Encontrando Ajuda Biblica Para Todos os Momentos Da Vida



Como Encontrar Ajuda na Bíblia
Ajuda em Circunstâncias Especiais

Como ser um bom amigo
Provérbios 17.17; Lucas 10.25-37;
João 15.11-17; Romanos 16.1-2

Como ser um líder

Isaías 11.1-9; 32.1-8; ITimóteo 3.1-7;
2Timóteo 2.14-26; Tito 1.5-9

Como cuidar das viúvas e dos anciãos

Génesis 47.1-12; Rute 1;
Provérbios 23.22; ITimóteo 5.3-8
Como celebrar o nascimento ou a adoção de uma criança
Salmo 100; Provérbios 22.6;
Lucas 18.15-17; João 16.16-22
Como celebrar uma formatura
Salmo 119.105; Provérbios 9.10-12;
Gálatas 5.16-26; Filipensès 4.4-9
Como celebrar um casamento
Génesis 2.18-24;
Cântico dos Cânticos 8.6-7;
Efésios 5.21-33; Colossenses 2.6-7
Como celebrar um aniversário de casamento
Salmo 100; ICoríntios 13
Como controlar seu temperamento
Provérbios 14.17-29; 15.18; 19.11;
29.22; Eclesiastes 7.9; Gálatas 5.16-26
Como controlar a língua
Salmo 12; 19.14; Provérbios 11.13;
26.20; 2Tessalonicenses 2.16-17;
Tiago 3.1-12
Como descobrir a vontade de Deus
Salmo 15; Miquéias 6.6-8; Mateus 5.14-16;
Lucas 9.21-27; Romanos 13.8-14;
2Pedro 1.3-9; ljoão 4.7-21
Como enfrentar ensinamento falso
Mateus 7.15-20; 2Pedro 2; ljoão 4.1-6;
Judas
Como enfrentar a prisão de companheiros
Provérbios 1.7-19; Romanos 12.1-2;
Gálatas 6.1-5; Efésios 5.1-20
Ao ingressar na universidade
Provérbios 2.1-8; 3.1-18; 4.1-27;
23.12; Romanos 8.1-17;
ICoríntios 1.18-31
Ao ingressar no serviço militar
2Samuel 22.2-51; Salmo 91;
Efésios 6.10-20; 2Timóteo 2.1-13
Como enfrentar a morte de um ente querido
Jó 19.25-27; João 11.25-27; 14.1-7;
Romanos 8.31-39; 14.7-9;
ITessalonicenses 4.13-18
Como enfrentar a enfermidade
Salmo 23; Marcos 1.29-34; 6.53-56;
Tiago 5.14-16
Como enfrentar o sofrimento e a perseguição
Salmo 109; 119.153-160;
Mateus 5.3-12; João 15.18—16.4;
Romanos 8.18-30; 2Coríntios 4.1-15;
Hebreus 12.1-11; IPedro 4.12-19
Como tomar uma decisão difícil
IReis 3; Ester 4—7; Salmo 139;
Daniel 2.14-23; Colossenses 3.12-17
Como enfrentar o divórcio
Salmo 25; Mateus 19.1-9;
Filipensès 3.1-11
Como enfrentar o desamparo
Salmo 90.1-2; Isaías 65.17-25;
Lamentações 3.19-24; Lucas 9.57-62;
Apocalipse 21.1-4
Como enfrentar a prisão
Lamentações 3.34-36; Mateus 25.31-46;
Lucas 4.16-21
Diante de uma vida solitária
ICoríntios 7.25-38; 12.1-31
Como enfrentar os desastres da natureza
Génesis 8.1—9.17; Jó 36.22—37.13;
Salmo 29; 124; 36.5-9; Jeremias 31.35-37;
Romanos 8.31-39; IPedro 1.3-12
Diante de um julgamento ou demanda judicial
Salmo 26; Isaías 50.4-11; Mateus 5.25-26;
Lucas 18.1-8
Ao perder o emprego
Jeremias 29.10-14; Lucas 16.1-13;
Filipensès 4.10-13
Ao perder posses ou propriedades
Jó 1.13-22; 42.7-17; Isaías 30.19-26;
41.17-20; Romanos 8.18-39
Como aproveitar o tempo
Provérbios 12.11; 28.19;
Marcos 13.32-37; Lucas 21.34-36;
ITimóteo 4.11-16; Tito 3.8-14

A Eterna Busca Humana



O rapaz que deixou o lar e foi para uma terra distante em busca de novas experiências não é o único. Em todos os tempos e em todos os lugares, com dinheiro ou sem dinheiro, com meretrizes ou sem meretrizes, homens e mulheres, de qualquer idade, mas principalmente antes do início da decrepitude, têm experiências semelhantes à do "filho perdido" da parábola de Jesus (Lc 15.11-31). O intelectual que só se alimenta do intelecto, o artista que só se alimenta da arte, o milionário que só se alimenta do dinheiro, o macho ou a fêmea que só se alimentam do sexo, o teólogo que só se alimenta da teologia, a socialite que só se alimenta do glamour, o perdulário que só se alimenta do consumo — todos esses saíram da casa paterna, estão muito longe dela, passam fome, comem porcarias e sentem uma saudade; estranha e, talvez, estejam com vontade de voltar.

Certo dia, um famoso educador, psicanalista e escritor se abriu publicamente: "Já estou no tempo: de fazer o balanço entre as dívidas e os haveres. Minha vida se divide em três fases. Na primeira fase o meu mundo era do tamanho do universo e era habitado por deuses, verdades e absolutos. A esperança que eu escrevia na página do haver era do tamanho da luz do sol ao meio-dia.

Na segunda fase, meus haveres encolheram. Meu mundo passou a ser habitado por heróis revolucionários que portavam armas e cantavam canções de transformar o mundo. A esperança que iluminava o universo passou a iluminar apenas os horizontes da história.

Na terceira fase, mortos os deuses, mortos os heróis, mortas as esperanças teológicas e políticas, fiquei pobre de verdade e o meu mundo se encolheu mais ainda — e chegou não à sua verdade final, mas à sua esperança FINAL, que teima em se alegrar com coisas pequenas".

Depois dessa exposição honesta e humilde, o famoso educador, psicanalista e escritor partiu para a corajosa confissão final: "Muitos deuses e muitos heróis moraram dentro de mim. Hoje não sei onde se meteram... Sou uma catedral em ruínas..." {Folha de São Paulo, 13/10/09, p.C2).

Só uma coisa falta a esse admirado educador: à semelhança do personagem da parábola de Jesus, ele precisa tomar uma única decisão: "Eu me porei a caminho e voltarei para o meu Pai" (Lc 15.18). O Pai, com "P" maiúsculo, correrá ao seu encontro e o abraçará afetuosamente, e dará uma grande festa com churrasco de

novilho gordo e muita música e dança, além de tapar a boca dos críticos e santos de pau oco (Lc 15.20-32).

Revista Ultimado Janeiro 2010

Somos mais que vencedores! Vale a pena ouvir


Você é Crente e está abatido e deprimido? Então essa Pregação ministrada pelo Rev Leandro Lima é palavra de Deus para sua vida. Muito interessante e estimulante para os crentes que são sinceros, porém tristes e desanimados devido as circunstâncias adversas no mundo.Não devemos esquecer apesar dos pesares somos mais que vencedores!



Crente pode julgar?


Em uma época em que muitos ensinos contrários a Bíblia Sagrada são propagados em nossos púlpitos e igrejas, posso perceber que dentre eles existem alguns que são usados com dolo por parte daqueles que o pregam, intentando realizar uma defesa própria em pleno Altar Eclesiástico.

