM DA IPB
MANUAL PRESBITERIANO. São Paulo: Cultura Cristã DIGESTO PRESBITERIANO. São Paulo: Cultura Cristã

HOMILÉTICA
ANGLADA, Paulo. Introdução a Pregação Reformada. Ananindeua, PA: Knox Publicações, 2005.
BROADUS, John A. Sobre a Preparação e a Entrega de Sermões. São Paulo: Custom, 2003.
CHAPELL, B. Pregação Cristocêntrica. São Paulo: Cultura Cristã, 2002.
DORIANI, D. A Verdade na Prática. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
GOUVÊA Jr., Herculano. Lições de Retórica Sagrada. Campinas: Luz para o Caminho, 1972.
GREIDANUS, S. Pregando Cristo a partir do Antigo Testamento. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
____________ O Pregador Contemporâneo e o Texto Antigo. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
LEWIS, R. com G. Pregação Indutiva. São Paulo: Cultura Cristã, 2002.
ROCHA, Thiago Rodrigues. Convém que Ele Cresça. Rio de Janeiro: s. e., 2003.
SPURGEON, Charles Haddon; OLIVETTI, Odayr, Trad. Lições aos meus alunos: homilética e teologia pastoral. São Paulo: PES, 1990.

TEOLOGIA SISTEMÁTICA
CALVINO, João. As Institutas ou Tratado da Religião Cristã (4 vols.). São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
CALVINO, João. Instrução na fé. Goiânia: Editora Logos, 2003.

PROLEGÔMENOS E TEONTOLOGIA
ANGLADA, Paulo Roberto Batista. Soli Deo Gloria – O Ser e Obras de Deus. Ananindeua: Knox Publicações, 2007.
BERKHOF, L. A história das doutrinas cristãs. São Paulo: Publicações Evangélicas Selecionadas, 1992.
CAMPOS, Heber. O Ser de Deus e os seus Atributos. São Paulo: Cultura Cristã.
CAMPOS, Heber. O Ser de Deus e suas Obras – Providência. São Paulo: Cultura Cristã.
AGOSTINHO DE HIPONA. A Trindade. São Paulo: Paulus, 1994. Coleção Patrística.
JENSEN, Peter. A revelação de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.

ANTROPOLOGIA BÍBLICA
HOEKEMA, Anthony. Criados à Imagem de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1999.
LUNDGAARD, Kris. O Mal que Habita em Mim. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.
PLANTINGA, JR., Cornelius. Não era para ser assim. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.
LUTZER, Erwin. A Serpente do Paraíso. São Paulo: Vida, 1998.

CRISTOLOGIA
CAMPOS, Heber. As Duas Naturezas do Redentor. São Paulo: Cultura Cristã.
________, Heber. A União das Naturezas do Redentor. São Paulo: Cultura Cristã.
LETHAM, Robert. A obra de Cristo. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
McLEOD, Donald. A pessoa de Cristo. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.

SOTEORIOLOGIA
HOEKEMA, Anthony A. Salvos pela Graça. São Paulo: Cultura Cristã, 1997.
GUNDRY, Stanley, Editor. 5 Perspectivas sobre a Santificação. São Paulo: Vida, 2006.
MACARTHUR, J. et alli. Justificação pela fé somente. São Paulo: Cultura Cristã, 1995.

PNEUMATOLOGIA
FERGUSON, Sinclair. O Espírito Santo. São Paulo: Puritanos, 2000.
HORTON, Michael (org.). Religião de Poder. São Paulo: Cultura Cristã, 1997.
KUYPER, A. A Obra do Espírito Santo. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
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HULSE, Erroll. O Batismo do Espírito Santo. São Paulo: Editora FIEL.
ESCATOLOGIA
HENDRIKSEN, William. A Vida Futura segundo a Bíblia. São Paulo: Cultura Cristã.
HOEKEMA, Anthony. A Bíblia e o Futuro. São Paulo: Cultura Cristã.
CLOUSE, Robert, Editor. Milênio: Significado e Interpretações. Campinas: Luz para o Caminho, 1985.

REFORMADORES
BIÉLER, André. O pensamento econômico e social de Calvino. São Paulo: Cultura Cristã.
DIVERSOS. Calvino e sua influência no mundo ocidental. São Paulo: Cultura Cristã.
McGRATH, A. A Vida de João Calvino. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
WALLACE, R. Calvino, Genebra e a reforma. São Paulo: Cultura Cristã. 2003.

