Estudo Sobre Dizimos e ofertas
A partir dos anos 70, surgiu um movimento dentro das igrejas evangélicas conhecido como neo-pentecostalismo. Esse movimento prega especialmente a teologia da prosperidade que nada mais é que uma espécie de barganha ou comércio com Deus. O Senhor dos Exércitos aparece apenas como um "Gênio da Lâmpada" a anotar os pedidos que "determinamos" porque participamos de correntes ou damos o dízimo e "não somos cauda, mas cabeça", etc.
Embora não seja possível comprar bênçãos, nem garantir com correntes de oração que alguém irá se tornar uma pessoa rica, há uma dinâmica bíblica que se aplica à nossa vida financeira. Tudo tem uma relação direta com nossa saúde espiritual, Deus sempre mantém como prioridade a nossa relação com ele, ou seja, nossa vida física é secundária e subordinada à vida espiritual e não ao contrário.
Se a prosperidade financeira for o caminho da nossa destruição Deus, de modo algum, irá permitir que ela seja uma realidade em nossas vidas. Se, por outro lado, ela for algo que realmente nos fará bem, sem que o nosso espírito se corrompa e a idolatre, Deus nos tornará financeiramente prósperos. Mas não há fórmulas aqui. Servimos a um Pai amoroso que nos conhece melhor do que nos conhecemos a nós mesmos. A questão básica aqui é submissão e dependência.
Se a prosperidade financeira for o caminho da nossa destruição Deus, de modo algum, irá permitir que ela seja uma realidade em nossas vidas. Se, por outro lado, ela for algo que realmente nos fará bem, sem que o nosso espírito se corrompa e a idolatre, Deus nos tornará financeiramente prósperos. Mas não há fórmulas aqui. Servimos a um Pai amoroso que nos conhece melhor do que nos conhecemos a nós mesmos. A questão básica aqui é submissão e dependência.
1. Há obrigações financeiras em relação a Deus?
Sim. Desde a criação do homem, Deus sempre exigiu fidelidade. Ele realmente não precisa de nossa prata ou ouro pois ele fala na sua palavra Ageu 2:8 8 "Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos".
Abraão trouxe parte dos espólios de guerra e os ofereceu a um sacerdote - Melquisedeque, o Rei de Salém. Tanto no Antigo como no Novo Testamento há registros de ofertas a Deus, não só espontâneas como também obrigatórias.
Em toda a Bíblia encontramos ressonância desse princípio de ofertar ao Senhor, que tem expressão no que chamamos "Lei do Dízimo". Continua












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Graça e paz, editores dos Plugados.
Meu comentário foi censurado?? Há alguma coisa contrária a Palavra de Deus??
Porque será??
Se o perderam, ei-lo aqui:
Lei do dízimo???
Não se esqueçam que Abrão, deu uma única vez o dízimo e produto de uma guerra, e este dízimo foi de tudo e não uma parte (Gênesis 14.20)!!!
Outrossim, qual a passagem bíblica do Novo Testamento que faz ser obrigatória as ofertas??
Pois que, neste tempo da graça, a obrigatoriedade imposta a Israel, o povo escolhido, não se confunde com a liberdade que Cristo trouxe aos gentios, que somos nós, e assim nos agracia:
"Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria" (2Coríntios 9.7).
Poderiam me dar um retorno?????????
Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
James.
Jesus, o maior Amor
Comunidade "Adoradores em Casas"
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Pois é - uns se convencem, outros não. Uns se alinham em um curso que parece ser o encontrado nas Escrituras, outros ficam até aborrecidos quando se fala nisso e se empenham a fundo para falar contra (não estou dizendo que essa é a sua posição).
Resumindo Nossa posição sobre o dízimo:
1. A contribuição proporcional antecede a lei civil e judicial de Israel. Aparentemente, pelos registros bíblicos, o costume era uma prática do povo de Deus e das pessoas tementes a Deus na época dos patriarcas.
2. Logicamente, a prática foi incorporada na legislação de Israel. Junto com seu caráter mandatório, foram estipuladas outras contribuições e taxas. O entrelaçamento, da época, entre o governo civil e as autoridades religiosas (normal, pois era uma teocracia) faz com que essas taxas fossem também os impostos para a manutenção do governo, mas não excluiu os aspectos sacramentais, simbólicos e religiosos - de reconhecimento de Deus como o dono de tudo e de todos e nós como mordomos seus.