Um destes ensinos (tão propagados) é o que concerne à questão de poder o crente julgar ou não o seu próximo, seu irmão e o seu meio como um todo. É comum ouvirmos em nosso meio os pregadores falarem com total “autoridade bíblica”: “Irmãos, não julgueis para que não sejais julgados! Aleluuuuuuuuuuiiiiiiiaaaaaaa!!”; em outros casos vemos frases como: “Quem é você para julgar os outros?”, e por aí vai!

Mas afinal de contas, o crente pode ou não pode julgar?

Não, o crente não pode julgar, ele DEVE julgar tudo o que se houve e se vê em nossas igrejas. Esta é a doutrina bíblica concernente ao assunto.

Alguns “eixegetas” evangélicos, tirando conclusões precipitadas de textos como Mt 7:1-5; Lc 6:37,38; Rm 14:4,10 e 1 Co 11:31, estes pregadores e ensinadores acabam concebendo uma má formação para aqueles crentes não abalizados na Palavra de Deus.

Para uma primeira análise e subsídio do leitor, deixo a definição dos três termos gregos que tratam sobre julgamento. Para tal farei uso da definição dos mesmos conforme o Dicionário “A Concise Greek – English Dictionary of The New Testament”:

κρινω - krino – julgar, passar julgamento, ser julgado, condenar, decidir, determinar, considerar, estimar, pensar e preferir; cf. Jo 7:24; At 4:19; 13:27; 21:25; 23:67; 24:21; Rm 2:27; Tg 5:9.

ανακρινω - anakrino – questionar, examinar (estudar as escrituras como em Atos 17:11), julgar, avaliar, sentar-se para julgar ou em juízo, convocar para prestar contas; cf. At 17:11; 1 Co 2:14,15; 4:3,4; 9:3; 10:25,27; Gl 2:11-14.

διακρινω - diakrino – avaliar, julgar, reconhecer, discernir, fazer distinção entre pessoas, considerar-se ou fazer-se superior a outras pessoas (ver 1 Coríntios 4:7), duvidar, hesitar, disputar, debater, tomar lado ou partido; cf. At 15:9; 1 Co 6:5; 11:31; 14:29.

A Bíblia é clara quanto à nossa obrigação de realizarmos um juízo de tudo o que vemos e ouvimos em nossas igrejas, tudo mesmo. Devemos suscitar uma mentalidade mais crítica do Povo de Deus; claro que esta crítica e análise deve ser sempre embasada na Palavra de Deus, que é a nossa Carta Magna, nosso Manual de Vida e Fé. Todo e qualquer julgamento que fugir aos padrões estabelecidos na Palavra de Deus com certeza será falho e injusto.

Já no Antigo Testamento vemos exemplos de homens de Deus julgando seu meio. Lembremo-nos logo de Abraão, em sua conversa com Deus relatada em Gn 18:24-32, onde o Patriarca judeu pede que Deus não destrua Sodoma se ele achasse naquela cidade 50 homens justos, sendo que Deus concorda em não destruir a cidade pelo amor aos 50; logo em seguida Abraão pensa direito e reduz o número do pedido para 45, e Deus concorda em poupar a cidade por amor aos 45; a conversa continua e Abraão vai analisando a situação dos “homens” de Sodoma e pede para diminuir o número para 40, depois para 30, depois 20 e por último Abraão já tava pedindo para achar apenas 10 justos em Sodoma (para quem começou com 50...). Percebemos claramente Abraão realizando um julgamento dos habitantes de Sodoma, taxando-os de ímpios e pecadores; e Deus não o repreendeu por isso, pois sabia que esta era a verdade dos fatos.

E o que falar de Jeremias, quando ele diz em Jr 5:30,31: “Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?”. Que coisa! Jeremias rasgou mesmo a podridão que estava reinando em Israel! Ele simplesmente disse que os profetas eram mentirosos, que os sacerdotes (líderes religiosos) governavam de mãos dadas, ou seja, eles diziam mais ou menos assim em minha humilde conjectura: “vamos gastar os dízimos e as ofertas ao nosso favor; eu ponho seu filho como chefe de tal setor e você põe meu sobrinho como chefe do setor tal”; por fim Jeremias julga o povo dizendo que eles compactuavam com este cenário deplorável e corrupto.

É notório a todos os leitores atentos da Bíblia Sagrada que Deus mandava mesmo os profetas julgarem ao seu povo. Basta lermos, dentre inúmeras referências, textos como Ez 13 e Is 59:7,8.

O salmista orou da seguinte maneira: “Ensina-me bom juízo e conhecimento, pois creio nos teus mandamentos” Salmo 119:66.

E no Novo Testamento é que vemos exemplos de homens de Deus julgando ao seu meio. Fico pensando o que estes pregadores atuais diriam de João Batista, ao ouvir o profeta chamar os judeus de raça de víboras (Mt 3:7; Lc 3:7).

E o que falar de Paulo? Quem conhece as suas cartas sabe que ele foi um dos maiores julgadores cristãos de toda a história. Lembremo-nos apenas das palavras do Apóstolo dos gentios em 1 Co 6:2-5: “Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida! Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade?”. Palavras claras. Não posso esquecer de citar Gl 2:11-14, onde Paulo dá uma senhora censurada em Pedro, além de lhe dar uma básica doutrinação também. Ver ainda 1 Co 5:12. Ver também 1 Co 14:29, onde Paulo manda a igreja julgar as profecias.

O próprio Pedro em At 4:19 desafia os judeus para que os mesmos julgassem a questão religiosa entre eles e os seguidores de Cristo, tendo em mente que se eles realizassem um julgamento imparcial e bíblico seriam convencidos da messianidade de Jesus. Pedro mandou os judeus realizarem um julgamento.

E o que dizermos da conclusão de Tiago sobre o rito mosaico, onde o mesmo diz em At 15:19: “Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus”. Poxa vida, como é que pode, Tiago, um servo de Deus, realizando um julgamento. Com certeza ele também seria censurado por estes pregadores convencionais da atualidade.

E Jesus, o que ele nos mostrou sobre o julgar? Jesus nos ensinou que devemos sim julgar. Vejam bem o que Jesus disse e ficou registrado em Jo 7:24: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”. Que interessante. O próprio Cristo nos manda julgar, mas julgar segundo a reta justiça. E o que seria essa reta justiça? Jesus responde em Jo 12:48: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia”. Vejam que Cristo não censura o ato de julgar, mas censura um julgamento injusto, apenas pela aparência, tendencioso, cego.

O julgamento deve ser realizado sob a ótica das Sagradas Escrituras, e todos, sem exceção, estão sob a jurisdição deste julgamento. É o que vemos em At 17:11, onde os crentes de Beréia sempre colocavam as palavras de Paulo e Silas sob o crivo das Escrituras, sendo que os mesmos foram elogiados por Paulo em virtude deste sublime ato. Vejam que o próprio Paulo, expoente maior da teologia cristã de todos os tempos, teve suas palavras julgadas sob o crivo da Palavra de Deus, imagine os “teólogos” de hoje em dia. Misericórdia!

Jesus em Lc 7:43 elogia Simão, pelo fato do mesmo ter realizado um julgamento correto. Ainda em Lc 12:57 Jesus desafia as multidões a julgarem por si mesmas o que é justo. Jesus ainda prometeu aos apóstolos que eles se assentariam sobre 12 tronos para julgarem as 12 tribos de Israel (Mt 19:28).

Por fim, em Ap 20:4a João diz: “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar”.