TEOLOGIA DO CULTO
BAIRD, Charles W. A Liturgia Reformada. Santa Bárbara d’Oeste: SOCEP, 2001.
CUNHA, Guilhermino. O culto que agrada a Deus. São Paulo: Cultura Cristã, HAHN, Carl Joseph. História do Culto Protestante no Brasil. São Paulo: ASTE, 1989.
HORTON, Michael. Um Caminho Melhor.. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.

HISTÓRIA DO PENSAMENTO CRISTÃO
GONZALEZ, Justo L. Uma História do Pensamento Cristão. São Paulo: Cultura Cristã, 2005.
GRENZ, Stanley e OLSON, Roger E. A Teologia do século 20. Deus e o mundo numa era de transição. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.

ÉTICA CRISTÃ
GEISLER, Norman L. Ética Cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988.
GRENZ, Stanley. A Busca da Moral. São Paulo: Vida 2006.
GUNDRY, Stanley, Editor. Deus mandou matar? 4 Pontos de vista sobre o genocídio cananeu. São Paulo: Vida, 2006.
HARE, John. Por que ser bom? São Paulo: Vida, 1988.

COSMOVISÃO CALVINISTA
VEITH JR., Gene E. Tempos Pós-Modernos. São Paulo: Cultura Cristã, 1999.
VEITH JR., Gene E, De todo o teu entendimento. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
Horton, M. O Cristão e a Cultura. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
MACARTHUR. Princípios para uma cosmovisão bíblica. São Paulo: Cultura Cristã.
PEARCEY, Nancy. Verdade Absoluta. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
Schaeffer, F. O Deus que Intervém. São Paulo: Cultura Cristã.
Schaeffer, F. Morte da Razão. São Paulo: ABU.
Schaeffer, F. O Deus que se revela. São Paulo: Cultura Cristã.
Schaeffer, F. Como viveremos? São Paulo: Cultura Cristã.
Schaeffer, F. Morte na cidade. São Paulo: Cultura Cristã.
Schaeffer, F. Poluição e a morte do homem. São Paulo: Cultura Cristã.
Schaeffer, F.. A Igreja no Final do século XX. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.
Schaeffer, F. Manifesto Cristão. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.
Schaeffer, F. O Grande desastre evangélico. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.

APOLOGÉTICA CRISTÃ
CHAPMAN, C. Cristianismo: a melhor resposta. São Paulo: Vida Nova, 1990.
EDGAR, William. Razões do Coração: Recuperando a Persuasão Cristã. Brasília: Refúgio, 2001.
KUYPER, Abraham. Calvinismo. São Paulo: Cultura Cristã.
SIRE, James. O Universo ao lado. São Paulo: United Press, 2001.
SPROUL, R. C. Boa Pergunta. São Paulo: Cultura Cristã.
ZACHARIAS, Ravi. Pode o homem viver sem Deus? São Paulo: Mundo Cristão, 1997.

DIDÁTICA
DRYDEN, G. e SEANETTE, V. Revolucionando o aprendizado. São Paulo: Makron Books, 1996.
HAYDT, R. C. C. Curso de Didática Geral. São Paulo: Papirus.

PSICOLOGIA DA RELIGIÃO
FRANKL, Viktor E. A Presença Ignorada de Deus. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 1992, 2001.
JOHNSON, Paul E. Psicologia da Religião. São Paulo: ASTE, 1964.

TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO
DUARTE, Noélio. Você pode falar melhor. São Paulo: Hagnos, 2001.
MOINE, Donald J. Modernas Técnicas de Persuasão. São Paulo: Summus. 

MÚSICA
CARPEAUX, Otto Maria. Uma Nova História da Música. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d.
FERNANDES BRAGA, Henriqueta Rosa. Música Sacra Evangélica no Brasil. Rio de Janeiro: Cosmos.
WANDERLEY, Ruy. História da Música Sacra. São Paulo: Imprensa Metodista. 

CONFISSÕES
A Confissão Belga. Cultura Cristã
BEEKE, J. (org.). Harmonia das Confissões Reformadas. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
Cânones de Dort. Cultura Cristã.
IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL. Confissão de Fé de Westminster e Catecismos Maior e Breve. São Paulo, CEP.
MISSÃO PRESBITERIANA DO BRASIL CENTRAL. Livro de Confissões. São Paulo, Missão Presbiteriana do Brasil Central.
O Catecismo de Heidelberg. Cultura Cristã.