3. Quem fizer defesa de dízimo baseado na legislação mosaica, o faz equivocadamente e, por coerência, deveria advocar o apedrejamento de quebradores do dia de descanso, bem como as leis dietéticas. Até a utilização da expressão "trazei todos os dízimos à casa do tesouro" aplicada anacronicamente aos nossos dias, é questionável e não reflete uma boa hermenêutica - a não ser para o explorar o princípio que estava por trás disto.
4. Por outro lado, considerando que a prática da contribuição proporcional não foi iniciada nesse período, há de se questionar se o seu abandono é algo a ser defendido, propagado, pregado. Ou seja - será que isso contribui para o bom andamento da Igreja?
5. Indo ao Novo Testamento, não vemos revogação do princípio da contribuição proporcional, nem pregação contra ele, nem indicação de que ele se constituiria em uma forma legalista de adoração. Pelo contrário, em algumas situações (coloco essas questões mais extensivamente no meu artigo) Paulo utiliza a linguagem de prática de contribuição proporcional, como sendo uma forma a ser seguida pelos fiéis.
6. Além disso, no próprio Novo Testamento, o autor de Hebreus, quando faz referência ao incidente de Abraão, para ressaltar a ascendência de Melquisedeque sobre a Lei Ceirmonial do AT, demonstrando a permanência do sacerdócio de Cristo, faz menção à dádiva do dízimo. Por que essa referência? Se o dízimo é algo que não é importante; que deve, na realidade, ser abolido; que pertence apenas "à época da lei", por que ressaltar a dádiva, apenas confundindo seus leitores? Ou será que era, realmente, importante mencionar coo algo que está acima da lei cerimonial?
7. ainda no NT, Jesus não prega contra o dízimo e, na realidade, reforça ele, dirigindo-se aos Fariseus.
8. A prática de ofertas voluntárias não poderia ser, na minha opinião, a contrapartida neo-testamentária ao dízimo, pois elas já existiam, igualmente, no antigo testamento (desenvolvo, também, com maior substanciação, esse ponto - de ofertas no Antigo Testamento, em meu artigo). No meu entendimento, as ofertas são algo acima e que transcendem uma sistematização no dar.
9. Se considerarmos etimologicamente a designação da contribuição proporcional (dízimo), vamos cair nos dez por cento. Será possível estabelecermos outro padrão? Cinco por cento? Dois por cento? Trinta por cento (como ouvi um pregador, certa vez, dizer que era assim que ele fazia e quase procurar impingir isso como ideal)? Talvez, mas isso não terá uniformidade ou aceitação abrangente e terminaríamos em um individualismo subjetivo. Como poderia ser proporcional, se os percentuais variassem de comunidade para comunidade, ou até dentro da mesma comunidade? Temos, realmente, que "inventar" algo novo?
10. Posso até concordar que essa questão, por não ser determinação neo-testamentária explícita, talvez não devesse ser alvo de legislação denominacional ou eclesiástica, ficando no foro íntimo. Mas me parece que a idéia da contribuição proporcional:
a. É Bíblica.
b. Auxilia o homem, indisciplinado por natureza, a se organizar a sistematizar a sua contribuição.
c. Faz com que as comunidades (vejam, estou sucumbindo à terminologia contemporânea) e igrejas locais reflitam o poder aquisitivo dos congregados e tenham condições de planejar e projetar suas ações e ministérios.
d. A contribuição sistemática alegra a Deus e não impede que contribuamos com alegria (será que todo o povo de Deus no AT, onde não há dúvida que o dízimo era requerido, contribuía por constrangimento, sem alegria? De onde tiramos essa noção, de que sistematização significa escravidão?);
e. Assim, mesmo sem se constituir ponto de julgamento de um sobre o outro, ou da igreja sobre o um, deveria ser pregada e propagada dos púlpitos, como um estudo bíblico válido e aplicável.
Um forte abraço,
Solano
solanoportela.net
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Misericórdia, e paz, vos sejam multiplicadas, irmão em Cristo.
Permitam-me, contra razoar...
É certo que as leis da Toráh de um total de 613, que se dividem em positivas (faça isso) e negativas (não faça aquilo) – que incluem os Dez Mandamentos - são específicas para o povo de Israel, e neste universo, são inseridos os “dízimos”, entendemos que estes foram obrigatórios pela Lei mosaica, e não por vontade própria do homem de Israel.
Ao bem da verdade, os patriarcas procederam em dizimar, porém, Abrão, como já disse anteriormente, uma única vez e produto de guerra, e em outra oportunidade, Jacó afirmara que “daria os dízimos, porém, não encontramos relato que ele assim procedeu...