Quanto aos textos de Mt 7:1-5; Lc 6:37,38; Rm 14:4,10 e 1 Co 11:31, se os mesmos forem analisados cuidadosamente, o leitor perceberá que não há nenhuma censura ao fato de julgar sob a ótica bíblica, mas sim ao fato de se julgar erroneamente, pela aparência, julgar com hipocrisia.

Em Mt 7:1 está escrito “NÃO julgueis, para que não sejais julgados”; oras, todos os leitores da Bíblia sabem que todos (crentes ou não) serão julgados por Deus (At 17:31; Rm 14:10; 1 Pe 4:17; Ap 20:13). Oras, pensar que se não executarmos nenhum juízo nesta terra contra ninguém nos livrará do julgamento de Deus é, no mínimo, uma inocência bíblica muito grande. O que Jesus censurou em Mt 7:1 foi a hipocrisia, é o que se aprende ao ler os versos seguintes, do 2 ao 5: “Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão”. Jesus censurou um julgamento proferido por alguém que está com o mesmo ou com outro pecado que o não permite a realizar o julgamento do irmão. No verso 2 Jesus apenas reforça a lei da semeadura de Gl 6:7, sendo que quem julgar injustamente, com certeza também será julgado injustamente pelos outros nesta vida. Todo este capítulo aqui exposto é reiterado em Lc 6:37,38; é a mesma coisa.

O caso de Rm 14:4,10 trata apenas do caso em que um irmão julga a outro (que está em pé) como se estivesse caído. Nada mais do que isso. Em 1 Co 11:31 Paulo apenas trata do julgamento que ele próprio estava proferindo contra os irmãos de Corinto, por causa das dissensões e mal celebração da Ceia do Senhor. Paulo disse que se eles houvessem se julgado, analisado as suas atitudes anteriormente, não estariam passando por este julgamento (repreensão) por parte do apóstolo, pois com certeza eles teriam percebido seus erros e teriam eles mesmos se corrigidos.

Que o Senhor abençoe a todos os seus, dando graça e sabedoria para melhor proveito do Reino dos Céus aqui na terra, e para honra e para glória do seu Eterno Nome. Amém.

Anchieta Campos

Como se deve ler a Bíblia




Como se Deve Ler a Bíblia

Conselhos aos Principiantes

Muitos são os tipos e modelos de Bíblias existentes hoje no mercado, nada comparado a tempos antigos onde a Bíblia era vista como artigo de luxo levada nos lombos de burros através dos colportores.

Hoje, quase todas as residências brasileiras têm ao menos uma bíblia.Mas entre os milhares que possuem o sagrado volume, há muitos que nunca o têm lido.

Começaram a sua leitura abrindo um livro ao acaso e pouco ou nada entenderam. Não achando interessante, abandonaram logo o seu estudo.

Contudo possuem um tesouro dos mais preciosos sem o saber; uma mina de riqueza espiritual sem a explorar; alcançaram o remédio para os seus males espirituais, mas não o tem tomado.

Neste artigo desejamos dar algumas indicações práticas a quem está principiando a estudar a Bíblia, para o guiar no seu estudos.

I. Antes de ler o livro

Necessita que o leitor pense, medite um momento no que vai fazer, e, sobretudo peça a Deus que a Sua divina benção acompanhe à sua leitura; que pense em como este precioso volume é o meio mais eficaz de por a sua alma em contato com Deus, que se lembre que é o Livro mais antigo no mundo, escrito por santos profetas, apóstolos e servos de Deus, afim de guiar os homens no conhecimento do seu Criador; e que se recorde que a sua leitura tem sido uma benção para milhares de pessoas em todos os tempos e lugares, e pode sê-lo para a sua alma também.

II. Depois de abrir o Livro

Convém ler uma parte, e depois tornar a lê-la, e meditar no seu sentido. Se não entender tudo que lê, ocupe-se principalmente com a parte que compreende. Procure ver se o trecho lido declara alguma coisa com respeito a Deus ou a si próprio; se contém algum conselho ou aviso, alguma promessa ou algum fato importante; e então faça disto assunto de oração e comunhão com Deus. Se dá alguma exortação, peça a Deus graça para lhe obedecer; se revela alguma verdade preciosa, dê graças a Deus por ela; se contem algum aviso, rogue a Deus sabedoria para o atender.

Note, porém, que a Bíblia não se deve entender como aplicando-se em todas as suas partes às mesmas pessoas e tempos. Nem tudo se refere a nós e aos nossos tempos. Por exemplo: se lemos em Genesis 12:1 que Deus disse a Abraão, «Sai da tua terra, e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei», não precisamos imaginar que Deus nos está dizendo a mesma coisa. Essas palavras foram dirigidas a Abraão há quase 5.000 anos, e com um fim especial, e não a nós.

Mas; mesmo, assim, podemos aprender alguma coisa delas. Vemos que Deus, às vezes, experimenta a obediência dos Seus servos, mandando-os fazer alguma coisa que seja contrária aos seus gostos naturais ; ou então que os coloca em circunstâncias em que Ele é o seu único recurso; e que, às vezes, lhes dá ricas promessas de benção, prometendo assim também torná-los meios de benção para outros. Deste modo, o incidente pode servir-nos de muito ensino e proveito, ainda que não seja para nós obedecermos à ordem dada a Abraão sairmos de nossas casas caminhando para uma terra que mana leite e mel.

Mas quando lemos no livro dos Provérbios 15:8: "O sacrifício dos ímpios é abominação ao Senhor, mas a oração dos retos é o Seu contentamento" estamos diante de uma verdade que não é limitada na sua aplicação a quaisquer lugares ou tempos especiais, mas constitui aviso e instrução para todos, pois, embora hoje em dia Deus não mais reclama sacrifícios de carneiros ou pombas, oferecidos em holocausto sobre o Seu altar como no passado, compreendemos que as palavras tem a sua aplicação a quaisquer outras ofertas que os homens Lhe pretendessem fazer.

A Bíblia Sagrada é dividida em duas partes: o Antigo e o Novo Testamento. O antigo refere-se principalmente ao antigo povo de Deus, os judeus. O Novo é a revelação do cristianismo. Por isso aconselhamos primeiro a leitura do Novo Testamento, embora muitas das suas passagens possam ser mais bem compreendidas por quem já conhece o antigo, visto que essas passagens fazem referência às coisas dos tempos passados. 0 Velho Testamento apresenta-nos o primeiro homem Adão, aquele que era da terra, o terreno (isto que significa a palavra Adão) e o novo testamento nos apresenta Jesus Cristo que é o segundo Adão (celestial) e fala-nos das coisas do céu. De forma bem simples esses são os conselhos básicos que desejamos compartilhar no dia de hoje.

Senhor nos Ilumine.

A Catástrofe do Haiti


O que Jesus diria sobre a catástrofe?

Naquela ocasião, alguns dos que estavam presentes contaram a Jesus que houve um deslizamento de terra em Angra dos Reis. Jesus respondeu:

"Vocês pensam que esses cariocas eram mais pecadores que todos os outros, por terem sofrido dessa maneira? Eu lhes digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão. Ou vocês pensam que aqueles 200 mil que morreram, no terremoto do Haiti, eram mais culpados do que todos os outros habitantes do Haiti? Eu lhes digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão".

Então contou esta parábola: "Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Foi procurar fruto nela, e não achou nenhum. Por isso disse ao que cuidava da vinha: 'Já faz três anos que venho procurar fruto nesta figueira e não acho. Corte-a! Por que deixá-la inutilizar a terra?' "Respondeu o homem: 'Senhor, deixe-a por mais um ano, e eu cavarei ao redor dela e a adubarei. Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se não, corte-a' ".