LÓGICA (E FILOSOFIA DA CIÊNCIA)
FOUREZ, Gérard. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das Ciências. São Paulo: Editora UNESP, 1995.
THOMAS, J. D. Razão, ciência e fé. São Paulo: Vida Cristã, 1984.
VAN RIESSEN, Hendrik. Enfoque cristiano de la ciencia. Rijswijk: Fundacion Editorial de Literatura Reformada, 1996.

PATRÍSTICA
AGOSTINHO DE HIPONA. A Cidade de Deus (2 vol.). Petrópolis: Vozes, 1990.
AGOSTINHO DE HIPONA. Confissões. São Paulo: Paulus,(Coleção Patrística) ALTANER, B. e STUIBER, A. Patrologia. São Paulo: Paulus, IRENEU DE LIÃO. Contra as heresias. São Paulo: Paulus, 1995. (Coleção Patrística)

DICIONÁRIOS E ATLAS
DAVIS, J. Dicionário Bíblico. Rio de Janeiro, JUERP.
DOUGLAS, J. M. Novo Dicionário da Bíblia. São Paulo, Vida Nova.
DOWLEY, Tim, Editor. Atlas Vida Nova da Bíblia e da história do Cristianismo. São Paulo, Vida Nova, 1997.
HARRIS, R., ARCHER, G. e WALTKE, B. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998.
Manual Bíblico de Mapas e Gráficos. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.
ROWLEY, H. H. Pequeno Atlas bíblico. São Paulo, ASTE.
SBB. Concordância Bíblica.
WALTON, R. História da igreja em quadros. São Paulo: Vida, 2003.
WALTON, J. O Antigo testamento em quadros. São Paulo: Vida, 2001.

COMENTÁRIOS BÍBLICOS
A Bíblia Fala Hoje. ABU Editora.
Série Comentário do Novo Testamento. William Hendriksen e Simon Kistemaster. Cultura Cristã
Série Comentário do Antigo Testamento Cultura Cristã.
Novo Comentário da Bíblia. Edições Vida Nova.
Série: Comentários de João Calvino – Paracletos/Fiel
Série: Cultura Bíblica – Vida Nova
Série: El Nuevo Testamento de William Barclay – La Aurora
 
Fonte: o tempora o mores

Breve Catecismo de Westminster

Pergunta 1: Qual é o fim principal do homem?

Resposta: O fim principal do homem é glorificar a Deus,1 e gozá-lo para sempre.2

Referências:

1 "Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Rm 11.36); "Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1Co 10.31); "a todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para minha glória, e que formei, e fiz" (Is 43.7); "nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado" (Ef 1.5-6).

2 "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre" (Sl 73.25-26); "Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor" (Rm 14.7-8); "Todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado" (Is 60.21); "Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos [...] Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo" (Jo 17.22,24); "e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória" (Is 61.3).

A Extenuante Vida de Pastor.


Foi publicada recentemente uma estatística sobre as dificuldades que muitos pastores têm enfrentado nas igrejas locais e no ministério pastoral:

90% dos pastores dizem trabalhar entre 55 a 75 horas por semana.
50% sentem-se incapazes de atender as demandas do dia-a-dia.
70% dos pastores se sentem muito mal remunerados.
90% sentem que não são adequadamente treinados para lidar com as demandas do ministério.
90% dos pastores disseram que o ministério foi completamente diferente do que eles pensavam que seria antes de entrar no ministério pastoral.
70% dos pastores constantemente combatem a depressão.
50% dos pastores sentem desanimo e pensam em deixar o ministério.
80% consideram que o ministério pastoral afetou negativamente as suas famílias.
80% dos cônjuges dizem que o pastor está sobrecarregado.
80% cônjuges se sentem excluídos e poucos apreciados pelos membros da igreja.
70% não têm alguém que consideram um amigo realmente mais próximo.
50% dos ministros que estão começando não vão durar mais que cinco anos.

Fonte: Schaeffer Institute

Esse é um retrato triste e alarmante, não é? Pastores que trabalham longas horas com muitas demandas e recebem tão pouco. Muitos com as habilidades erradas e as expectativas erradas. Famílias sendo pressionadas e, até mesmo maltratadas, por algumas igrejas. Pastores estão desanimados e outros deprimidos no ministério. Nenhum amigo mais chegado que um irmão. É de admirar tantas saídas do ministério pastoral tão cedo?

