sábado, 19 de setembro de 2009

Estudo Sobre Dizimos e ofertas


DÍZIMOS E OFERTAS
A partir dos anos 70, surgiu um movimento dentro das igrejas evangélicas conhecido como neo-pentecostalismo. Esse movimento prega especialmente a teologia da prosperidade que nada mais é que uma espécie de barganha ou comércio com Deus. O Senhor dos Exércitos aparece apenas como um "Gênio da Lâmpada" a anotar os pedidos que "determinamos" porque participamos de correntes ou damos o dízimo e "não somos cauda, mas cabeça", etc.
Embora não seja possível comprar bênçãos, nem garantir com correntes de oração que alguém irá se tornar uma pessoa rica, há uma dinâmica bíblica que se aplica à nossa vida financeira. Tudo tem uma relação direta com nossa saúde espiritual, Deus sempre mantém como prioridade a nossa relação com ele, ou seja, nossa vida física é secundária e subordinada à vida espiritual e não ao contrário.
Se a prosperidade financeira for o caminho da nossa destruição Deus, de modo algum, irá permitir que ela seja uma realidade em nossas vidas. Se, por outro lado, ela for algo que realmente nos fará bem, sem que o nosso espírito se corrompa e a idolatre, Deus nos tornará financeiramente prósperos. Mas não há fórmulas aqui. Servimos a um Pai amoroso que nos conhece melhor do que nos conhecemos a nós mesmos. A questão básica aqui é submissão e dependência.

1. Há obrigações financeiras em relação a Deus?

Sim. Desde a criação do homem, Deus sempre exigiu fidelidade. Ele realmente não precisa de nossa prata ou ouro pois ele fala na sua palavra Ageu 2:8 8 "Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos".

Abraão trouxe parte dos espólios de guerra e os ofereceu a um sacerdote - Melquisedeque, o Rei de Salém. Tanto no Antigo como no Novo Testamento há registros de ofertas a Deus, não só espontâneas como também obrigatórias.
Em toda a Bíblia encontramos ressonância desse princípio de ofertar ao Senhor, que tem expressão no que chamamos "Lei do Dízimo". Continua

count