(Paráfrase de Lucas 13:1-9)

Uma ótima e breve exegese do texto pode ser encontrada no artigo "Chorando pelo Haiti e por nossas tragédias domésticas – reflexões a partir de Lucas 13.1-9" de Solano Portela.


 


FAQ-Haiti


Deus estava no controle do terremoto do Haiti?
Sim, nada escapa de seu controle (nem a morte de pardais, nem a queda de fios de cabelos –
Mateus 10:29-30), Ele promove a paz e causa a desgraça (Isaías 45:7) e em tudo isso, todas as coisas Lhe servem (Salmo 119:91)

Deus matou aquelas aproximadas 200 mil pessoas (estimativa) no Haiti?
Sim, e Ele tira a vida de aproximadamente 150 mil pessoas por dia (estimativa atual). "O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela." (1 Samuel 2:6)

O fato de Deus estar por trás de uma catástrofe como essa reflete sua vingança contra um povo que pratica idolatria?
Pode até ser, mas não nos cabe julgar isso, porque como disse Jesus no texto supracitado, eles não são mais pecadores e merecedores da condenação divina que qualquer outro. E digo mais, que qualquer outro cristão! Somos salvos pela misericórdia de Deus. Não temos nada em nós para nos gloriar.
Aqueles que buscam condená-los são como Tiago e João querendo mandar fogo dos céus a uma cidade: Não sabem de que espírito são, porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. (Lucas 9:54-56)

Devemos nos alegrar com a catástrofe?
Não. "O que se alegra na calamidade, não ficará impune" (Provérbios 17:5) Devemos chorar com os que choram (Romanos 12:15)

Qual deve ser nosso sentimento e atitude?
1) Conforme o texto de Lucas 13:1-9, reconhecer nossos próprios pecados e arrepender-nos, sabendo que só estamos vivos pela graça.

2) "Compadecer-nos e ajudar na prática, pois se o Senhor tem nos poupado, como a figueira da parábola, é pra que venhamos a dar frutos (v. 6-9)." (extraído do artigo do Solano Portela)

  • "Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade" (1 João 3.17-18).
  • O ESPÍRITO do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; (Isaías 61:1)
  •  



Como Ajudar?

Para auxiliar as vítimas do terremoto no Haiti: Ajuda através da organização de raízes cristãs, como a Visão Mundial:
  • por depósito nas contas:
    • Bradesco (Ag.: 3206-9 / CC: 461666-9)
   Banco do Brasil (Ag.: 0007-8 / CC: 16423-2)

fonte: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/


O OUTRO EVANGELHO


  AW.Pink
Satanás é um arquiimitador. Ele está agora em atividade no mesmo campo em que o Senhor Jesus semeou a boa semente. O diabo está procurando impedir o crescimento do trigo, utilizando-se de outra planta, o joio, que em aparência se assemelha muito ao trigo. Em resumo, por meio de um processo de imitação, Satanás está almejando neutralizar a obra de Cristo. Portanto, assim como Cristo tem um evangelho, Satanás também possui um evangelho, que é uma imitação sagaz do evangelho de Cristo. O evangelho de Satanás se parece tanto com aquele que procura imitar, que multidões de pessoas não-salvas são enganadas por este evangelho.
. . O apóstolo Paulo se referiu a este evangelho, quando disse: “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo” (Gl 1.6,7). Este falso evangelho estava sendo proclamado mesmo nos dias do apóstolo, e uma terrível maldição foi lançada sobre aqueles que o pregavam. O apóstolo continuou: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (v. 8). Com a ajuda de Deus, nos esforçaremos para explicar, ou melhor, para desmascarar este falso evangelho.
. . O evangelho de Satanás não é um sistema de princípios revolucionários, nem mesmo um programa de anarquia. Este evangelho não promove conflitos ou guerras, mas tem como alvo a paz e a unidade. Não procura colocar a mãe contra a filha, nem o pai contra o filho; ao invés disso, ele fomenta o espírito de fraternidade pelo qual a raça humana é considerada uma grande “irmandade”.
. . Este evangelho não procura mortificar o homem natural, e sim aprimorá-lo e enaltecê-lo. O evangelho de Satanás defende a educação e a instrução, apelando ao “melhor que há no íntimo do ser humano”; tem como alvo fazer deste mundo um habitat tão confortável e agradável, que a ausência de Cristo não será sentida e Deus não será necessário. O evangelho de Satanás se esforça para manter o homem tão ocupado com as coisas deste mundo, que não tem ocasião nem inclinação para pensar no mundo por vir. Este evangelho propaga os princípios do auto-sacrifício, da caridade e da benevolência, ensinando-nos a viver para o bem dos outros e sermos bondosos para todos. Apela fortemente à mentalidade carnal, tornando-se popular entre as massas, porque ignora os solenes fatos de que, por natureza, o homem é uma criatura caída, está alienado da vida de Deus, morto em delitos e pecados, e de que a única esperança se encontra em ser nascido de novo.
. . Em distinção ao evangelho de Cristo, o evangelho de Satanás ensina que a salvação se realiza por meio das obras; incute na mente das pessoas a idéia de que a justificação diante de Deus ocorre com base nos méritos humanos. A frase sagrada do evangelho de Satanás é: “Seja bom e faça o bem”; mas falha em reconhecer que na carne não habita bem algum. O evangelho de Satanás anuncia uma salvação que se realiza por meio do caráter, uma salvação que é o reverso da ordem estabelecida por Deus, em sua Palavra — o caráter se manifesta como fruto da salvação.
. . As ramificações e organizações deste evangelho são multiformes. Temperança, movimentos de reforma, associações de cristãos socialistas, sociedades de cultura ética, congressos sobre a paz, todas estas coisas são empregadas (talvez inconscientemente) em proclamar este evangelho de Satanás — a salvação pelas obras.
. . Cristo é substituído pelo cartão de apelo; o novo nascimento do indivíduo é trocado pela pureza social; e a doutrina e a piedade são substituídas por filosofia e política. A cultivação do velho homem é considerada mais prática do que a criação de um novo homem em Cristo Jesus, enquanto a paz universal é procurada sem a interposição e o retorno do Príncipe da Paz