... portanto, não podemos fazer menção que era pratica dos patriarcas!
Jesus quando fez menção dos “dízimos”, precisamos ter o cuidado para atentar que, Jesus falara aos judeus no tempo da Lei mosaica. Em Mateus 23.23, Jesus adverte aos escribas e fariseus, versados na Lei, e não aos gentios, a nós, o Mestre os alerta a que, como praticavam a lei judaica, o dizimar, também deveriam praticar o mais importante, o juízo, a misericórdia e a fé, o que escribas e fariseus negavam!
Outrossim, no Novo Testamento, apliquemos aqui, o advento da ascensão de nosso Senhor Jesus Cristo aos céus, assim inserida a Nova Aliança, inicia-se através do Amor de Deus, o “tempo da graça”, o “tempos do gentios” (Ezequiel 30.2, Isaías 42.1; Atos 9.15), e pela qual, as obras de Lei já não se fazem necessárias (Gálatas 3,4), mas, única e exclusivamente, a fé em Cristo Jesus para que, demos frutos de arrependimento e por conseguinte vivemos em caridade...
... assim, hoje, tão somente, não se aplicam os “dízimos”, fruto da Lei mosaica, e para tanto, em momento algum, em suas epístolas, o apóstolo Paulo, apóstolo dos gentios (Romanos 11.13), o qual, através de suas missões, constituiu “igrejas” na Ásia, nunca orientou esta tal pratica dizimista...
... mas, divinamente inspirado, ensinou a que se faça ofertas destinadas aos pobres e necessitados (1Coríntios 16.1-3; 2Coríntios 8,9), e muito bem sabemos que, esta é a obra que Deus requer de todos aqueles que professam Jesus como Salvador (Mateus 25.31-46)...
Portanto, é impossível que encontremos qualquer passagem nas Sagradas Escrituras, qualquer que seja, por inspiração divina aos apóstolos, a se fazer referência de que as ofertas, dádivas, contribuições, e ou os extintos dízimos, sejam para a manutenção de igrejas!!!
Por fim, é de bom grado que, por amor a obra de Deus, que sejam de certa forma, digamos, esquecidos os dízimos, por amor as almas, pois, muitos estão vindo a Cristo, não para salvação, mas para barganharem dízimos por bênçãos materiais, e isto, com certeza, não agrada ao coração de Deus.
Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
Fraternalmente.
James.
Jesus, o maior Amor
Comunidade "Adoradores em Casas"
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Caro James nossa opinião já foi exposta acima e este será o ultimo post sobre o tema.
Em primeiro lugar cremos que a Bíblia é totalmente inspirada por Deus. Cremos que quando o irmão começa a questionar não temos mais o que dialogar. pois este é um pressuposto irrevogavel que nos norteia. quando o irmão diz que Genesis 28:22 e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.
Cremos que nao precisamos de textos complementares que atestem o fato. Lembremos que neste contexto jaco tinha tido uma experiencia sobrenatural com Deus e lhe fez votos. votos estes que certamente cumpriu não temos aqui razão alguma para questionar o Patricarca Jacó. Deus cumpriu o que prometera e jaco também. Se o irmão entrar por esse caminho será tudo questionável nas escrituras.
Outro ponto para que apontavam as leis cerimoniais do antigo testamento? Eram sombras de algo maior que viriam nao?
Pascoa transformou-se em Santa Ceia
Circuncisão para a Igreja transmormou-se em Batismo. E o Dizimo? qual a sombra maior que ele viriam apontar? Ofertas é algo além do dízimo.
Além disso, no próprio Novo Testamento, o autor de Hebreus, quando faz referência ao incidente de Abraão, para ressaltar a ascendência de Melquisedeque sobre a Lei Ceirmonial do AT, demonstrando a permanência do sacerdócio de Cristo, faz menção à dádiva do dízimo. Por que essa referência? Se o dízimo é algo que não é importante; que deve, na realidade, ser abolido; que pertence apenas "à época da lei", por que ressaltar a dádiva, apenas confundindo seus leitores? Ou será que era, realmente, importante mencionar como algo que está acima da lei cerimonial?
e por ultimo lugar não estamos fazendo apologia ao roubo institucionalizado pelas IGrejas evangelicas nem tão pouco pregando a barganha com Deus. Só não podemos "esquecer" o Dizimo pois somos chamados a pregar todo o conselho de Deus ao novo Israel que é a Igreja.
Ps. Damos por Encerrada essa discussão. Forte abraço.
Equipe Plugados com Deus
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