De acordo com uma pesquisa, apenas 23% dos pastores afirmam estar felizes com a sua identidade em Cristo, na sua igreja, e em sua casa.

Creio que é oportuno considerarmos essas estatísticas e refletirmos sobre o tratamento que os nossos pastores têm recebido em muitas igrejas evangélicas hoje.

Estas estatísticas indicam uma cultura de desrespeito e desonra aos ministros de Deus.

Isso é lamentável!
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A Pratica do Livro da Lei



O capítulo 22 do segundo livro dos Reis começa a relatar a história e o governo de Josias. Ele era filho de Amon que reinou apenas 2 anos e, a despeito do pouco tempo, a Escritura afirma que ele “fez o que era mau perante o Senhor, como fizera Manassés, seu pai” (21.20).
Esse Manassés, avô de Josias, era filho de outro grande rei, Ezequias, porém, ao contrário de seu pai que era temente ao Senhor, Manassés tornou a edificar os altares que Ezequias havia derribado, fez um poste-ídolo, edificou altares a falsos deuses dentro dos átrios da Casa do Senhor, era adivinho, agoureiro, tratava com médiuns e feiticeiros e chegou até a queimar seu filho como sacrifício. O texto diz que ele “prosseguiu a fazer o que era mau perante o Senhor para o provocar à ira” (2Rs 21.6).
O seu reinado durou 55 anos e Manassés fez o povo errar de tal forma “que fizeram pior do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (2Rs 21.9).
No versículo anterior o escritor menciona uma promessa do Senhor a Israel em que havia afirmado: “Não farei que os pés de Israel andem errantes da terra que dei a seus pais” – com uma ordenança – “contanto que tenham cuidado de fazer segundo tudo o que lhes tenho mandado e conforme toda a lei que Moisés, meu servo, lhes ordenou (2Rs 21.8). Depois disso, a constatação: “eles, porém, não ouviram” (2Rs 21.9). Eis aí a razão de o povo ter seguindo os maus atos de seu rei.
Com um histórico familiar como este e após 57 anos de idolatria, não era de se esperar nada diferente vindo de Josias. Entretanto, Josias foi o rei que começou um movimento de reforma. Ele assumiu o reino com 8 anos e reinou 31 anos. O texto nos informa que “fez ele o que era reto perante o Senhor” (22.2).
No décimo oitavo ano de seu reinado Josias estava fazendo reparos no templo. Ele mandou o escrivão Safã até a Casa do Senhor para se encontrar com o sumo sacerdote Hilquias e lhe dar um recado: o dinheiro que era levado à Casa do Senhor deveria ser entregue aos que estavam fazendo a obra para que comprassem materiais para o reparo dos estragos do templo (2Rs 22.3-7).
É neste ponto da história que acontece o momento mais importante da narrativa. O sumo sacerdote Hilquias diz à Safã: “Achei o Livro da Lei na Casa do Senhor” (22.8). Apesar de o rei já estar reparando estragos no templo, é depois do contato com a Lei do Senhor que a reforma espiritual se inicia.
A Lei é lida para Josias, que rasga suas vestes (22.10-11), pede que se consulte ao Senhor por ele e pelo povo (22.12), se humilha diante de Deus (22.19), faz aliança ante o Senhor tendo a anuência de todo o povo (23.3), purifica o templo e o culto (23.4-14), além de derribar os altares pagãos e celebrar a Páscoa (23.15-23).
As palavras de 2Reis 23.25 a respeito de Josias são maravilhosas: “Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao Senhor de todo o seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a lei de Moisés; e, depois dele, nunca se levantou outro igual”.
Como vimos então, é a relação do homem com a Lei do Senhor que determina seu caminho. Quando longe da Palavra de Deus, fatalmente estaremos longe do Senhor, mas quanto mais dermos ouvidos às Escrituras, com o auxílio do Espírito do Senhor, colocando-as em prática em nossas vidas, mais santidade e comunhão com o Senhor teremos, mais honra e glória àquele que é digno.
Vale então recordar as palavras de Tiago:
Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (1.22-25).
Se Deus já nos fez encontrar o Livro da Lei, que revela a pessoa bendita de nosso Salvador Cristo Jesus, nos apeguemos a ele lembrando que a Escritura será sempre nossa regra de fé e prática.