JI Packer e o evangelicalismo distraído


Em sua nona década, Dr. JI Packer ainda aponta um evangelicalismo distraído em direção ao caminho certo.
Quando o teólogo, professor e escritor Dr. JI Packer alcançou seu 80º aniversário em 22 de julho de 2006, a sua igreja, St. John’s Shaughnessy Anglican Church em Vancouver, honrou-o com uma celebração especial.
Os amigos da igreja e os colegas da Regent College, onde ele lecionou por três décadas, falou do impacto Packer sobre o movimento evangélico e sobre a vida deles. Vários, referindo-se ao grande mentor do livro O Senhor dos Anéis de JRR Tolkien, chamavam Packer do seu próprio Gandalf.
Mas Packer, quando chegou a sua vez de falar, gentilmente protestou. “Eu não sou Gandalf”, disse ele, sua voz, forte e clara normalmente, embargada pela emoção. “Eu estou muito mais próximo do humilde Sam.”
Era o nobre, humilde Samwise Gamgee que mantinha Frodo no caminho certo, apesar de distrações e perigos. Sam nunca pretendeu ser o herói, mas falou e agiu com clareza e determinação quando todo mundo estava confuso. Ele fez possivel o caminho do herói.
Então tem James Innell Packer para os evangélicos, nos últimos 50 anos, mostrando-lhes o caminho teológico certo com mais de 60 livros, incluindo o influente livro “Conhecendo Deus”. Estes livros, e os seus longos anos de serviço como professor e clérigo ativo, tem dado a Packer um estatuto único entre os evangélicos: ele foi o único teólogo e acadêmico incluído na lista da Time de 2005 dos evangélicos mais influentes nos Estados Unidos.
Michael Cromartie do Centro Ética e Política Pública diz que “Conhecendo Deus” oferece um “robusto, sólido entendimento ortodoxo da doutrina cristã básica. Caráter de Deus, Sua santidade, Sua justiça, Sua ira, mas também Sua misericórdia e amor, tudo explicado com um calor pastoral e com um estilo claro que temos vindo a admirar em Packer. É o tipo de livro que é fundamental e vale a pena reler uma vez por ano. Pelo menos eu sei que eu faço. ”
Ele não está sozinho. O livro, publicado pela primeira vez em 1973 e agora traduzido em pelo menos sete idiomas, já vendeu mais de 2 milhões de cópias, um número surpreendente para o que é essencialmente um livro de teologia básica. “Foi uma surpresa”, ele me disse: “Eu escrevi o primeiro rascunho de uma série de artigos. Destina-se essencialmente como uma catequese, um livro de ensino. No começo eu só esperava que ele iria para uma segunda impressão.”
Como as vendas do livro e o impacto explodiram, Packer ajudou os evangélicos a lutar contra os teólogos liberais que atacavam a autoridade das Escrituras. Packer foi instrumental em 1978 na criação da “Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica,” um momento decisivo pelo qual ele ainda está agradecido: “Fizemos os nossos pontos, que foram e continuam sendo a confiabilidade total as Escrituras dadas por Deus “. Packer assinou o documento ecumênico de 1994, “Evangélicos e Católicos Juntos”, indicado a muitos protestantes que a declaração polêmica era doutrinariamente “segura”.
Em 1979, Packer e sua esposa Kit surpreenderam alguns dos seus colegas ao mudar da sua Inglaterra natal para Vancouver para tomar uma posição no minúsculo seminário, Regent College. Para Packer foi um movimento estratégico que o envolveu em actividades evangélicas norte-americanas, e sua fama ajudou Regent para atrair os estudantes dos Estados Unidos (agora 40 por cento do corpo discente) e Ásia (20 por cento). Recentemente, ele tem ajudado os americanos e canadenses frustrados pelo liberalismo teológico da Igreja Episcopal e da Igreja Anglicana do Canadá. Recentemente, ele entregou de volta sua licença ministerial Britânica e tornou-se um presbítero da Província Anglicana do Cone Sul da América: o Anglicanismo no hemisfério sul ainda tende a ser biblicamente ortodoxo e evangélico.
“O que aconteceu com a Igreja Anglicana do Canadá me deixa doente”, disse Packer. “A nossa diocese tinha enredado na própria heresia. Uniões homossexuais não eram apenas toleradas, mas comemoradas. E essa foi apenas uma das várias questões importantes”. Entretanto, Packer é otimista sobre o futuro do evangelismo na América do Norte: “Seminários evangélicos estão cheios. Seminários liberais são meio vazios. Esse fluxo constante do clero evangélico está ficando mais forte. Claro, a cultura secular está ficando mais forte também, e tudo o que os evangélicos fazem para promover o evangelho é a oposição de Satanás. Às vezes isso recebe a atenção da mídia. Portanto, mesmo com Satanás e cultura secular alinhados contra nós, quando eu vejo o que Deus está fazendo na vida de muitos dos jovens que eu ensino, eu tenho muita esperança.”
A esperança de Packer acompanha a sua natureza optimista e seus hábitos de trabalho constante. Seu dia normalmente começa às 5 da manhã, ou mesmo antes, com uma xícara de chá. Ele anda bruscamente quase em toda parte que vai. Embora oficialmente aposentado do Regents College, ele ainda dá aulas lá, mantém um escritório no campus, e mantém um assistente de ensino ocupado com seus projetos. Dois de seus passatempos favoritos são ouvir jazz e ler livros de mistério. Um acidente vascular cerebral leve, ou AIT, no final de outubro, temporariamente limitou suas viagens, mas ele continuou pregando.
Ele mantem a produtividade literária enquanto esta ficando mais velho, mas às vezes assume colaboradores. Packer serviu como editor geral da Bíblia English Standard Version, publicada pela primeira vez em 2001, e que esta tomando o lugar da NVI e NASV como o texto preferido para muitos evangélicos. Enquanto isso, um de seus livros, Concise Theology: A Guide to Historic Christian Beliefs, esta sendo usado mais e mais e, assim, sendo um texto essencial, tanto em seminários como em leitores leigos de teologia.
Ele também continua sendo um clérigo ativo. Packer agora trabalha em estreita colaboração com a Missão Anglicana nas Américas (AMIA), um grupo de anglicanos teologicamente conservador que se separou da Igreja Episcopal. Recentemente, a AMIA se uniu a outros grupos anglicanos biblicamente ortodoxos para formar a Igreja Anglicana da América do Norte. Um dos líderes desse movimento, o bispo Chuck Murphy, estudou sob Packer na Inglaterra no início dos anos 1970, e Packer tem sido fundamental na criação de normas de coordenação e de outras declarações teológicas para este novo grupo.
Mas um livro está ausente na autoria do Packer: uma teologia sistemática. Ele tem ensinado teologia sistemática no Regents por anos, por isso ele certamente fez trabalho pesado para esse livro. Vai ser escrito no futuro? “Eu tenho um plano”, disse ele. “Mas eu não tenho tempo. Gostaria de deixar uma teologia ao mundo que pudesse ser tanto catequética e definitiva. Mas temos de ver o que Deus tem para o futuro.”
Warren Cole Smith
http://www.worldmag.com/articles/16150

Qual a Semelhança Entre a Bíblia e a Novela?



Gênesis 04: 01-26 - Pr. Kenneth Wieske




sábado, 24 de fevereiro de 2007
Pr. Kenneth Wieske

Texto:  Gênesis 4:1-26


Amados em nosso Senhor Jesus Cristo:

Se você já assitiu uma novela, você sabe que ela é algo cheio de infidelidade, brigas, assassinatos, imoralidade, traição, e outras coisas vergonhosas. Se alguém consegue ficar assistindo tais coisas, e até goza de presenciar tal imundícia, é questionável que ele ou ela seja uma nova criatura.

Às vezes, a Bíblia se parece com uma novela. Logo nos primeiros quatro capítulos da Sagrada Escritura, encontramos infidelidade, brigas, assassinatos, imoralidade, traição e outras coisas vergonhosas. A Bíblia até contém descrições de pecados tão horríveis que nem a novela mais imunda teria a ousadia de colocar tais coisas no roteiro.

Qual é a diferença, então, entre a Bíblia e as novelas? Em primeiro lugar, as novelas tiram as suas idéias da imaginação pervertida do homem; enquanto a Bíblia é um registro histórico de coisas que realmente aconteceram. Em segundo lugar, as novelas nos mostram o pecado com o fim de entretenimento; a Bíblia, porém, nos mostra o pecado com o fim de advertência.

Lembre-se disto, quando você estiver lendo a história do povo de Deus no Antigo Testamento. O Espírito Santo não inspirou o registro desta história para nos divertir. Ele tem dois propósitos: em primeiro lugar, Ele quer mostrar as grandiosas obras de Deus para com Seu povo, através da história. Em segundo lugar, Ele quer nos instruir por meio dos erros e sucessos dos nossos antepassados.

É isto que achamos no capítulo 4 de Gênesis. É o último capítulo da primeira seção —do primeiro toledot. Vocês se lembram que o primeiro toledot (Gênesis 2:4 até o fim de capítulo 4) é a descrição do que aconteceu com o universo depois da sua criação. No início da seção, tudo está perfeitamente bem. No fim, nós achamos uma criação debaixo da maldição, uma raça humana dividida, e aparentemente os seguidores do mal estão mandando aqui na terra.

Não é um quadro muito agradável. Todavia, Deus no capítulo 4 de Gênesis está nos revelando Seu poder e Sua glória; e ao mesmo tempo Ele quer nos ensinar pelas experiências do Seu povo.

Eu proclamo o evangelho de Jesus Cristo em nosso texto:

Deus mantém a oposição entre a semente da serpente e a semente da mulher

1. A arrogância da semente da serpente
2. A humildade da semente da mulher




1. EM PRIMEIRO LUGAR, VEMOS A ARROGÂNCIA DA SEMENTE DA SERPENTE.

Quando Eva comeu do fruto, ela não tinha a menor idéia das conseqüências gravíssimas do pecado. Ouvimos na pregação anterior que o pecado trouxe pelo menos seis conseqüências sérias: quebrou o relacionamento entre homem e Deus, entre homem e mulher, entre homem e os animais, e entre o homem e a criação; causou a morte física, e privou o homem do direito de viver na presença de Deus.

Talvez você ache que isto já basta. Mas, quando chegamos no capítulo 4, vemos que o pecado continua destruindo, através das gerações. O que começou com uma simples mordida desobediente, logo leva a um homem matando seu próprio irmão. Tudo isto em uma geração. Pense nisto, irmão. Seus filhos, seus netos vão sofrer no futuro por causa das suas decisões erradas hoje. Não é possível pecar em isolação — o pecado é como um câncer que atinge todos os relacionamentos e todas as partes da nossa vida.

Veja — e aprenda! — como o pecado floresce! Eva precisava de uma serpente para enganar e seduzi-la, mas Caim não precisa de nenhuma ajuda para se entregar ao pecado. Eva pecou por querer experimentar algo que achou que seria muito agradável e bom; Caim peca por pura maldade. Adão e Eva fogem da presença de Deus, envergonhados; Caim enfrenta Deus com impudência (desrespeito), "Acaso, sou eu tutor de meu irmão?" Adão e Eva aceitaram seu castigo sem reclamação — sabiam que era merecido! — mas Caim reclama a alta voz que ele não deve sofrer as conseqüências dos seus pecados.

Caim é a primeira prova da doutrina de depravação total. Ele é o primeiro idólatra. Traz ofertas ao SENHOR, não para a glória de Deus, mas numa tentativa de comprar o favor de Deus. Abel traz das primícias e da gordura do seu rebanho. Em outras palavras, Abel traz as primeiras coisas e as melhores coisas para sacrificar a Deus. Abel mostra gratidão, pois ele traz as melhores provas da graça de Deus em sua vida. Mas Caim não. Ele pega qualquer coisa, e tenta comprar as bênçãos de Deus. Ele não agradece, ele cobra. Ele é um arminiano da segunda geração.

Caim não era diferente dos idólatras que nos cercam em nossos dias; pessoas que acham que uma miserável oferta de tempo, de dinheiro, ou aflições escolhidas de propósito… que uma tal miserável oferta pode impressionar Deus e obrigá-Lo a derramar bênçãos. Esta atitude blasfema — que acha que Deus pode ser subornado! — achamos em todas as falsas religiões desde Caim até hoje.

A Bíblia diz na carta aos Hebreus, que Abel trouxe um melhor sacrifício pela fé. Abel tinha o conhecimento, e a certeza do que Paulo fala em Romanos 11:35, "quem lhe deu primeiro a Deus, para que lhe seja recompensado?"

Abel cria na graça de Deus — e por isto, Caim o matou. Pare um momento, e reflita. Não tem coisa que deixa o homem mais aborrecido do que a graça de Deus. No fundo da nossa natureza pecaminosa, não aceitamos que Deus não nos deve nada, e que nós devemos tudo a Deus. Queremos um Deus que podemos manipular. Queremos um Deus que podemos comprar. Quando a graça de Deus nos confronta, ou nós caímos no chão em adoração, ou rangemos os dentes em frustração e rebelião.

Abel, com sua vida de santidade e fé, era uma pregação ambulante da graça de Deus. Por isto, Caim o matou. Você está sendo perseguido por seu marido, por sua esposa, por seus familiares, por seus colegas, por causa das doutrinas da graça? Não fique admirado. Por natureza, o homem abomina a graça, e por isto abomina todos aqueles que pregam a graça com palavras e pela vida. A Bíblia diz, "todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos."

Será que o pecador pode chegar a ser mais arrogante do que Caim? Ele tenta manipular Deus. Ele mata seu próprio irmão duma forma premeditada. Ele fala a Deus sem respeito. Ele se queixa contra seu castigo. E depois de tudo isto, ele tenta recusar o justo juízo de Deus. Deus disse que ele seria um fugitivo e errante pela terra; mas Caim se rebela contra o julgamento de Deus: ele constrói uma cidade.

Irmãos, se o pecado já brotou e floresceu e produziu frutos tão venenosos na segunda geração, como será a sétima geração? Achamos a resposta nos versículos 18-24. Lameque é a sétima geração de pecadores. E, como ele representa o ápice do pecador rebelde! Ele tem duas mulheres — Ada, e Zilá. O nome Ada implica que ela era formosa, e o nome Zilá implica uma bela voz. Lameque escolheu suas esposas conforme a cobiça dos seus olhos; ele vive em perversão sexual, não respeitando a norma do casamento que Deus instituiu entre um homem e uma mulher.

Lameque se orgulha de seus pecados. Ele canta um hino de louvor para si mesmo. Ele se acha impressionante! Se Caim precisava de Deus para o proteger, Lameque afirma que ele pode cuidar de si mesmo! Ele mesmo vai se vingar 70 vezes 7. O cântico de Lameque mostra até que profundeza o homem pecador tem chegado depois de 7 gerações. Ele está cheio de si mesmo. Ele canta muitas vezes sobre "eu" e "mim".

Quando chegamos na época de Lameque e seus filhos, achamos a raça humana que tem se endurecido em sua rebelião contra Deus. Eles estão vivendo em perversão sexual. Eles estão matando uns aos outros — com a tecnologia de Tubalcaim eles podem matar de uma forma muito mais eficaz. Eles estão construindo cidades, e desenvolvendo música, cultura, e tecnologia, mas tudo no contexto do "EU". Tudo para a glória do homem.

Se olhamos este quadro de uma humanidade violenta, pervertida, se entregando aos seus prazeres, cheia de orgulho e arrogância, pronta para matar e destruir uns aos outros, confiando em sua própria força e sabedoria… se olhamos este quadro, devemos dizer que não mudou muito em milhares de anos. Essa pode ser a descrição da nossa sociedade hoje em dia.

Isto é o fim daqueles que vivem sem Deus. Eles se perdem em sua arrogância.

Parece que o mundo está cheio da semente da serpente. Mas onde está a semente da mulher?




2. ISTO NOS LEVA AO SEGUNDO PONTO: A HUMILDADE DA SEMENTE DA MULHER.



Se nós procuramos a semente da mulher em nosso capítulo, parece um fracasso total. Adão e Eva não conseguem criar seu primeiro filho no temor do SENHOR. O segundo filho eles perdem duma forma violenta. O terceiro filho sobrevive, e a linha da mulher até chega à terceira geração, mas onde está a vitória? Onde está a semente da mulher, que supostamente vai acabar com a semente da serpente?


Não lemos que Sete ou Enos estão construindo cidades; não lemos que eles estão desenvolvendo a cultura, a música, a tecnologia. Comparado com os filhos do diabo, os filhos de Deus parecem ser um grupo pequeno, fraco e sem importância.



Irmãos, prestem atenção, pois é exatamente aqui que Deus quer nos ensinar. Quem está realizando coisas impressionantes neste capítulo não são os filhos do diabo. Eles estão se gloriando em suas obras grandiosas, e em sua autonomia. Mas os filhos de Deus estão realizando o que é mais difícil e mais importante do que qualquer outra coisa: eles estão vivendo na dependência de Deus.



Com certeza os filhos de Deus estavam construindo casas e desenvolvendo a terra para conseguir roupas e comida. Mas a Bíblia não acha importante chamar atenção a estas coisas. O Espírito Santo achou importante chamar nossa atenção ao fato que os filhos de Deus estão vivendo pela fé. Quatro vezes no capítulo 4, vemos os filhos de Deus vivendo em total dependência de Deus.


Eva confessa (v. 1) que ela deu luz a um menino com o auxílio do SENHOR. Abel traz uma oferta ao SENHOR pela fé; ele mostra sua gratidão pela graça de Deus. Eva, depois de perder dois, filhos — um para o mundo, o outro para a morte — confessa (v. 25) que Deus não esqueceu de sua promessa, mas que Ele concedeu uma outra semente em lugar de Abel. Em outras palavras, Eva estava confessando sua fé em Deus! Ela estava dizendo: parece que a linha da mulher é nada, e que a semente da serpente está crescendo e reinando aqui na terra. Mas, Deus é fiel à Sua promessa; eu confio nEle. Ele vai preservar a linha da descendência da mulher. No versículo 26, vemos que isto se torna uma prática comum para os filhos de Deus: eles começam a invocar o nome de Deus.

Os filhos da desobediência estão vivendo em arrogância, seguros em sua suposta autonomia. Mas os filhos de Deus estão vivendo em humildade, seguros em sua dependência.

Aqui Deus nos ensina Seu poder e Sua glória. A Bíblia diz, "o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza." Deus de propósito não matou Caim, mas deixou a semente da serpente crescer em poder e arrogância. Por que? Porque Deus quer manifestar Seu poder pela fraqueza. Ele não escolhe o que é importante aos olhos do homem. Ele não escolhe o primogênito, mas o terceiro filho. Ele não está com os arrogantes, mas com os humildes. E Ele sempre faz assim!

Paulo, em 1 Coríntios 1:26 diz, "Irmãos, reparai, pois na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus."

Se você quer ser alguém importante; se você quer influência, ou poder; se você quer ser conhecido e importante neste mundo… é melhor sair da Igreja logo. No povo de Deus não tem muito destas coisas. Tem fraqueza, tem humildade, tem dependência total de Deus.

Quando lemos a história das obras de Deus através dos séculos, vamos ver a cada vez de novo que Ele trabalha pela fraqueza.

Quem vai sobreviver ao dilúvio? Será Noé, um humilde descendente de Sete; os filhos arrogantes de Caim perecerão, junto com todas as suas obras em que se gloriaram.

Quem vai ser escolhido como o povo de Deus? Será a humilde nação de Israel; Deus vai rejeitar os grandes impérios deste mundo.

Mas o exemplo maior do poder de Deus se manifestando na fraqueza é o nascimento da Semente da mulher — o Descendente que Deus prometeu que iria esmagar a cabeça da serpente. Aquele que é Filho do Deus Altíssimo, nasceu em toda fraqueza num simples abrigo para animais. Aquele que foi exaltado como Rei dos reis e Senhor dos senhores, passou 30 anos como o simples filho dum carpinteiro. Aquele que iria acabar com o poder do Diabo, morreu na cruz em toda fraqueza e vergonha. Ele se entregou completamente a Deus; Ele viveu dependendo completamente de Deus. E por isso, Deus o exaltou e lhe deu o nome que está acima de todo nome.

Qual é a prioridade em sua vida, irmão? Você está correndo atrás das coisas que o mundo valoriza? Você está se esforçando para engrandecer seu nome e impressionar os homens com seus sucessos? Será que você é tão empolgado com estas coisas que você até sai da casa de manhã correndo, esquecendo de começar o dia "invocando o nome do SENHOR?" Pare. Reflita. Aprenda, irmão. Qual é a prioridade em sua vida?

No capítulo 4 de Gênesis, Deus nos confronta com as duas escolhas; os dois modos de viver neste mundo. Deus não nos chama a lutar por influência, por poder, para realizar coisas impressionantes neste mundo. Deus nos chama em primeiro lugar a sermos fiéis e humildes e dependentes da Sua graça. E, por meio desta fraqueza e humildade, Ele vai nos conceder a última vitória.

Amém.

Judeus No Brasil



Genealogia Judaico-Brasileira





O que toda essa história tem a ver com você? Estima-se que cerca de um décimo (1/10), da população brasileira seja de descendentes de judeus cristãos-novos - alguns historiadores afirmam que na verdade essa proporção é de 35%. Isso equivale, na menor das estimativas, a 17 milhões de pessoas. Segue-se uma lista retirada do livro "As raízes judaicas no Brasil", de Flávio Mendes de Carvalho, com os sobrenomes de cristãos-novos, brasileiros ou residentes no Brasil, condenados pela Inquisição nos séc. XVII e XVIII e que constam nos arquivos da Torre do Tombo em Lisboa. A sua família pode estar citada aqui! É bom lembrar que os judeus, por ocasião da conversão forçada e para esconder suas raízes e evitar a perseguição, adotaram muitos sobrenomes de cristãos-velhos. Assim o fato de um sobrenome estar na lista não nos garante dizer que todas as pessoas que o carregam são descendentes dos cristãos-novos. Por outro lado, o fato de outro sobrenome não estar, não quer dizer que não seja de origem judaica, posto que a pesquisa de Flávio Mendes não abrangeu todo o período de atuação da Inquisição e ainda que muitas famílias conseguiram manter-se em segredo. Na obra do historiador, também descendente de cristãos-novos, constam os nomes e na maioria das vezes a naturalidade, o parentesco e residência dos judaizantes - termo como eram chamados os conversos descobertos praticando o judaísmo. Há vários casos em que muitos dos membros de uma mesma família foram condenados e torturados para delatar a sua própria gente



Nota sobre os nomes de árvore como sobrenome judaico




Corre pelo Brasil uma certa crença de que todos os sobrenomes com nomes de planta e de animais são sobrenomes de cristãos-novos. Isso é um mito porque muitos desses nomes são bastante antigos e usados igualmente por famílias cristãs-velhas. Ainda há, como pode ser visto na lista, diversos outros tipos de sobrenomes também adotados pelas famílias de conversos, como os de origem geográfica (p. ex. Toledo, Évora), os de alcunha (p. ex. Moreno, Bueno), os de profissões (p. ex. Ferreira), os derivados de nomes de pessoas (p. ex. Henriques, Fernandes), entre outros.

A

Abreu Abrunhosa Affonseca Affonso Aguiar Ayres Alam Alberto Albuquerque Alfaro Almeida Alonso Alvade Alvarado Alvarenga Álvares/Alvarez Alvelos Alveres Alves Alvim Alvorada Alvres Amado Amaral Andrada Andrade Anta Antonio Antunes Araujo Arrabaca Arroyo Arroja Aspalhão Assumção Athayde Ávila Avis Azeda Azeitado Azeredo Azevedo

B

Bacelar Balão Balboa Balieyro Baltiero Bandes Baptista Barata Barbalha Barboza /Barbosa Bareda Barrajas Barreira Baretta Baretto Barros Bastos Bautista Beirão Belinque Belmonte Bello Bentes Bernal Bernardes Bezzera Bicudo Bispo Bivar Boccoro Boned Bonsucesso Borges Borralho Botelho Bragança Brandão Bravo Brites Brito Brum Bueno Bulhão

C

Cabaco Cabral Cabreira Cáceres Caetano Calassa Caldas Caldeira Caldeyrão Callado Camacho Câmara Camejo Caminha Campo Campos Candeas Capote Cárceres Cardozo/Cardoso Carlos Carneiro Carranca Carnide Carreira Carrilho Carrollo Carvalho Casado Casqueiro Cásseres Castenheda Castanho Castelo Castelo Branco Castelhano Castilho Castro Cazado Cazales Ceya Céspedes Chacla Chacon Chaves Chito Cid Cobilhos Coche Coelho Collaço Contreiras Cordeiro Corgenaga Coronel Correa Cortez Corujo Costa Coutinho Couto Covilhã Crasto Cruz Cunha

D

Damas Daniel Datto Delgado Devet Diamante Dias Diniz Dionisio Dique Doria Dorta Dourado Drago Duarte Duraes

E

Eliate Escobar Espadilha Espinhosa Espinoza Esteves Évora

F

Faísca Falcão Faria Farinha Faro Farto Fatexa Febos Feijão Feijó Fernandes Ferrão Ferraz Ferreira Ferro Fialho Fidalgo Figueira Figueiredo Figueiro Figueiroa Flores Fogaça Fonseca Fontes Forro Fraga Fragozo Franca Francês Francisco Franco Freire Freitas Froes/Frois Furtado

G

Gabriel Gago Galante Galego Galeno Gallo Galvão Gama Gamboa Gancoso Ganso Garcia Gasto Gavilão Gil Godinho Godins Goes Gomes Gonçalves Gouvea Gracia Gradis Gramacho Guadalupe Guedes Gueybara Gueiros Guerra Guerreiro Gusmão Guterres


H/I

Henriques Homem Idanha Iscol Isidro Jordão Jorge Jubim Julião

L

Lafaia Lago Laguna Lamy Lara Lassa Leal Leão Ledesma Leitão Leite Lemos Lima Liz Lobo Lopes Loucão Loureiro Lourenço Louzada Lucena Luiz Luna Luzarte

M

Macedo Machado Machuca Madeira Madureira Magalhães Maia Maioral Maj Maldonado Malheiro Manem Manganes Manhanas Manoel Manzona Marçal Marques Martins Mascarenhas Mattos Matoso Medalha Medeiros Medina Melão Mello Mendanha Mendes Mendonça Menezes Mesquita Mezas Milão Miles Miranda Moeda Mogadouro Mogo Molina Monforte Monguinho Moniz Monsanto Montearroyo Montarroyos Monterroío Monteiro Montes Montezinhos Moraes Morales Morão Morato Moreas Moreira Moreno Motta Moura Mouzinho Munhoz

N

Nabo Nagera Navarro Negrão Neves Nicolao Nobre Nogueira Noronha Novaes Nunes

O

Oliva Olivares Oliveira Oróbio

P

Pacham/Pachão/Paixão Pacheco Paes Paiva Palancho Palhano Pantoja Pardo Paredes Parra Páscoa Passos Paz Pedrozo Pegado Peinado Penalvo Penha Penso Penteado Peralta Perdigão Pereira Peres Pessoa Pestana Picanço Pilar Pimentel Pina Pineda Pinhão Pinheiro Pinto Pires Pisco Pissarro Piteyra Pizarro Pombeiro Ponte Porto Pouzado Prado Preto Proença

Q

Quadros Quaresma Queiroz Quental

R

Rabelo Rabocha Raphael Ramalho Ramires Ramos Rangel Raposo Rasquete Rebello Rego Reis Rezende Ribeiro Rios Robles Rocha Rodriguez Roldão Romão Romeiro Rosário Rosa Rosas Rozado Ruivo Ruiz

S

Sa Salvador Samora Sampaio Samuda Sanches Sandoval Santarém Santiago Santos Saraiva Sarilho Saro Sarzedas Seixas Sena Semedo Sequeira Seralvo Serpa Serqueira Serra Serrano Serrão Serveira Silva Silveira Simão Simões Soares Siqueira Sodenha Sodré Soeyro Sueyro Soeiro Sola Solis Sondo Soutto Souza

T/U

Tagarro Tareu Tavares Taveira Teixeira Telles Thomas Toloza Torres Torrones Tota Tourinho Tovar Trigillos Trigueiros Trindade Uchôa

V/X/Z

Valladolid Vale Valle Valença Valente Vareda Vargas Vasconcellos Vasques Vaz Veiga Veyga Velasco Velez Vellez Velho Veloso Vergueiro Viana Vicente Viegas Vieyra Viera Vigo Vilhalva Vilhegas Vilhena Villa Villalão Villa-Lobos Villanova Villar Villa Real Villella Vilela Vizeu Xavier Ximinez Zuriaga

Em Defesa de Cristo




Em defesa de Cristo
Lee Strobel
Editora Vida

Jornalista experiente, pós-graduado em direito pela universidade Yale, Strobel faz as perguntas difíceis que você gostaria de fazer - perguntas que podem construir ou anular a fé cristã. Ele rejeita respostas forjadas ou simplistas. Em vez disso, apresenta o testemunho de dezenas de especialistas dentre os mais conceituados do mundo. Strobel analisa as seguintes evidências da existência de Cristo:

Históricas: Temos documentos confiáveis sobre a vida, os ensinos e a ressurreição de Jesus?
Científicas: Existe fundamentação arqueológica para os relatos históricos sobre Jesus? Ele operou milagres?
Psiquiátricas: Jesus realmente afirmou ser Deus? Qual a prova de que ele se enquadra no perfil de Deus?
Digitais: O que a profecia bíblica tem a dizer a respeito de Jesus?
E outras: A morte de Jesus, o corpo não encontrado, os relatos de testemunhas oculares sobre encontros com ele.

Em defesa de Cristo é como um romance cativante e de ritmo acelerado. Mas não se trata de ficção. É uma viagem sobre o fato mais marcante da história: a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo. É também um testemunho pessoal revelador do poder de Jesus. Este poder ainda hoje é capaz de transformar até mesmo o mais cético dos homens.

webmaster on 14 Out 2006 | Cristo ressuscitou? & Livros recomendados & William Lane Craig | Comentários (5)
5 comentários para “ Em defesa de Cristo ”

1.

5. APOLOGIA » DOCUMENTÁRIO EM DEFESA DE CRISTO – LEE STROBEL em 03 Out 2009 às 22:41 #

[...] da existência de Jesus, seu ministério, morte e ressurreição. Este vídeo, baseado no livro Em Defesa de Cristo (Editora Vida), é indispensável toda pessoa que deseja conhecer melhor o que há de concreto em [...]



Você conhece Jesus de Verdade?
Assista esse excelente documentário.
http://www.youtube.com/watch?v=DHX6uqtWHyE&feature=related